FAN FICTION AUTORAs : Sky e Bellefleur X E-MAIL : selmasky@ig.com.br / bellefleur_x@hotmail.com DISCLAIMER : Os personagens desta estória pertencem aos seus criadores e divulgadores, minha única intenção é o entretenimento de fãs que, como eu, apreciam o seriado, não há nenhum interesse lucrativo. CATEGORIA : Trash/Shipper CLASSIFICAÇÃO : Uma ou outra palavra chula, mas nada que vocês não ouçam na novela das sete. SINOPSE : Essa idéia nasceu de uma brincadeira sobre uma clínica de reabilitação para shippers que a Clá e a Jéssica inventaram. Nós quisemos contribuir, escrevendo uma estória nada romântica. OBSERVAÇÕES : Aguardamos um Feedback, por favor, digam o que acharam. Trash People Mulder acordou sobressaltado. Num canto, viu uma silhueta indefinida. - Quem está aí? - ele perguntou alerta. - Sou eu! - respondeu a voz feminina enfadonha. - Ah! - ele respondeu sem ânimo. "Novamente essa baranga me aborrecendo. Ainda se fosse a Diana... Por que será que ela não larga do meu pé? " Scully aproximou-se da cama irritada. "Não sei porque tenho que ficar bancando a pajem desse imbecil quando poderia estar saindo com alguém agradável." - Acorde Mulder, Skinner nos espera, ou você vai ficar o tempo todo dormindo? - Por que você está aqui? - Porque o Skinner mandou te chamar! - E por que você não tocou a campainha? Sabe que não gosto dessa invasão. - Eu tentei, mas você dorme como uma pedra e ronca feito um porco. Não tive alternativas. Ele olhou para ela com os olhos frios e pensou "Por que não?". Estudadamente, enfiou a mão embaixo do travesseiro e de lá tirou sua Magnum .765, companheira inseparável de momentos difíceis como aquele. - Essa é por você, Diana. - ele falou por entre os dentes, antes de descarregar sua pistola na cara de Dana Scully. Ela não acreditou no que estava acontecendo. Havia gasto mais de uma hora aquela manhã, fazendo escova naquele cabelo, que agora estava totalmente molhado, arruinado, grudado em sua cabeça como um capacete de ráfia. "Ai, que ódio! Esse babaca infantilóide e sua pistola de água..." - Você vai me pagar por isso, Fox Mulder. - replicou, fuzilando-o com o olhar. - Ha, ha, ha. - ele riu irônico. - Não sei como... - Vou contar prá todo mundo no Bureau que mais da metade de suas tão afamadas revistas de sacanagem são, na verdade, exemplares de G Magazine. - Não, não faça isso... - ele murmurou assustado. - Eu faço qualquer coisa. Eu empresto meu secador e meu baby liss prá você consertar seu cabelo, mas por favor, não faça isso. - Estou me lixando pro seu secador - ela respondeu com raiva, tirando do bolso um par de algemas. - O que vai fazer com isso Scully? - ele perguntou com olhar assustado . Mulder tentou se levantar mas já era muito tarde. Num relance Scully estava em cima dele, prendendo-o à cama com suas pernas. - Vou encher seu cabelo de laquê, seu bocó! Scully tirou o spray do bolso, sacudindo para dar pressão. - Mas, Scully, e essa algema? - Não é algema, seu otário. É gelado de arroz integral sem gordura. - Em forma de algema? - Eu comprei no bar dos policiais. O que esperava? Enquanto isso, ela colocava uma porção enorme daquele gel sobre o cabelo dele que ficou espetado. - Pronto! - ela exclamou triunfante. - Agora é só fincar uns tomates cereja na ponta e você vai ficar parecendo o ET que você sempre procurou. Num repelão, Mulder conseguiu se livrar das algemas de arroz integral de Scully que repousavam sobre sua barriga e a segurou pelos braços, passando as mãos pelos seus seios. - Finalmente descobri porque os seus seios não balançam! - ele exclamou triunfante. - Você usa Libs! Eu sabia! Se bem que cheguei a pensar que fosse implante de silicone!!!! - Ora, seu porco chovinista, tá pensando que eu sou aquela perua ridícula da Fowley que até plástica já deve ter feito! - Plástica eu não sei se ela fez, mas sei de coisas sobre ela que deixariam você de cabelo em pé... - ele respondeu com jeito maroto. Os olhos de Dana Scully imediatamente se iluminaram com a possibilidade de revelação de segredos atrozes sobre a infame Diana Fowley. - Ah, conta, danadinha! Conta... - disse com ar súplice. - Sei de fonte fidedigna que Diana fez cirurgia de mudança de sexo. - O quê? - ela indagou espantada. - Quer dizer que a Fowley virou homem antes de morrer? "Ai, ai, ai. Essa baranga é burra mesmo! Pensei que burrice fosse mal de loura..." pensou Mulder desalentado. - Não, anta. Eu a conheci como Denilson Fowley, quarto zagueiro do time de futebol americano da faculdade. E que quarto zagueiro... - Quer dizer que Diana Fowley era travesti? - perguntou surpresa. - Scully, você pinta o cabelo, minha filha? - respondeu com ar sardônico. Ela negou com a cabeça. - Travesti ela seria se não tivesse feito operação, Pedro Bó! Pedro Bó também já era demais! Ah! Não se mexe com baixinha assim... Scully incorporou sua bisavó irlandesa e resolveu rodar a baiana (ôrra meu, que trem doido essa salada de nacionalidades, tchê!). - Qual é, Mulder? Só por que o meu cérebro está dando umas rateadas, não é motivo para você ficar gozando com a minha cara, palhaço. - ela estava furiosa. - Afinal de contas, ficar sempre com essa aparência fresca e maravilhosa que eu exibo por aí, correr de salto alto sem tropeçar e outras "cositas mas" não é fácil, não, meu querido. Ou você pensa que é mole ter que acordar todo dia às 5 da manhã para fazer unha, cabelo e maquiagem? Os cantos da boca de Scully espumavam, seus olhos soltavam fagulhas. A mulher estava realmente enfurecida, aparentemente pronta para sentar a mão no homem deitado diante dela. Numa atitude de auto-preservação, Mulder tentou sentar-se na cama e proteger-se com o travesseiro. Porém, o gelado de arroz integral sem gordura, que já não estava mais tão gelado assim, começou a escorrer por sua barriga, besuntando tudo. - Eca! - exclamou Scully com cara de nojo. - Olha só o que você fez com o meu gelado... Agora só lambendo... E surpreendentemente ela saltou sobre ele e começou a lamber- lhe o ex- gelado derretido e, por tabela, sua barriga. De repente, ela parou, afastou-se abruptamente e estatelou no chão com o tranco. Começou a rir feito uma louca, deitada sobre o tapete, lágrimas escorriam de seus olhos e Mulder a fitava sem entender. "Xi!" ele pensava, "Coitada! Pirou na batatinha!" - Ô, Scully? - perguntou cauteloso. - O que foi minha filha? Surtou de vez? Ela procurou se acalmar e olhou para ele com os olhos brilhantes. - Mulder.. - ela suspirou, recuperando o fôlego. - Eu sempre soube que você era estranho. Agora, o que significa... - ela recomeçou a rir, - ...essa cueca... - Agora ela não se controlava mais. - ...com esse porquinho no meio? - e ela desatou novamente num riso convulsivo. - Hi! Qualé Scully? Vai ficar me gozando? Eu sempre gostei de bichinhos... - ele resmungou, fazendo beicinho. - Até aí, tudo bem. - ela enxugava as lágrimas. - Mas seu porquinho tá parecendo mais um tamanduá. Olha o focinho do bicho! Está chegando no umbigo! E novamente ela foi sacudida pelo riso. - Pára, Scully! - ele agora estava irritado e se levantou, aproximando-se dela. - Nem vem, Mulder. Se você se aproximar mais eu faço baconzitos de você, com ovos cozidos - ela concluiu irônica, fitando o porquinho que se mexia enquanto chegava perto dela. - Acha que eu me interessaria por você? O que aconteceu? Andou comendo banana? Nem que você fosse a última das barangas. Agora Mulder havia pisado na bola com as quatro patas. Não se rejeita uma mulher desse jeito. Ainda mais em se tratando de uma baixinha. E ruiva... As bochechas de Scully foram ficando vermelhas, mais vermelhas que seus cabelos. Seus olhos azuis ficaram patrioticamente similares à bandeira americana, listrados de vermelho e soltando estrelinhas. A mulher estava virando bicho!! Dava para ouvir as engrenagens de seu cérebro rangindo enquanto ela elaborava uma reação. Mulder estremeceu quando viu uma fumacinha suspeita saindo por suas orelhas. "Caramba, será que a cabeça dessa mocréia está em curto?" - Fox Mulder... - ela rosnou por entre os dentes. - Você pelo visto prefere então Denilson Fowley, né? Da mesma forma como não se chama mulher de baranga assim, na cara, chamar um homem de boiola direto na lata também não é muito simpático. - Olha, Scully. - ele estava ficando nervoso. - Você está entendendo tudo errado. - ele estava irritado. - Eu só namorei com Diana depois da operação. - ele estava ficando furioso. - E a minha coleção de G Magazine é só para efeitos de comparação. Se é que você me entende. O porquinho da cueca parecia agora um elefante, enquanto Mulder dava mais um passo ameaçador em direção a Scully que se encolheu instintivamente. O porco-tamanduá-elefante estava a menos de cinco centímetros de seu rosto quando a mão de Mulder desceu em direção ao elástico e... - Fogo! - ele gritou, sacando o joãozinho de dentro da cueca e urinando sobre o rádio-relógio que se incendiava. Era isso a fumacinha que saía das orelhas dela! - Cruzes! - gritou Scully, rolando para o lado. - Olha o que você fez, Scully. Esse seu maldito gelado de arroz caiu em cima do meu rádio-relógio e o fez entrar em curto. - E por que você urinou em cima dele, seu nojento? - perguntou a mulher com a testa franzida. - Porque era a única coisa que estava à mão... Scully estava enojada. - Mulder trate de limpar essa bagunça. Você é asqueroso. Se seu senhorio ver esse teto, você será despejado. - Desculpe, querida - ele falou irônico. - O alvo era o rádio, mas a mangueira não estava regulada. Dizendo isso, ele recolheu o rádio, arrumou a bagunça, sob o olhar atento dela. - Ali ainda está molhado - disse apontando um canto. Ele a olhou de soslaio e praguejou. - Por que ainda está aqui, se não vai me ajudar a fazer nada? - Eu???? Você é que fez isso. Agora limpe. - E se eu não quiser mais limpar? - ele cortou desafiador. - Você é quem sabe, vai ficar no meio do lixo. - ela deu de ombros. - E aí, nem o Denilson, renascido dos mortos, vai querer entrar aqui. Vai ter que se contentar com seus exemplares da G. Mulder estava novamente ameaçador. - Eu já disse que não sou adepto da G. - falou entre dentes. - Diz isso aqui pro meu botão. - ela retrucou, puxando um dos lados do casaco e aproximando o ouvido. - O quê? - ela dizia como quem conversa com seus botões. - Eu sei, mas tenha misericórdia. Tá, sei... Ah! A cueca de porquinho? é... - ela voltou a fitar o parceiro. - Desculpe, Mulder, eu até tentei, mas nem conversando com meus botões, consegui convencê-los. - Deixa que eu os convenço. - Mulder falou aproximando-se. - Sai pra lá. Eu não quero saber de nada. - Eu não vou chegar perto de você, convencida. Vou tomar um banho, a menos que você queira ver. - Eu?? - ela arregalou os olhos. - Você não tem nada que eu queira ver, Mulder. Além disso... eu estou sem minha lupa. Aquilo era demais! Primeiro chamou-o de gay, agora mexia com seus dotes. Não tinha jeito! Ela precisava pagar. - Vou te mostrar meus dotes! Antes que ela pudesse reagir, Mulder a ergueu nos braços e seguiu para o banheiro. Ela ia jogada como um saco de batatas sobre os ombros largos do parceiro. Se ainda fosse no colo, o final daquela estória poderia ser diferente... É que ela sempre sonhara em ser carregada no colo por um homenzarrão como ele. [Um parêntese, na verdade, um colchete para reflexão: sim, era penoso, mas ela tinha de admitir que ele era um pedaço de mau caminho... Bem, justiça seja feita, um mau caminho inteiro! Aliás, qual mulher em sã consciência não acharia Fox Mulder um pitéuzinho com aquela carinha de carente que ele faz de vez em quando, barbinha pinicante (afinal, a nossa estória se passa de manhã cedo) e olhar de "vem cá, minha nega" (como diz a Graça), hein? Você rejeitaria, amiga?] Mas ser carregada daquele jeito, feito um traste qualquer... Era humilhação demais para uma mulher de brios como Dana Scully. Ela precisava reagir. Mas como? Concentrando toda sua força na base da coluna e nos quadris, Scully ergueu-se dos ombros do homem, deu um duplo salto mortal no ar, quicou no teto baixo do apartamento e aterrisou na porta do banheiro, de pé diante de Mulder, as mãos já armadas em um golpe de karatê. [Mais um colchete para reflexão: como ela fez isso, vocês devem estar se perguntando. Já assistiram ao filme O Tigre e O Dragão? Eu também não. Mas se essa cena não estiver lá, deveria...] Surpreendido pelo gesto, ele olhou para o teto e depois para ela, com ar desolado. - Olha só o que você fez! Deixou pegadas no teto... Como é que eu vou explicar isso ao meu senhorio, Scully? - perguntou com aquele maldito arzinho carente. - Agora você vai ter que me ajudar a limpar... - Ah, essa não, Fox Mulder. - ela sibilou furiosa. - Primeiro quase faz xixi em cima de mim, depois me agride, me carrega feito um saco de batatas e agora quer que eu limpe seu teto. Tenha a santa paciência, homem! - Sabe? - ele falou com aquele sorrisinho irresistivelmente sedutor que só ele sabe dar. - Eu adoro quando você me chama de Fox Mulder. - Ahn? - ela perguntou desconfiada. - É. Adoro o jeitinho como você diz Foccssss, assim estalando a língua e chiando o S no final. - aquele maldito sorrisinho ainda estampado na cara, o porquinho da cueca lentamente retomando seus ares de tamanduá. Crack! O gelo do coração de Scully começava a estalar, rachando-se. - E quando você fica zangada e franze a testa assim? Confesso que sempre tive uma certa quedinha por essa ruguinha em sua testa, Scully. - disse, deslizando o dedo suavemente pela ruga. Crack, crack, crack! Olha o gelo derretendo aí, gente! - Fala Fox de novo, fala... - suplicou manso o adolescente de quarenta anos. Ping! Ping! Ping! Era o barulho do gelo derretendo e pingando no carpete do quarto. [Outro colchete para reflexão: Peraí! O carpete abafa o barulho dos pingos, você deve estar pensando. Ok, eu respondo. O pinga- pinga é licensa poética, que tal?] Ela precisava ser forte para resistir àquele olhar 43 de menino grande que ele descaradamente atirava em sua direção. O rosto dele, aqueles lábios pecaminosamente sensuais estavam a apenas uns poucos centímetros dos seus. Scully respirou fundo. - Xô, tentação! - sem querer, acabou exprimindo seus pensamentos em voz alta. - Tentação, é? Então você admite? - provocou, imprimindo com seus lábios um toque fugaz sobre a boca vermelha da mulher. Chuaaaá! O pinga-pinga do degelo transformara-se em cascata. A respiração dela se acelerou, suas narinas dilataram-se. O golpe de karatê que suas mãos armavam caía por terra. Em lugar disso, aqueles dois seres com vontade própria, brancos, quentes e macios que ela chamava de mãos, se espalmaram sobre o peito forte daquele homem que a instigava. - Você me deixa looouco... Ah, Scuuuleeee... - O porquinho reassumira as feições de elefante. [Mais um colchete para reflexão? Vá lá: Bom, e toda essa porcaria não poderia acabar em outra coisa. Assinamos nossa demissão da clínica de reabilitação de shippers e sentimos muito, mas agora, a brincadeira vai ficar séria...] Scully ouviu a declaração dele com os olhos estatelados. Mas sua racionalidade, ou antes, seu senso de ridículo falou mais alto. Afinal, o que ela, uma mulher séria e correta, cuja vida sempre fôra pautada pelos ditames rígidos de sua mente bem treinada, estava fazendo ali? Com um homem de quarenta anos, os cabelos espetados como os pêlos de um porco-espinho, vestindo nada mais do que uma improvável cueca de porquinho? Não há bom gosto que resista a uma situação destas e todo o clima foi por água abaixo quando ela começou a gargalhar. - De novo, Scully? - ele perguntou desalentado. - Desculpe, Mulder! Nós dois estamos ridículos. Mas ele já não estava mais como disposição para brincadeiras. Continuou seu percurso até o banheiro e diante do olhar atônito e desaprovador dela, entrou embaixo do chuveiro ligado. - Mulder... - ela começou debatendo-se. - Minha roupa... - reclamou. - você está... Mas não teve como continuar. Ele a pressionou contra a parede, ficando embaixo da ducha. A água escorrendo pelo cabelo, retirando o gel e fazendo-os escorrer sobre o rosto. Aquela adorável expressão infantil moldando-lhe o semblante. - Mulder.. não! - ela falava sem convicção. - Eu estava gostando daquele ataque sem sentido, mas agora... - Eu também, Scully. E agora estou gostando mais ainda. O garotinho cresceu. Não tem mais nada sobre o corpo para torná-lo ridículo. Apenas um homem. E ela baixou relutante os olhos para ver que ele estava completamente despido. Gemeu. Seus olhos se encontraram e autenticavam as palavras ditas. - Mulder e... sobre a Diana...? - Está morta... - E as outras mulheres...? - Não há mais nenhuma... - E nossa parceria...? - Está subindo um estágio... - E os Arquivos X ...? - Esse está sendo o melhor deles... - Mulder... - Sh... - ele interrompeu colocando os dedos sobre os lábios dela. - Eu vou amar você agora, Scully. Não pra te provar nada, não porque você está aqui, nem porque não há ninguém mais. Simplesmente porque eu quero e você também quer. A roupa estava colada ao corpo dela e as mãos de Mulder começaram a se mover sobre elas. Com um gesto, deixou-lhe os ombros nus e começou a beijá-los. Caminhou pelo colo, descendo pela pele molhada, abrindo caminho com as mãos e, em breves instantes, ela estava tal qual ele. Scully buscou-lhe os olhos. Mulder estava sob a água e, por Deus! Como estava lindo, nenhum detalhe que ela pudesse ridicularizar ou reprovar. Ela deu de ombros. - Que seja... - murmurou no ouvido dele. E os relatórios, Diana Fowley, Skinner, os Arquivos X, todos foram esquecidos enquanto ele davam um mergulho no inusitado e estimulante mundo do prazer. FIM