X-FILES FANFICTION OI GALLERA , ESSA É MINHA PRIMEIRA FANFiCTION , ESPERO QUE VCS GOSTEM EU GOSTARIA QUE VCS ME MANDACEM CRITICA OPINIÕES ELOGIOS ETC, E TB EU GOSTARIA MUITO DE AGRADECER A MINHA QUERIDA AMIGA ANGEL SCULLY QUE ME AJUDOU A TORNA LA POSSIVEL MIGA OBRIGADO OK , UM BIG X BEIJOS PARA TODOS Autora: Cláudia Mulder OU claux Email: claudinha20@ig.com.br Disclaimer: Mulder, Scully, Skinner e todos os personagens de Arquivo X não são meus, e sim da FOX, 1013 e Chris Carter. Não pretendo obter lucro com a fic, mas apenas a diversão dos leitores. Resumo: mulder e scully , vao ao brasil para tentar descobrir oque esta acontecendo com as cobras que por sinal sofrerao possivel multacao, uma aventura na amazonia , acreditem não tem nada a ver como a o filme anaconda ok UNLIMITED AMAZONIA AMAZONIA, BRASIL Geral de uma clareira na Floresta. Lá, um conglomerado de tendas colore a mata acostumada com seus tons verde-terrosos. Em uma das tendas, um homem olha para um grosso arquivo em suas mãos. Seu semblante é preocupado, denunciado pelas rugas que adornam o rosto moreno. Suas divagações são quebradas pela chegada de um dos integrantes da equipe de pesquisa. JOHN(grita): Doutor !! MELRA: Sim, John ? JOHN: Doutor, há um americano aqui. HOMEM: Dr. Melra ? Um homem alto, moreno claro , de olhos castanhos inteligentes adentra pela tenda. Parece deslocado ali com suas roupas formais e bem atalhadas. MELRA: Pois não? HOMEM: Sou o homem que mandou chamar para aprimorar sua pesquisa . Me chamo Gafa .Bruno Gafa. MELRA: Ah sim . Lembro-me de falar com você . GAFA: Poderia me falar dos detalhes, Doutor?. MELRA: Senhor Gafa , acompanhe-me por favor. Os dois saíram da tenda onde Melra se encontrava, caminharam por entre a relva, passando pelo acampamento de pesquisa. MELRA: O que eu tenho para dizer, senhor Gafa, pode parecer absurdo, mas não é. GAFA: Diga-me então Doutor. Não tenho tempo a perder . MELRA: Senhor Gafa, sei você é um cientista ,e o que fazemos aqui neste aparente fim de mundo, são pesquisas . GAFA: Já que não fui entalhado dos detalhes, poderia exemplificar- me? MELRA: Pesquisas de sobre picadas de amimais , como cobras . Remédios, antídotos etc ...(Preocupado)..porém, preciso relatar- lhe algo. Uma de nossas pesquisas saiu errada. Criamos algo surpreendente, realmente perigoso, por assim dizer. GAFA (Curioso) O que criou ?? MELRA: Sr. Gafa, as pesquisas entraram no campo genético. Pesquisávamos uma maneira de criar uma vacina realmente potente, e um dos princípios ativos é não menos do que a toxina de ofídios. Porém, precisávamos combiná-las, de várias espécies, para conseguir o nosso intento. Por um problema de saturação protéica e desnaturação das mesmas quando misturávamos toxinas diferentes, resolvemos que o único modo de conseguir a pesquisa perfeita, era unir as toxinas de uma maneira que não houvesse essa degradação. E essa maneira foi a manipulação genética. Escolhemos a sucuri, Já que não possui veneno, para dar forma e base aos outros genes, das mais variadas espécies. Depois de meses de pesquisas, conseguimos o que queríamos...porém, criamos algo realmente monstruoso. Depois de horas de explicação Gafa ficou a par dos fatos. A criatura precisaria ser estudada previamente, com exames completos. Precisaria ser levada. No dia seguinte , Bruno Gafa despediu-se de Melra. Tinha Washington a seu destino. GAFA: Até mais Dr. Melra, vou lhe dar notícias sobre a pesquisa . MELRA: Espero que seja de grande ajuda para a ciência Sr. Gafa. GAFA: Com certeza é Dr. Melra. O homem pegou um barco que passava sempre todos os dias, pela manhã, a fim de embarcar no avião que iria ao seu destino final. Em sua bagagem, algo que ele não sabia descrever o que é. Algo que ele clamaria por não Ter levado se soubesse. Tensionava ir primeiro ao porto, a fim de despachar sua bagagem. GAFA (incisivo): Quero que a mercadoria vá de navio. Cansei de problemas em aeroportos, que não entendem o significado de pesquisa científica. HOMEM: Claro senhor. ____________________ 23:30 AM PORÃO DO NAVIO. Jackie limpava o chão feito com ripas de madeira bruta, absorto em seu trabalho. Seus sentidos foram despertados pelo som aterrador que veio de um dos cantos do recinto. JACKIE (Assustado) Quem esta aí?? Não ouve resposta. Ele se aproximou de uma caixa grande de madeira, examinando- a com cautela. O ruído foi aumentando conforme a sua aproximação . Havia um pequeno buraco na caixa ,e ele imediatamente incidiu seus olhos ali. Um par de olhos vermelhos ameaçadores fora divisado, e de repente avançaram. Jackie jogou-se para trás, assustado, caindo em cima de umas garrafas. Trôpego, subiu as escadas sentindo a pulsação acelerada pela descarga de adrenalina. Chegando à cabine de comando, resfolegava, dizendo palavras sem sentido. JACKIE (Exaltado) : Comandante Dário, Comandante!! COMANDANTE: O que foi homem?? JACKIE: Senhor, tem uma coisa lá em baixo!!! COMANDANTE (Desconfiado): andou bebendo alguma coisa marinheiro? JACKIE (Pânico) Não!!! Estamos carregando alguma coisa estranha dentro de uma das caixas! COMANDANTE: O que viu afinal? JACKIE: Eu não sei senhor, uma coisa assustadora dentro de uma grande caixa de madeira , tinha olhos vermelhos e me assustou, avançando sobre mim quando viu que eu a estava espionando! COMANDANTE( Debochado): Olhos vermelhos??? JACKIE: Por favor capitão, eu falo a verdade! Acho que é um mostro! COMANDANTE(sarcástico) :Claro um mostro..... e você quer que eu acredite nisso! JACKIE: Não senhor . Se não acredita em mim, vá ver com seus próprios olhos! Ele olhou diretamente nos olhos do pobre marinheiro que o encarava. COMANDANTE (indiferente): Claro..... mande chamar alguns homens . JACKIE: Sim senhor, Capitão. Alguns minutos depois, vários homens rodeavam a caixa, olhando com expressões inquisidoras para cima do marinheiro exaltado. O Comandante Dário prostrou-se em sua desconfiança. COMANDANTE: Não estou vendo nada Jackie. JACKIE: Capitão eu não estou mentindo!! Também fazia um barulho . COMANDANTE: Pois meus ouvidos só captam o silêncio e o ruído macio das ondas do mar... JACKIE: Mas Comandante...... COMANDANTE: Esta certo. Homens, sacudam essa caixa. Quero ver o que tanto atormenta esse homem. Os homens sacudiram a caixa , e num vasto silencio, nada aconteceu. COMANDANTE(piedoso): Esta vendo Jackie? Não há nada aqui, e tem mais..... acho que esta caixa esta vazia. Dário retesou o cenho. Percebia que Jackie não mentia. Ele parecia falar a verdade. Olhando para os seus homens, ordenou para que abrissem a caixa. Jackie assustou-se com a atitude do superior. JACKIE (receoso) : Senhor, eu acredito no que diz, mas por favor, não abra esta caixa ! COMANDANTE: Está com medo , Jackie? JACKIE: Não, só estou com um péssimo pressentimento..... O Superior ignorou o pedido de seu homem aflito . Após abrir a caixa, Dário ficou esperando a resposta de seus homens. Estando de costas para eles, voltou seus olhos para onde eles olhavam . A expressão consternada de pavor era divisada em todos os pares de olhos, hipnotizados pelo que viam. COMANDANTE(catatônico): Meu deus..... A Criatura surgira de dentro da caixa. Enlameava-se sobre si mesma, enorme, assustadora. Parecia uma cobra, mas infinitamente maior, com presas enormes e a pele úmida, de cores contrastantes nunca vistas. Os olhos eram vermelhos brilhantes, pareciam denotar inteligência. Dário ficou pasmo , conjuntamente a seus homens, a ponto do pânico. A monstruosa cobra soltou um gemido horrível, jogando-se sobre o comandante , enrolando-se no corpo do homem, e em poucos segundos, um ruído surdo de ossos quebrando era ouvido. Dário ainda teve tempo de gritar por socorro. Jackie pegou sua arma e atirou contra a criatura , conjuntamente aos homens porém, era tarde. Dário estava morto . A cobra apertou-se mais contra o corpo inerte do homem, levantando o pescoço ameaçadora. Fios de sangue escorreram pela boca de Dário. O bicho também estava ferido, e aos poucos deixou-se desfalecer. SAIMON (gritanto) Ele está morto , meu deus....!! JACKIE: Cale a boca Saimon! Ele se aproximou da criatura debruçada sobre o corpo de seu Comandante. Já próximo, Jackie percebeu que estava morta. JACKIE: Tudo bem pessoal, ela esta morta. De súbito, a criatura abriu seus olhos vermelhos e avançou sobre Jackie. atirar. Gritos. Pânico. 3:45 PM PORTO DE NOVA IORQUE Em meio à Balbúrdia de carros, policiais gritando e ambulâncias, dois agentes tentam se encontrar. Scully dirige-se para uma das ambulâncias. Mulder vai atrás resignado. SCULLY: Mulder e Scully, FBI. O que aconteceu aqui?. DAWI :foi uma cobra. MULDER(irônico) : uma cobra , DAWI: sim, tem uns 20 metros de comprimento. SCULLY: Mas o que uma cobra desse tamanho faz aqui, em um navio e fora de seu habitat natural? DAWI: Ela era uma carga! MULDER: Hum...sei..mas que tipo de pessoa teria uma carga dessa ? DAWI: Era destinada a um tal de Dr. Gafa. SCULLY: Ciêntista ? DAWI: Sim. MULDER: Mas de onde é essa criatura ? Nunca vi esse tipo de cobra por aqui. Scully lança um olhar como que dizendo "Até parece que você entende de cobras"... DAWI : Na caixa dizia que era do Brasil. SCULLY: Brasil....existem cobras de grande porte, como a sucuri e a jibóia....a sucuri chega, no máximo em torno de 10 metros. Já foram encontrados registros de sucuris com 12 metros... MULDER: Eita....isso sim é que é cobra... SCULLY (irritada) deixa-me continuar Mulder...a jibóia não ultrapassa 6 metros...20 metros é inconcebível! MULDER: Scully, você acha que esse tal cientista esta por trás disso? SCULLY: Não sei Mulder , não posso assegurar....isso mais me parece algo de cunho genético... MULDER: Dawi, você tem o endereço do Dr. Gafa ? DAWI: Claro, só um instante. SCULLY: Mulder , isso não é um Arquivo X. MULDER: Não sabemos Scully, pois se alguém andou mutando genes de alguma espécie de animal "terrestre", a de se desconfiar....mas porque, e para que? É isso que iremos descobrir... Uau, Brasil! Carnaval, mulatas, bundas, índios...festa!! SCULLY(copiosa) Mulder...vem cá, você e mais de 150 milhões de americanos tem essa concepção errônea do Brasil! Como pode! MULDER: Estou brincando Scully! Eu sei muito bem o que é o Brasil, afinal, foi palco de um dos maiores casos ufológicos dos últimos tempos: o caso Varginha. Mas como você mesma diz, o Brasil é tido como um país promíscuo e de orgias para a maioria dos americanos, europeus...quer dizer, o pessoal aqui no "norte". Scully olha para seu parceiro, retesando a sobrancelha. Mulder esboça um sorriso amarelo, acompanhando a expressão que ela faz. MEMORIAL HOSPITAL NOVA IORQUE Scully entrara na sala de autópsias, para verificar o que acontecera nos dois corpos. Mulder esperara no lado de fora. Não sentia-se muito bem vendo a parceira destroçar lentamente os cadáveres. Ajeitou seus óculos de procedimento, retirou os sapatos, calçando os tennis e colocou as luvas. Com a expressão tediosa, chegou perto do corpo do Comandante Dário. Colocou o gravador sobre o balcão perto da mesa. SCULLY: Bem, começando...homem caucasiano, com altura em torno de 1.75 metros e 90 kilos...há sinais visíveis de equimoses entumecidas sobre os músculos serrátil anterior e oblíquo externo...também vistas entre as intersessões tendíneas e músculo resto do abdomem. Áreas hiperemiadas intercedidas por isquemias sobre a inserção do diafraga....isto indica talvez o rompimento da veia cava inferior e órgãos internos... Ela volta os olhos para as pernas. SCULLY: Bem...vastas lesões em membros superiores e inferiores...possível rompimento de inserções músculares...fraturas.. vou iniciar. Incisão em Y. Scully alcança um dos bisturi, e rapidamente abre a caixa torácica. SCULLY: Afastando ....bem..... (estranhando)...o que é isso? Ela olha incrédula. SCULLY (exaltada) Vejo.... uma estranha capsula fibro- proteica recobrindo os órgãos...há sinais evidentes de rompimento aórtico e esmagamento das lascínias valvulares. Mas ...o que é isso...tentarei remover... (faz força com o bisturi)..tem textura densa, lanosa...Meu Deus.... Scully volta o corpo para trás, não acreditando no que vê, SCULLY: os órgãos estão em um estado de liquefação nunca antes visto...fígado inexistente...massa desconhecida recobrindo- os. Coração rompido, devido ao esmagamento...pulmões...Jesus...o que causou isso? Depois de algum tempo, Mulder acorda com o barulho da porta sendo aberta. Scully dirige-se à ele com os olhos estalados. MULDER: O que aconteceu Scully? SCULLY (assustada): Mulder... o que vi ali é completamente inexistente, pelo menos na raça humana! MULDER (ansioso): Vamos, relate! SCULLY: Há sinais de esmagamento pelo corpo, caso notório, já que uma cobra o esmagou...mas..mas encontrei uma cápsula envolvendo os órgãos. Quando a removi, deparei-me com tecidos liquefeitos em demasia, como se algum ácido fortíssimo fosse administrado. Havia uma secreção os envolvendo. Mandarei para análise. MULDER: E o outro corpo? SCULLY: Encontrei os mesmos sinais, porém, mais brandos. O que está acontecendo aqui Mulder? MULDER: Não sei Scully...mas vamos descobrir. 11:30 AM ALEXANDRIA O sedan cinza pára lentamente no acostamento, em frente à um prédio de apartamentos. Não é abastado, mas confortável SCULLY: É Mulder....é muita coincidência o homem morar quase debaixo do seu nariz... MULDER (sorrindo): Esses são os clichês da vida, Scully.. SCULLY: Esse caso é equivocado Mulder...tem certeza que o quer ? Podemos conjeturar o que ocorreu nos corpos e... MULDER: E como ! Estou cansado de dar motivos ao covil de cobras lá do último andar do Bureau para que nos chamem de "os desordeiros do FBI"....já chega me chamarem de Spooky...daqui a pouco vira a dupla "Spooky Mulder e Weird Scully".... Ela dá um suspiro, e um sorriso aparece em seus lábios. SCULLY: Vamos então... Batem na porta do apartamento de Gafa. Após alguns minutos, o homem atende. Sua expressão não é das mais convidativas. GAFA: Sim? SCULLY: Somos os agentes Mulder e Scully, FBI. GAFA :O que vocês querem? MULDER: Queremos fazer umas perguntas . GAFA: Já respondi a todas as perguntas. SCULLY :Doutor Gafa, nos deparamos com um caso peculiar. Houveram mortes em um navio que vinha do Brasil. E uma suposta carga, que desapareceu, era para o senhor. Fiz as autópsias, e me deparei com algo desconhecido. GAFA: Era uma pesquisa científica.... SCULLY: Ele é brasileiro? GAFA: Sim, mas ele nada tem a ver com animais. Estão instalando uma fábrica para processamento de novos medicamentos. MULDER: Que tipo de medicamentos , pois pelo que ficamos sabendo, houve alguma coisa errada. Haveria a possibilidade de alguma mutação genética? GAFA: Não tenho que responder mais. E a porta fechou-se ríspida em frente aos agentes. SCULLY: Satisfeito agora?. MULDER: O que estão produzindo? Antiofídicos? SCULLY: A Amazônia é a maior floresta do mundo. Há infindas possibilidades de descobertas sobre medicamentos em plantas e animais Mulder. O problema é que se precisa encontrá-los. MULDER: Pois eu diria que a atitude de nosso respeitoso Dr. Gafa é, no mínimo dos mínimos, suspeita Scully projeta o corpo na direção de Mulder, imitando sua expressão sarcástica SCULLY: Claro , mas Mulder...não percebeu que o Brasil é um país da América do Sul, e não há FBI por lá? É preciso passar o caso para a polícia federal brasileira. E nos a temos aos corpos que estão aqui, e à análise do que encontrei...não precisamos ir ao Brasil... MULDER: Ah, não.... nós vamos sim! SCULLY: Mulder , não podemos ir ao Brasil! Ele olha para ela, retesando o cenho. A típica expressão pidona. SCULLY: Não Mulder ,o que você dirá ao Skinner? Ele sorriu, com a malícia saltando pelos olhos verdes. SCULLY: Vai dizer que virou militante do Green Peace, protegendo a fauna e flora da floresta, interessado principalmente em "cobras enormes" , direcionando o seu estudo para uma possível mutação genética? Mulder, faça-me o favor!! MULDER: Há Há Há Scully...não vou investigar cobras. Aliás, nem preciso, já sei bem o que é "uma".... SCULLY (exaltada): Mulder!!!! MULDER: Prepara a tua tanguinha Scully....vamos para o Brasil. Scully olha para ele incrédula, pondo a mão sobre a testa . GABINETE DE WALTER SKINNER SKINNER: Mulder, não. MULDER: Senhor, é um Arquivo X!! SKINNER: Arquivo X onde, Agente Mulder? MULDER: Skinner, se não aprovar, sabe que irei assim mesmo! E isso acarretará em uma má postura para o diretor assistente encarregado dos renegados do porão... SKINNER: Chantagem? Pois não betarei uma maluquice dessas. Isso é caso para a polícia federal brasileira e... MULDER:...e que você sabe que não funciona! Skinner, eu sinto que tem algo de muito grande por trás disso! SCULLY (receosa): Mulder.... Skinner prosta-se contra a cadeira, fitando o rosto de seu melhor agente. Ele sabe quando Mulder é incisivo, o que geralmente leva à cabo o que ele mesmo relata. Mulder sabe o que diz. Foram poucas as vezes em que errara. SKINNER: Vocês estão com sorte, pois estou de muito bom humor. Está bem ........mas ouçam... é ultima vez que vou ajudá- los. E nada de disperdícios! É bem capaz da conta vir parar na minha folha de pagamento! Daí você estará bem encrencado Agente Mulder! MULDER(irônico): Sem problema...você me faz em suaves prestações, e o resto eu compenso limpando a sua sala... SKINNER: Saia daqui Mulder...por favor... Os dois retiraram-se rapidamente. Quando ouviu a porta bater, Skinner sorriu. Não entendia a impetuosidade de Mulder, a sua vontade pela descoberta. Ele iria até o fim, mesmo que morresse. E nunca deixava as ironias de lado. Era, de fato, um ser admirável. Já no corredor, Mulder ostenta um ar de vitória, observado por uma quase catatônica Scully. SCULLY: Eu não sei como ele aceitou!!! MULDER: Esta bem claro Scully. Ele sabe quando estou certo. SCULLY: É, sei... mas eu não creio que vamos encontrar algo. MULDER: Bem, caso não encontremos nada, que tal passar uns dias curtindo o sol brasileiro, olhando para aqueles corpos dourados na areia..curtindo umas ondas, um sambinha.... SCULLY : O que??!!!! Então é nisso que está pensando? MULDER: Estamos atrasados Scully..... INTERNATIONAL AIRPORT - WASHINGTON Os dois caminham pelo salão abarrotado de pessoas. Scully continua olhando desconfiada para o agente. SCULLY (sibilando): Mulder, aqui estão as passagens . O nosso voou sai em 15 minutos..... MULDER: Ótimo . O que foi Scully? SCULLY: Eu não sei como Skinner permitiu isso , ainda mais o Brasil! Mulder, é um caso perdido! MULDER: Scully confie em mim, algo me diz que encontraremos algo muito maior por lá , que não sabemos ainda . SCULLY(aborrecida) Ai..você com esses seus "algo me diz"...deixe para lá um pouco a intuição !! Precisamos de dados plausíveis! E não me venha com histórias de alienígenas.....ou.... MULDER: Não sei .....talvez. "Vôo 180 – Varig – saída: Miami. Chegada: Manaus, Brasil. Embarque, portão 4." MULDER: É o nosso vôo Scully. Vamos. Dentro do avião , depois de algum tempo, Mulder reparou que Scully dormia complacente. Seu rosto era de uma calma redundante. O leve ressonar de sua respiração o fez perder-se em seus pensamentos. Ela pareceu perceber que Mulder a fitava. Acordou sob os olhares dele. SCULLY: O que foi Mulder? MULDER: Nada , só estava olhando como você fica bonita dormindo. Scully deu um sorriso tímido, voltando a pousar a cabeça no encosto da poltrona AEROPORTO INTERNACIONAL DE MANAUS Mulder e Scully caminhavam por entre as pessoas de pele bronzeada e cabelos lustros. Haviam grandes divergências, mas todos se pareciam. Não eram muito altos, e Mulder sentia-se gigantesco perto daquelas pessoas diminutas. MULDER: É Scully...você encontrou o seu reduto aqui....eu me sinto estranho.. SCULLY: Qual é Mulder... no Brasil as pessoas realmente são mais baixas, principalmente nas regiões norte e nordeste. Já o sul e o sudeste se equiparam mais aos padrões europeus, devido a colonização. Mas você está fora do contexto! Ter 1.98 metros não é muito comum nem nos EUA! Ainda mais você, com esse corpo longilíneo...parece mais alto do que é. MULDER (irônico/malicioso) Certo, Enciclopédia Dana Scully.... Matheus: Olá Agentes. O súbito som da voz rouca tomaram-nos de surpresa. Um homem moreno, na casa de seus 45 anos, de estatura mediana, olhava para os dois americanos. Era notória a emoção em seus olhos. Matheus: sejam bem vindos à Amazônia. Sou o detetive Matheus. Meu inglês não é perfeito, por isso, peço-lhes paciência. Só um detalhe no qual não fui informado... qual a procedência para estarem aqui? SCULLY(estranhando): O Senhor não sabe ? O homem ri, acentuando a cor morena da pele. Matheus :(sorrindo) Sei , claro que sei. Só falei isso para puxar assunto . Scully olha sem entender para o homem. Pisca para Mulder, que entende de imediato. MULDER: Matheus, sabe nos dizer onde fica este endereço? Mulder lhe mostra um papel. Matheus : Claro, me acompanhem. Em torno de uma hora e meia chegamos. SCULLY: E como vamos? Matheus: O primeiro trecho, de carro. Depois, barco. MULDER: De barco? Matheus: Agente Mulder, você está num dos maiores conglomerados fluviais do planeta. Aqui parece Ter mais água do que terra. E fará muito calor. Sugiro que tirem esses sobretudos e coloquem algo mais leve. Providenciarei botas para se protegerem de picadas de aranhas e cobras, passem repelente e recomendo tomar vacina para febre amarela, entre outras coisas. Scully retesa a sobrancelha, numa expressão que Mulder não soube definir. SCULLY(Cochichando) Mulder, estou derretendo num sol de 40 graus, sem um protetor solar fator 50, correndo o risco de ser picada por insetos e com um detetive que fala bobagens só para puxar assunto! Eu te mato Mulder!!! MULDER (provocando): Mata, princesa Scully...mata o seu Muldinho... Ela olha para ele, completamente incrédula com as palavras do parceiro. Os olhos verdes pareciam Ter adquirido uma coloração quase infame. Mulder sorriu, retesando as sobrancelhas. Ela entornou o olhar, saindo de vista daqueles olhos verdes desconsertantes. BARCO BELLA DONNA O barco subia o Rio Negro lentamente, afim de encontrar o Rio Carabinani, que passava pelo prévio acampamento de pesquisa. O suave balanço da embascação não deixava Mulder muito confortável, apesar de Scully curtir a viagem, empolgando-se a cada vez que enxergava alguma espécie animal só vista em livros. Parecia uma criança diante a descobertas. SCULLY (empolgada): Olha Mulder! Capivaras! MULDER: Que jóia, Scully... SCULLY: Um tuiuiú!!! Lindo.... MULDER: Lindo Scully... Mulder vestia uma regata branca justa, uma calça blue jeans e botinas. Suava em bicas, aumentando ainda mais o desconforto causado pelo balanço do barco. Usava óculos escuros, mas franzinha o cenho do mesmo jeito. Scully vestia uma camiseta branca, bermuda cáqui e também botinas. Usava um chapéu da mesma cor da bermuda. Estava uma perfeita aventureira. SCULLY (empolgada) Ai Mulder, que marasmo!! Não era você que estava interessado para vir aqui? Onde está a empolgação? MULDER: Você está parecendo a Sharon Stone em "As Minas do Rei Salomão"...agora só falta me dizer que pareço o Richard Chamberlein... SCULLY: Até aqui, de mau humor, com náuseas, você não esquece seus sarcasmos Mulder.... você não tem jeito.. MULDER: Prefiro falar isso do que ficar reclamando como uma donzela... SCULLY: É por isso mesmo que eu acho que te aguento Mulder... (sorriu) MULDER: Scully, estou servindo de banquete para esses mosquitos assassinos...o que eu tenho que eles gostam?? Sangue doce? Scully gargalhou ao olhar Mulder se espanar. Ele conseguia ser cômico também nas atitudes. SCULLY (sarcástica) Ué, quem sabe não é a iguaria de seu sangue alienígena que está despertando a fome dos bichinhos... MULDER (incrédulo) Que isso Scully? Está tomando "Muldercina" por acaso? Essas tiradas são minhas! SCULLY (mais sarcástica ainda): Você é contagioso Mulder. E estou aqui para provar... Mulder volta seus olhos para o Rio, admirando a água extremamente negra. Percebe algo se mexer ao redor do barco. Ele incide o corpo para melhor olhar. Scully o observa de longe. Admira nos músculos que aparecem pelo tecido fino da regata. As costas e os braços brilham por causa do suor, ainda mais intenso pelo sol ardente. Passa os olhos por cada entalhe da musculatura definida, as voltas do corpo masculino. Percebeu- se de seu estado, e forçou-se a desviar o olhar, tentando espantar os pensamentos perniciosos que lhe traspassam a mente. MULDER: Ei Scully, olha isso aqui! Acho que é um boto! Antes mesmo de Scully chegar perto, uma onda d'água negra salta do Rio, banhando Mulder por inteiro. Scully não contém o riso, e começa a gargalhar. SCULLY (gargalhando) Ai Mulder...pelo menos assim você aplaca o calor! MULDER (furioso) Filho da m... é, fica rindo Scully! Queria ver se a água viesse para o seu lado, e molhasse a sua camiseta branca, te deixando em uma situação muito constrangedora! Ela consternou a expressão, ficando séria. SCULLY: Precisa trocar de camiseta Mulder. MULDER: Trocar nada! Fico sem mesmo! Ainda mais nesse calor! E os mosquitos que venham para o meu lado! Mulder retirou a camiseta, expremeando-a com as mãos. Scully novamente viu- se olhando para o corpo dele, analizando-o como uma escultura grega. SCULLY (sussurrando para si mesma) Ai Meu Deus...pára com isso Dana, você é passível de controle! Aguentou tantos anos, e não é porque ele tirou a camiseta, suado e molhado...(suspira)...que vou me deixar levar por impulsos reprimidos...preciso de água gelada...muito gelada.. Matheus :agentes venham para dentro vai começar a chover ! Mulder: claro .....vamos scully Scully:( ainda em seus pensamentos) ah..... claro mulder . Estava muito forte a chuva que cairá sobre aquela selva que mal se dava pra fazer a atravecia .já na aldeia ......... Foram até o gabinete do dr melra Scully:dr melra somo os agentes dana scully e fox mulder fbi ! Melra : o que querem agentes ? Scully: dr melra viemos por causa de uma cobra que era destinada ao dr bruno gafa , que em que o remetente era o senhor , e que causou a morte de dois homens e deixando varios feridos ,que cusa as mortes foram surpriendentes ! E num vasto silencio os agentes olham para o dr Scully: o senhor não vai dizer nada ? Melra : não tenho nada a dizer ! Mulder:como não !!!essa cobra veio daqui foi o proprio gafa que confirmou , e que foi o senhor que o chamou , a pergunta é para que e por que ?? Melra (em estados de nervos ) agentes eu não sei responder essa perguntas, por isso quis que gafa pesquisace , ele conhece todo tipo de animal. De repente um homem entra na sala e se aproxima de melra cochichando em seu olvido . Daniel: dr um de nossos homens morreu , e a criatura escapou . Melra : a primogenito , não iamos mata la , agentes fiquem aqui eu já volto e explicarei tudo Melra sai junto como seu capanga Mulder : scully esta acontecendo alguma coisa ? Scully: mulder , onde vai ? Mulder: vou atras deles scully.. Em aproximaçao via se um corpo estendido no chão , estava la melra observando o corpo da vitima . estava coberto por uma gosma verde que parecia acido porque havia partes do corpo da vitima eu estava deformada . Scully: meu deus !!! oque causou isso ? Melra : para onde ela foi Daniel ? Daniel: para o rio dr . Melra : não .... rapido presizamos broquear as saidas , vamos caça la chame alguns homens e pegue o rastreador . Mulder: o que esta acontecendo ??? Melra : agentes ...... há uma cobra a solta ! Scully : igual aquela do navio ? Melra : sim mas um pouco maior foi a primeira . Mulder : afinal que animal é esse que cobra é essa ? Melra :meu projeto era criar um organismo perfeito onde nem uma doença podece ataca la , eu presizava de ajuda e dinheiro ate que um homem ofereceu verbas e me deu um frasco de um DNA , ele me disse que a cura da humanidade estava ali. Mulder : como era esse homem ? Melra : era branco cabelos grisalhos e fumava muito depois ele desapareceu . Scully(olha para mulder ) canseroso ! Mulder : e o que voce descobriu ? Melra : que em vez de fazer bem a humanidade , pode causar nossa destruiçao que é mal , se existe vida fora da terra eles querem nos enganar e nos destruir . Mulder: bem é apenas uma cobra ! Melra ; não agente esta enganado , é como se fosse a do jardim do eden Scully:o que esta me dizendo que ela não rasteja em pernas é inteligente !!! Mulder : o que scully ? Scully : sim mulder a biblia diz que a cobra antes de fazer eva pecar ela tinha pernas e deus como castigo porque vez o homem cometer o pecado a fez rastejar por terra como castigo ah ... meu deus ! Mulder : e como vamos encontra la ?nesse rio imenço. Melra ; colocamos um chip rastreador Daniel: dr ela esta isolada . Melra:otimo Daniel , em baixo da agua há barreiras de metal . Scully: entao ela esta isolada nessa parte do acanpamento ? Melra : sim , se fomos para o rio seremos presas facil , é melhor ficar no acanpamento ela vai nos procurar preciza se reproduzir já que ela é a única . Scully : como , esta dizendo que somos um tipo de hospedeiro para ela ? Melra : sim , durmam logo ela vira . 23:30 há uma luz de um lampião em uma barraca deitados na rede estao mulder e scully scully esta pensativa dava para se escutar o barulho da chuva na mata e um vento forte Mulder : Scully .... o que ouve voce esta longe ? Scully : tinha razao mulder é um arquivo x , estamos nos aqui isolados esperando ela chegar parece mesmo que é o fim do mundo o passado volta a tona ... Mulder : scully não deixe sua religiosidade te enganar não é obra de Deus é sim deles . Scully : deles quem ? Mulder : dos alienigenas . Scully estava cabisbaixa e mulder veio ao seu encontro e pegou seu rosto e ficou a olhando e a abraço tao forte que dava para sentir seu coraçao pulsar Scully : Mulder estou com medo , seja la o que for essa coisa eu não sei o que pode nos acontecer mulder eu tenho medo eu tenho medo...... mulder (olhando em seus olhos ) medo de que scully ? scully : eu tenho medo .... de te perder !!! um vasto silencio........mulder olhando em seus olhos aproximou seus labios ao da parceira como se fosse um peça de cristal que tocara como total cuidado .ouvia se suspiros como se aquilo fosse um momento magico . scully : mulder o que estamos fazendo ? mulder :nada scully só é os nossos sentimento retraidos surgindo sem medo!!! Mulder voltou a beija la com tal carinho , ela retribuiu suas caricias ela ia a loucura em um simples toque , ela tentou relutar mas seu sentimentos foram maiores . Scully : Mulder Mulder: scully eu te amo , eu já te disse isso mas voce não acredita em mim deixe me provar isso , deixe eu te amar Scullly::: (em delirios ) deixo entao mulder foi laçando seu braços em volta de Scully , que deslizava suas maos em suas costas e lhe tirou a camiseta e vendo toda aquela musculatura lhe alisava o peito Mulder beijo cada parte do seu corpo , e jogados no chao de um modo selvagem eles fizeram amor . 00:45 estavam dormindo como anjos , quando se ouviu gritarias . Scully : Mulder acorde acorde , acho que ela esta aqui . mal se vestiram rapidamente que levaram um susto quando uma criatura de 10 metros de altura lhe apareceu em sua frente , tinha a pele molhada em sua boca caia uma saliva gosmenta Mulder : Scully cuidado !!!!! Scully : Mulder me ajude .!!!! Mulder sacou sua arma paw paw que não adiantara em nada . Mulder : scully não !!! os homens vincarem a barraca que a fundeara a criatura que sai correndo Mulder : Scully voce esta bem ( e a abraça ) Scully: ( assustada ) sim Mulder : vamos Melra : ela esta no rio vamos pega la rapido . Mulder : sobe no barco Mulder : scully quero que fique aqui . Scully: não Mulder !!!eu vou como você . Mulder : Scully fique aqui , pior do que acontecer algo comigo é acontecer com voce, ok eu vou voltar eu prometo ok . eu juro . Daniel : vamos não a tempo para romantismo . Scully : so observa o barco Melra : onde ela esta Daniel?? Daniel : em baixo de nos dr !!! Melra :preparem os arpoes ., Daniel outorize aos homens a usarem os cintos bombas Daniel . usem os cintos ... Mulder : cintos bombas ? Melra : sim agente se caso ela nos pegar sabemos que não vamos viver entao não vamos deicha la viver tambem vamos exprodi la . Mulder : o que ? Melra : é isso mesmo , somos a isca Daniel : dr ela esta subindo a superficie . Melra : otimo . Danie : dr ela esta no barco Começou a chover bem forte nessa hora Melra : Daniel onde ela esta ( silencio) Daniel : esta ... esta em baixo do senhor . O chão de madeira começou a rachar , a tal criatura suargira na frente de Mulder e Melra Melra : atirem !!!! Ouviu um rugido de dor , criatura saiu esbofetiando os homens , melra correu para pegar o veneno que estava no arpao mas avia uma corda no caminho e ele escorregou e caiu na agua , a ouvir o barulho o mostro se jogou na agua . Mulder : cuidado dr !!!! O mostro o pegou e o levou a te o fundo do rio , mum vasto silencio ouviu um barulho de explosao . Daniel: ele conseguiu ah dr , vamos ela esta morta No campamento Scully procura afrita por mulder Scully : Mulder Mulder : Scully Scully : que bom que esta bem Mulder : acabou Scully vamos embora pelo ao amanhecer Já na cidade mulder fala ao telefone Skinner : mulder o que voce e a scully relatarão não foram encontrados nada , a policia federal não encontrou nada . Mulder : como não é real estavam lá. Skinner : ok quando voltão ? Mulder : eu e a scully estavamos pensando se o senhor nos deixaria ficar mas uns treis dias , é carnaval aqui e gostariamos de ficar já que estamos aqui mesmo Skinner : o que !!! Mulder : é por uma causa justa , depois de tudo que passamos . Skinner : ok agente mulder ok Mulder : obrigado senhor Skinner : divirtance Mulder : ok tchau Scully : o que foi mulder? Mulder : não encontraram nada scully , limparam tudo mas uma vez eles venceram . Scully : e o que vamos fazer ? Mulder : em relaçao a isso nada , mas já que estamos aqui eu convenci ao skinner a nos deixar ficar mas treis dias para curtir o carnaval . Scully : o que mulder !!e a onde vamos passar o carnaval ? Mulder : rio de janeiro scully !! Scully : e já pensou como vais ser tua fantasia ? Mulder : eu estava pensando de tarzan e voce de piguemeu de uma tribo já que é pequena Scully : não começa mulder Mulder : bla bla bla fim _