Fan Fiction Autora: Virgínia Mota - xvivifiles Título: Une belle histoire Sinopse: Não tem como resumir... Tem que ler... Disclaimer: Os nossos queridinhos não são meus, infelizmente, pois se fossem muita coisa já tinha acontecido. Categoria: Shipper Spoilers: Requiem Feedback: Gente, esta é minha 2ª Fanfiction... Por favor mandem feedbacks!! ********************************************* Une belle histoire "Meu corpo está cansado, meu olhar escuro e embaçado, não sei o que está acontecendo, apenas me lembro de te ouvir dizendo: "Eu te amo". Três palavras com tanto significado... Queria saber onde estou, não te vejo ao meu lado, mas espere, há um vulto vindo em minha direção...Não! Ele está ao meu lado, será você?" — Scully, acorde! – Mulder diz sentando ao seu lado na cama do hospital A agente havia ido pra lá depois de desmaiar quando Mulder disse que a amava e lhe deu um longo beijo. — Onde eu estou? – Scully perguntou com voz de quem acaba de acordar, reparando onde estava – O que estou fazendo neste hospital? — Calma! Você veio aqui porque desmaiou e... – Fox não sabia o quê nem como dizer — E? – Dana não agüentava o suspense. Mas não precisou esperar muito pelas respostas. Começou a sentir contrações, afinal, já estava com quase nove meses de gravidez. Elas vinham fortes, e Scully não estava agüentando. Mulder segurou suas mãos com força e acionou o botão para chamar o médico, sua parceira estava preste a ter um filho, o seu filho. Algumas horas depois O parto correu tudo bem, a criança era um menino e nasceu em ótima saúde. Scully estava o amamentando sendo observada por Mulder, quando Skinner chegou. — Olá agente Scully, ou devo dizer, mamãe Scully! – Skinner disse com um sorriso, afinal, desde a abdução de Mulder ele a tratava como uma filha e com a volta do agente, nunca se sentiu tão feliz. Virando-se para ele disse – E você agente Mulder, ou devo dizer, papai Mulder? Percebendo a troca de olhares entre os dois disse: — Acho melhor deixá–los a sós – saindo do quarto. Scully parou de amamentar e pôs-se de novo a fitar o parceiro, o pai de seu filho, o homem que sempre amou... Mulder sentou-se a seu lado passando as mãos sobre a cabeça quase pelada do pequeno menino. — Que nome nós daremos a ele? – disse sorrindo e pensando "Nós..." — Que tal... Willian? – Scully apenas fitava o parceiro Rindo, Mulder disse que era um bom nome, aquele era o seu segundo nome... Mas fez uma cara séria. — O que tenho pra lhe dizer agora é sério – ele passou as mãos sobre os cabelos ruivos de Dana, pegou fôlego e disse – Agente Especial Dana Katherine Scully, quer se casar comigo? Ela ficou atônita. É claro que queria, mas tinha que pensar sobre como ficaria a vida deles depois do casamento, e, além disso, eles tinham uma ligação muito maior, um filho. Scully deitou a criança, já dormindo, no berço ao lado de sua cama, chegou mais próxima de Mulder e pegou suas mãos. — Agente Especial Fox Willian Mulder, eu aceito. Eles se abraçaram e ambos sorriram um imenso sorriso e se beijaram... agora a vida deles estaria completa. 20 dias depois Preparativos para o casamento Willian chorava "pedindo o seu leitinho" enquanto Dana acabava de falar com sua costureira pelo telefone sobre os últimos ajustes no vestido. Desligou e foi correndo para o quarto. A campainha tocou, era Mulder, mas ela não precisou ir atender, ele tinha a chave. Ele foi até o quarto e selou um beijo nos lábios dela. ***xxxx*** Apto de Dana Scully Washigton d.C. 3:07 am Scully abriu os olhos, tudo não havia passado de um sonho, um lindo sonho. Ela grávida do parceiro...Passou a mão na barriga que já começava a aparecer... Ela se casando com o homem que sempre amou... Mulder já de volta da abdução? Isto fez com que ela ficasse triste ao lembrar-se dele, a muito tempo não o via. Ela ia se levantar quando olhou para a janela e parou. O céu estava estrelado de tal forma como ela nunca viu antes... Reparou em uma estrela que acendia e apagava teimosamente, ela parecia se mover no céu. "Mulder, por que não está aqui a meu lado? Por que estrela que teima em acender não pode significar seu retorno? Por que?" Enquanto proferia tais palavras aos céus, lágrimas rolavam pelo seu rosto. Voltou para cama e desabou em meio aos travesseiros chorando compulsivamente. Neste momento uma estranha luz apareceu em sua janela, Scully virou-se. A luz foi ficando cada vez mais intensa, de tal modo que invadiu todo o quarto. A agente deslumbrou-se com tal visão e ficou admirada com tal luz e seguiu em direção a janela, mas, ao chegar perto a luz cessou e em seu lugar uma estranha caixa apareceu. Scully a pegou e abriu. Dentro havia um papel dobrado. Pegou-o e abriu, era uma carta, uma carta endereçada a ela, vinda dos céus... Vinda de Fox Mulder. Começou a lê-la eufórica. "Não sei como isso poderá chegar em suas mãos, mas espero que todos estes estranhos seres daqui compreendam o quão importante esta carta é. Bem, Scully, se é você que está lendo isto, sinto muito por ter entrado naquela estranha luz e não ter ouvido o chamado de Skinner... Você deve estar pensando que a culpa não é minha, realmente, não é só minha, mas faço parte de toda esta história... Estou com tanta saudade, uma saudade que me deixa sem forças, mais do que os próprios testes... Não sei se conseguirei sobreviver a estes testes, não sei se sobreviverei sem você ao meu lado... Dentro desta pequena caixa segue uma pequena pulseira que arrumei por aqui... Você deve estar achando estranho eu dizer como se aqui fosse um lugar normal, e realmente não é, mas de qualquer maneira, esta pulseira possui um poder, um poder extraterrestre, um poder capaz de realizar seus sonhos... Bom, se isto for verdade, espero que seus sonhos tenham relação comigo... Preciso terminar, meus dedos não agüentam mais... Com todo amor, Fox Mulder" Lágrimas não paravam de cair dos olhos de Scully. Ela mexeu na caixa novamente e achou a pulseira, era linda, dourada com um brilho intenso. Colocou-a em seu pulso e uma estranha sensação subiu pelo seu corpo, ao olhar para pulseira novamente, viu que esta tinha, agora, um brilho esverdeado vindo de uma parte mais achatada escrito "Fox Mulder". As lágrimas ainda não haviam cessado, continuavam rolando pelo seu rosto. Ela pôs-se a fitar a pulseira e falar em meio a soluços: "Mulder, não me encha de esperanças se essas forem falsas... Também não sei se vou agüentar viver sem você e também espero que esta pequena pulseira realize meu sonho, meu sonho de tê-lo junto a mim de novo... Volte pra mim!" Desviou o olhar da pulseira. Olhou de novo pela janela. A estrelinha teimosa não estava mais lá, e estranhamente todas as outras estrelas foram se apagando uma a uma, até que no céu só havia o brilho da lua. O tempo pareceu parar, menos ela. Sua pulseira agora emitia um brilho verde cada vez mais intenso. Começou a esquentar, mas Scully não reparava continuava olhando o céu sem estrelas. De repente a pulseira guiou seu braço até um ponto na imensidão escura. Ela estava apavorada, não conseguia movimentar o braço, por fim cedeu. Agora a pulseira comandava os movimentos daquele braço. Sua mão apontou para um ponto e este acendeu. Novamente uma luz intensa tomou conta do quarto, mas em questão de segundo ela desapareceu. O tempo voltou junto com as estrelas. Perplexa, Scully olhou para a pulseira, já tinha o movimento do braço. A pulseira voltou ao seu brilho dourado. Scully resolveu deitar- se, mas ficou revirando na cama de um lado a outro tentando achar uma explicação para tudo que havia acontecido. O nome do parceiro martelava em sua cabeça, foi então que percebeu que novamente a pulseira tinha o brilho esverdeado, começou a pensar se tudo se repetiria, mas não, a pulseira soltou-se sozinha e caiu no chão. Scully foi pegá- la, mas no momento que tocou a pulseira esta desapareceu. Em seu lugar uma estranha fumaça começava a tomar uma forma sólida... Scully a olhava, ainda sem entender, mas então percebeu um brilho esverdeado em meio a fumaça, mas não era mais o da pulseira, eram os olhos de Mulder. A fumaça sumiu e em seu lugar Mulder apareceu. Scully o abraçou forte ele retribuiu o abraço. — Scully! Pensei que nunca mais a veria – disse tomando o rosto da parceira entre as mãos, os olhos marejados de lágrimas — Não sabe como senti sua falta, Mulder, 6 meses sem você duraram uma eternidade... –eles agora se olhavam nos olhos. Mulder abaixou o olhar e reparou na saliência atrás do pijama que Scully usava. — Scully, não me diga que... — Sim, Mulder... Estou grávida... – ela disse pegando a mão do parceiro e colocando sobre sua barriga – E este filho... – ela hesitou — E este filho?...- ele tinha um grande sorriso entre os lábios – é meu? Scully balançou a cabeça positivamente. Mulder passou as mãos na barriga da parceira e voltou com elas ao seu pescoço. Eles se olharam intensamente e seus rostos foram se aproximando. Trocaram um beijo a princípio calmo que foi se tornando ardente e apaixonante, um beijo a muito tempo esperado, a muito tempo desejado... Mulder se afastou um pouco e murmurou: — Nunca mais sairei do seu lado... — Não, Mulder, você nunca mais sairá do nosso lado. Fim ************ Notas: Era pra ficar maior, sabe? Mas eu fiz esta fic em menos de uma hora... Espero que tenham gostado... Dedico esta "little" fic a minha grande amiga Priscila que ficou me ouvindo durante um tempão enquanto eu acertava alguns detalhes da fic e contava o episódio de domingo... Please, mandem uns feedbacks, afinal, este é nosso único salário B-joX Xvivifiles