Tortura Autora: DK Scully E-mail: dkatherinescully@yahoo.com Categoria: Scully/ Mulder Classificação: Não recomendável para menores de 18 anos e pessoas sensíveis a cenas mais fortes e explícitas de sexo. Feedback: Autores de fanfictions vivem disso! Nota da autora: Fic dedicada à Graça que tanto precisava de uma NC-17 forte! Hehehehe Eu não acho que ficou como eu queria, mas a pressão foi grande... hehehehehe Obrigada à Mônica Almeida que betou para mim tão rapidamente! Atenção: esta fic é continuação da fic Clube 7 da Graça, Ana Lúcia e Bellefleur! E ela possui uma continuação chamada Wicked Game da Mônica Almeida! Todas as histórias você encontra no site da Késsia (http://www.shipperx.hpg.com.br) O beijo sôfrego e urgente cessara contra a vontade de ambos devido a batidas na porta. Ainda com a respiração irregular, Scully abriu a porta para o Diretor Assistente Skinner. _ Agentes, ótimo trabalho. _ Não fizemos nada praticamente._ comentou Mulder decepcionado tanto pelo modo com o caso acabara quanto pelo beijo recém interrompido. _ Não valeu a pena ter passado por tanta humilhação. Se ao menos houvéssemos resolvido tudo. _ Agente Scully, não foi humilhação. Muitos agentes gostaram do que viram. _ Virou-se para Mulder e recebeu um olhar gelado do agente em retribuição à sua piada. _ De qualquer forma, precisamos de um relatório para amanhã à tarde. Depois disso, vocês podem tirar um dia de folga. _ Tudo isso? _ Ironizou Mulder. _ Pelo menos estou conseguindo um dia. O bureau está sobrecarregado de casos e vocês têm que ser usados para outros além dos Arquivos X. Todos queremos folga, mas somente quando as coisas estiverem mais calmas por lá. Vou deixá-los descansar agora, mas não esqueçam do relatório. _ Tudo bem, Skinner. Amanhã terá seu relatório nas mãos. _ Terminou Scully fechando a porta. Dana voltou-se para o parceiro e viu em seu olhar o quanto ele a desejava. A encontrara com seu pijama de seda branco que mostrava basicamente todas as curvas do seu corpo. Via como ele praticamente revirava os olhos ao passá-los pelos seus seios cobertos somente por uma fina e gelada camada de seda. Talvez brincar um pouco com ele fosse interessante. _ Quer beber alguma coisa? Cerveja, vinho, refrigerante, água? _ Um vinho seria interessante. Ela seguiu para a cozinha caminhando de forma insinuante. Não tanto quanto no bar que acabara de fazer seu trabalho, mas de modo que mostrasse mais que o normal o balanço dos seus quadris. Somente a imaginação de ver Mulder excitado ao vê-la já a deixava com vontade de jogar tudo para o alto, beijá-lo e fazer amor com ele. Entrou na cozinha à procura do vinho e enquanto pegava a garrafa na geladeira foi agarrada por trás, sentindo perfeitamente o quanto seu parceiro a desejava. Entretanto, ainda não era hora. Ela precisava de mais. Precisava torturá-lo um pouco. Desvencilhou-se do abraço apertado e rumou ao armário pegar taças para o vinho. _ Mulder, não acho que seja uma boa idéia. _ O que? _ Nós... juntos... fazendo... hum... você sabe. _ Scully... Sem poder agüentar nem mais um instante, ele foi rapidamente em direção à parceira, agarrou sua cabeça e pescoço com força e encostou imediatamente seus lábios aos dela. O silêncio aos poucos foi dando lugar a gemidos abafados pelos beijos violentos que eram trocados. Era como se nada mais importasse. Queriam compensar todos os anos de tensão não resolvida ali, naquele exato momento. Sem fôlego, Mulder afastou-se um pouco dela, olhou ao redor e vendo a pia praticamente limpa, pegou a mão da parceira e a guiou para lá, carregando-a de forma que ela sentasse na bancada. Sob os olhares dela, o homem abriu bruscamente o caminho para os seios dela, arrancando de uma vez só os botões do pijama, deixando à mostra os seios alvos e macios da parceira. Com uma das mãos, ele acariciava um e com a boca o outro. Scully sussurrava o nome dele enquanto sentia crescer a cada instante sua excitação. Precisava beijá-lo, sentir seu gosto como havia sentido na boate e há poucos minutos na sua casa. Segurou e direcionou a cabeça do parceiro em direção à sua e o beijou. Com suas pernas, o trouxe para mais perto e pôde sentir a explosão que estaria por vir. Enquanto o beijava, desceu suas mãos e abriu o zíper da calça dele, colocando para fora o membro rígido que tanto a desejava. Sentiu em suas mãos o calor do parceiro e com movimentos ritmados e lentos o levava aos poucos ao clímax. Ele, por sua vez, a acariciava desde o pescoço até o baixo das costas alcançando finalmente seus quadris, obrigando-a a retirar a calça do pijama. Ao sentir o frio da bancada e o calor do parceiro, ela arrepiou- se e sentia seu corpo clamando por ele, por um toque, que finalmente aconteceu. De uma vez, ele a penetrou profundamente, preenchendo-a por completo. Gemidos de prazer ocorriam a todo instante à medida que os movimentos de vai e vem aconteciam. _ Mulder... _ O que... Antes que ela pudesse falar algo, ele a carregou ainda unidos e a encostou na parede gelada, o que fez com que seu movimento intensificasse ainda mais a penetração. Ela o sentia cada vez mais rijo e quente dentro de si, enquanto ele apertava com força seus quadris para mantê-la numa posição quase sentada. Aproveitando a oportunidade, ela puxou seus cabelos suavemente para que ele a olhasse, então ela o beijou rapidamente nos lábios para em seguida beijar-lhe as orelhas. O corpo dele se arrepiava e ficava mais rápido cada vez que sentia o calor da boca da parceira. Sem ar, ele a liberou em pé no frio da cozinha, segurou sua mão e seguiu ao quarto, deixando o resto de sua roupa no chão. A visão do parceiro nu sem que estivesse num hospital ou algo assim a excitava. Mas o que estava fazendo? Precisava parar aquilo. Como deixou que as coisas chegassem a tal ponto? Como seria o dia de amanhã? Tudo seria somente sexo? Desejava somente sexo ou queria mais? _ Mulder, temos que parar por aqui. _ Scully... não podemos parar agora. _ Mulder disse enquanto gentilmente a deitava na cama. _ Podemos.... Devemos... Enquanto depositava pequenos e úmidos beijos nos seios dela em direção ao seu ventre, perguntou com a voz rouca: _ Quer que eu pare agora? _ O que? Era o que precisava para continuar. Sabia que ela não queria parar. Tinha certeza que ela o desejava tanto quanto ele. Seu rosto agora encontrava os pêlos dela e ele sentia seu cheiro. Sua língua ansiava por prová-la e assim o fez. Em movimentos de pura tortura, ele a explorava com os lábios fazendo com que as costas dela se arqueassem mais e mais. Com as mãos livres, ela acariciava seus seios e às vezes puxava a cabeça do parceiro para mais perto ainda dela. Aos poucos seu corpo começava a tremer com mais freqüência e sua respiração a se tornar mais e mais ofegante até que ela não agüentou mais e alcançou o orgasmo para deleite do parceiro. Ele voltou a beijá-la nos lábios, lenta e carinhosamente, enquanto acariciava seus cabelos. _ Há muito tempo eu queria estar aqui com você, Scully. _ Eu também. Depois de tudo o que ele fizera a ele, era hora de também proporcionar a seu parceiro mais excitação. Levantou-se vagarosamente da cama e, aproveitando que ele estava deitado de costas, ajoelhou-se com uma perna de cada lado do corpo dele, ficando suspensa encostando levemente em movimentos circulares a união das suas coxas no membro agora rígido de Mulder. _ Não me torture, Scully. _ Ele bravou com a voz firme no momento em que agarrou a cintura dela, trazendo-a para baixo, de forma que a penetração acontecesse. Longa e profundamente, ela sentia seu parceiro de maneira inédita até aquele dia. Como puderam esperar tanto por um momento como este? Como seria a relação dos dois a partir dali? Ela precisava de respostas. Mas não agora. Agora precisava dele. Somente dele. O sol ainda não havia nascido e os dois continuavam juntos, esperando somente o amanhã chegar. ************ The End ************** Provavelmente eu ainda vou continuar esta estória, mas não sei... hehehehehe