SUUM CUIQUE TRIBUERE By Sculder Ecks DISCLAIMER: Os personagens citados não me pertencem, e sim a Chris Carter, TT, FOX, DD, GA. Exceto os que são criados por mim. Também não tenho nenhum fim lucrativo com a execução das minhas fics que só visam o entretenimento dos fãs da série. CLASSIFICAÇÃO: Livre CATEGORIA: Inexplicável/Shipper SINOPSE: Final da série de 4 fanfics: Ad versus omnes; Si vis pacem para bellum e Mutatis Mutandis. NOTA: Ao final desta fanfic, há algumas considerações minhas, gostaria muito e agradeceria se lessem. XXXX Mulder ficou parado ao ouvir aquela voz expressiva, não conseguia manifestar qualquer reação. Num súbito virou seu corpo para o homem atrás de si, para encontrá-lo inteiramente de branco. Assustou-se com seu aspecto, parecia ser tão real quanto ele próprio. Aparentava ter a mesma idade de Mulder, era um pouco mais baixo e seus cabelos possuíam tom castanho - avermelhado. Foi andando até ele, mas esse homem, porém, não o deixou aproxima-se mais. - Não se mova. - ele disse colocando a mão à sua frente, impedindo a passagem de Mulder. - Não tem porque se aproximar mais. - Quem... é você? - Mulder conseguiu finalmente dizer após muitos minutos de silêncio total. - Você já viu o queria. - Quê? - Já viu o queria ver. Não tem mais dúvidas do que isso representa. - disse afastando-se e desaparecendo entre a escuridão do local. Mulder tentou seguí-lo mas não pode. Parecia estar preso. Seu corpo não respondia aos seus comandos. Quando finalmente conseguiu mexer seu corpo já não havia mais sinal dele. Virou-se, então, para as meninas e correu o máximo que pode, chegando bem perto de Gake e Ithy. Ainda estavam suspensas, e dormiam também. Mulder conseguiu tocar o braço delas, mas não pode trazê-las ao chão ou acordá-las. O homem de branco surgiu de repente, no meio delas. Mulder esquivou-se e as duas simplesmente foram caindo no chão, suavemente. Ficaram deitadas adormecidas. - Por que ainda está aqui? - o homem olhou-o profundamente nos olhos. - O que está acontecendo? - Já deveria saber. - O que eu deveria saber? - Que você nunca conseguiria parar o que está acontecendo. Por isso, nem tente. O homem sentou-se ao lado das duas garotas e iniciou um ritual, de olhos fechados, movendo as mãos calmamente em torno do corpo, em gestos desconhecidos para Mulder. Quando executava certos movimentos, as mãos dele pareciam disparar alguns fachos de luz, quase apagados pela grande energia que os corpos de Gake e Ithy emanavam. - O que está fazendo? - Mulder levou uma das mãos para segurar o pulso do homem ali sentado. Isso fez com que o tal homem abrisse bruscamente os olhos para encará-lo. - Como consegue me tocar? - disse puxando seu braço bruscamente, fazendo com que Mulder caísse no chão. A força dele era incrível. - Então você realmente é... - o homem silenciou. - O quê? - Mulder tentava levantar-se. Nesse instante as meninas já acordadas, olhavam-nos, como que apenas indagando o que estavam fazendo. Pouco se preocupando com o porque de estarem naquele local. - Elas não são nada do que não podem ser. São tudo o que são. - o homem falou, percebendo o olhar que as meninas e Mulder trocavam. - Porque? - Você deveria lembrar, não deveria? - Lembrar do que? - O porque disso estar acontecendo. Sabe que elas não estão prontas. Mulder não compreendia nada do que aquele homem lhe falava. Estava muito confuso ainda, como conseguiria processar o que via com o que sabia? Não podia, e sentia-se cada vez mais fraco. O homem sentou-se novamente no chão e fez com que Mulder fizesse o mesmo. - O mundo não está pronto ainda para duas pessoas como elas... - Do que está falando, por favor, me expl... - Deixe-me falar. - o homem interrompeu. - Da primeira vez, achamos que seria a hora e não foi. Agora também pensamos que o momento ideal havia chegado, mas não aconteceu. A aceitação foi nula. Mulder não entendia ainda. - O mundo não aceitaria duas pessoas, eles dividir-se-iam. Não conseguem simplesmente acreditar, precisam de convicções. E de uma só pessoa. - Mas o que quer me dizer com isso? - Que ainda não chegou a hora delas ficarem. Mulder ficou quieto. - Não há mais nada a fazer aqui. Ele disse, colocando as mãos na altura dos olhos. Novamente os fachos de luz saíram das mãos dele e as meninas caíram ao chão, dormindo. - Não! - Mulder puxou as mãos do homem para baixo, que se levantou bastante irritado. Porém, não fez nada, só ouvia o que Mulder gritava. - Precisamos de outra chance! Você não entende. - Não precisam. Nunca precisaram. - disse secamente. - E as outras pessoas que morreram?! - Houve motivo para sua morte, não acreditaram. Mulder irritou-se com toda a força que conseguiu. Empurrou o homem contra o chão, usando a energia que ainda lhe restava. O homem ficou muito espantado com o que ocorreu, levantou rapidamente segurando Mulder pela roupa. - Controle sua força, rapaz! Você realmente não lembra?! Você precisa lembrar que nunca pode derrubar quem o ajudou. - Você me aj... ajudou?! Como?! - Nunca lhe revelarei, precisa fazê-lo por si próprio. - disse antes de andar até a escuridão. Ao olhar para as meninas dormindo, sem querer e sem entender o motivo, Mulder lembrou do rosto de Scully. Jogou-se ao chão, chorando muito. Colocou as mãos sobre o rosto e sentiu alguém tirá-las de si. - Não chore... - Gake retirava uma das mãos de Mulder do seu rosto, passando a acariciá-la. - Fique calmo... - Ithy fazia o mesmo com a outra mão. Ele ficou ali, um pouco quieto analisando o rosto das duas. Elas tinham muita luz saindo delas, mas quase nem percebiam isso. Pareciam indiferentes aos acontecimentos que extraordinariamente se processavam diante de tudo. - Vocês sabem o que está acontecendo?! - ele disse, sendo ajudado pelas duas a sentar-se. - Não. - simplesmente disseram juntas. - Seus pais morreram. - Mulder falou num repente, alguns minutos depois. As duas se olharam, mas não demonstraram qualquer sentimento de tristeza. - Não eram nossos pais. - Gake respondeu. - Como? - Nós não tivemos pais nessa vida. Mas não se preocupe. - Ithy preferiu falar. - O quê? - Já disse que não se preocupe com isso. - Como sabem? - Mulder perguntou um pouco preocupado. - Quem lhes contou? - Almas. - Gake falou tranqüilamente. O homem novamente se aproximava, trazendo uma mulher em seus braços. Não se identificava quem era, até que ele aproximar- se mais da luz das meninas. A mulher era Scully, adormecida nos braços do tal homem de branco. Percebia-se tranqüilidade em seu sono e não o sofrimento que se via estabelecido no rosto dela horas atrás, naquele hospital. O homem também vinha serenamente, e a carregava com carinho e cuidado. Mulder levantou um pouco o rosto e, ao ver Scully, correu até ela. O homem porém, só parou de caminhar quando chegou ao seu destino, o centro daquele templo. Colocou-a deitada no chão, puxou uma mecha que lhe cobria o rosto e ficou a admirá-la. - O que fez com ela?! - Mulder ajoelhou-se ao lado da parceira. - Nada. - o homem sorriu - Entenda que nunca em sua vida impedirá o destino das pessoas. O agente nem prestava atenção no que o homem lhe falava, estava tentando fazê-la acordar. - Já encontrou as três pessoas que procurava, não é?! - homem falou, colocando o braço em volta dos ombros de Ithy e Gake. As duas amigas sorriram para o homem. Scully abriu os olhos lentamente, deu um suspiro e sorriu ao ver Mulder à sua frente. Algumas lágrimas correram pelo rosto dele e ela colocou a mão em sua nuca, o trazendo para si num longo abraço carinhoso. - Mãe?! - as duas garotas falaram com ar de incredulidade. Mulder ergueu seu corpo para ver de onde vinham aquelas vozes. Scully sorriu para as duas, abrindo seus braços na direção delas. Gake e Ithy correram para abraçá-la. - Mamãe Trynze?! - Minhas... filhas.... - Scully beijou a face de cada uma, em meio a um soluço. As três choravam muito e abraçavam-se com força, como se matassem a saudade de muito tempo, como se fossem mãe e filhas. - Mãe... você... - Eu me lembro. Eu me lembro. - Scully enxugava as lágrimas das garotas. Mulder olhava atônito aquela cena, não compreendia nada do que estava sucedendo naquele instante. O homem de branco somente sorria, parecendo estar satisfeito com o que presenciava. - Scully? Ela demorou um pouco para olhar Mulder, ali, parado, sem entender o que acontecia. Ele permaneceu quieto, esperando que pelo menos ela lhe explicasse algo. Mas Scully não disse nada, continuou abraçada a Ithy e Gake. - Ela não saberá lhe explicar agora. - disse o homem de branco, colocando a mão sobre o ombro de Mulder, que não reagiu. - Vem cá. - Ithy falou, olhando Mulder com um sorriso nos lábios. - É, vem aqui. - Gake também chamou Mulder. Ele andou, um pouco atordoado, até onde as três estavam. Parou em pé e ali ficou, esperando alguma frase delas. Ithy segurou o braço de Mulder, o puxando para que sentasse no chão, ao lado delas. Ele ajoelhou-se, um pouco receoso. - Agora nós já sabemos. - Gake disse calmamente. - Não temos mais medo. - Ithy completou no mesmo tom de voz da amiga. O agente segurou-se um pouco, mas as lágrimas que cessaram algum tempo antes, não podiam ser impedidas dessa vez. Elas jorraram pelo rosto dele, com uma força impressionante. Era o que as meninas queriam, não sentir mais medo, não sofrer. E conseguiram, ao mesmo tempo em que descobriram a si próprias, a sua essência. Quanto a Mulder, ele próprio havia descoberto a si mesmo, o que ele representava, o seu passado. O futuro não importava, já não era tão imprescindível. O que fazia diferença naquele instante, naquele lugar, era o que sabia. E não podia negar, não podia simplesmente esquecer pois, aquilo influía na vida não só dele, como do resto do mundo. Havia um ciclo ocorrendo que ninguém conhecia e muitos já não aceitavam. Conforme ele pensava, as lágrimas, cada vez mais vorazes, cortava-lhe o rosto. Fazendo-o sentir a quentura daquele líquido angustiante. Ithy e Gake sorriram e abraçaram Mulder, Scully que os olhava enternecida, fez o mesmo. Naquele momento não conseguiria explicar o que estava sentindo para Mulder, não tinha forças necessárias para fazê-lo. A debilidade em que se encontrava era aguda, mais internamente, do que exteriormente. Todos os seus sentimentos como Dana Scully e Trynze se fundiram em um corpo e num momento só, tornando o entendimento mais difícil para ela própria e a crença mais impossível. Quatro pessoas com destinos diferentes, mas mesmo passado. - Não chorem. - Ithy acariciou o rosto de Scully, limpando as lágrimas que por ali também deixavam sua marca. - Nos veremos em outros tempos novamente. - Gake ainda abraçava Mulder. Os agentes não tinham palavras, não conseguiam expressar-se. Estavam extremamente vulneráveis e sensíveis àquelas duas adolescentes, que chegaram à suas vidas num instante, com o mundo todo sob suas costas, mesmo sem saberem. Antes amedrontadas e, agora, demonstrando uma coragem fabulosa. Em suas faces percebia-se felicidade e alegria, e embora fossem adolescentes, raramente se notara antes esse sentimento nelas. O homem de branco aproximou-se das meninas, tocou seus ombros, como se as tivesse chamando. As duas levantaram-se, unindo suas mãos. A luz novamente começou a emanar de seus corpos, agora com mais intensidade, enquanto elas falavam juntas e em mesmo tom: - Só acaba quando estivermos todos juntos novamente... 25 DE DEZEMBRO DE 2000 AM 11: 00hs A passos lentos e calmos, duas pessoas, uma mulher e um homem, adentraram o cemitério naquela manhã de Natal. Vestiam sobretudos bastante pesados e quentes, que os protegiam do frio abundante. A neve pintava de branco a grama verde, deixando aquele lugar com um aspecto gelado e triste. Caminharam por entre os túmulos, até encontrarem o que procuravam. Ficaram alguns minutos fitando duas, das milhares lápides que forravam aquele cemitério. E nas duas, estava a mesma inscrição em latim: SIC LUCEAT LUX VESTRA CORAM HOMINIBUS, UT VIDEANT OPERA VESTRA BONA ET GLORIFICENT PATREM VESTRUM QUI IN CAELIS EST ("Assim brilhe a sua luz diante dos homens, para que vendo as suas boas obras glorifiquem o seu pai que está nos céus...") A mulher abaixou-se, colocando uma rosa vermelha em cada lápide. Passou a mão sobre os nomes a quem pertenciam com certa lástima. Nunca entenderia, mas dessa vez, acreditava. Gake (1985 - 2000) e Ithy (1985 - 2000). Scully não pode impedir as lágrimas. Mulder a levantou, abrançando-a em seguida. - Tivemos muita sorte. Muita sorte, Scully. - ele disse, abaixando o rosto para olhá-la diretamente nos olhos. - Eu não compreendo ainda... - Não era o momento delas aqui. - Mulder falou carinhosamente. Scully ainda encontrava-se abalada pela morte de suas filhas. Mas já conseguia aceitar que Altryna e Miglyne haviam sido arrancadas dela, em sua vida como Trynze. Como Gake e Ithy haviam sido também levadas, em sua vida como Scully. - Eu estou com tanto medo do futuro, Mulder. - disse fixando o olhar aos dois túmulos. - Nós não podíamos fazer nada, desde o início. O que realmente deveria ter acontecido, ...aconteceu. - falou calmamente. - E o futuro... não nos pertence... - Eu sei... - disse após um suspiro. Mulder segurou o queixo dela, fazendo com que olhasse para ele. Notou muitas lágrimas em seus olhos, prontas para desmoronarem. A tristeza que brilhava no olhar de Scully fazia Mulder sentir o mesmo, estava triste pois gostava das duas garotas, como suas filhas. Filhas da mulher que ele amava. - Nós estamos juntos agora, como nunca antes. O que eu conseguir impedir, impedirei com tudo o que puder. Scully abraçou Mulder, aconchegando sua cabeça no peito dele. - Eu amo você. - Eu também amo você, Scully. - falou antes de, delicadamente, acariciar os lábios da amada com os seus próprios. Não muito longe dali, Gake e Ithy observavam os dois abraçados. Estavam envoltas por uma luz muito forte. Todavia, não eram vistas por ninguém. No rosto de cada uma, notava-se uma expressão leve, diferente do que normalmente eram. Miravam Scully e Mulder com meiguice, por um instante se via um singelo sorriso. De repente a energia emitida por seus corpos foi tornando-se cada vez mais espessa, até que, como num raio, desapareceu juntamente com as duas. Mulder e Scully afastaram seus corpos e voltaram-se para as duas lápides. As lágrimas correram pelo rosto deles, quando notaram uma frase que não estava escrita ali quando chegaram. Scully uniu sua mão a de Mulder e apertou-a com força. Seus cachecóis revoavam com o vento cortante daquele inverno, enquanto liam a frase: SUUM CUIQUE TRIBUERE ("Dar a cada um o que é seu") XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Eis-me aqui, escrevendo para vocês. Não sei qual a opinião que formularam a respeito dessa fan fiction, que na verdade, mais parece um livro. Não sei se gostaram, ou se odiaram. Mas na verdade, de minha parte, foi uma grande caminhada até aqui. Levei quase três meses, ou seja, 89 dias para conseguir finalmente acabá-la. Desde 21 de Agosto, até a data de hoje. Quando comecei nem pensava ficar tão envolvida, algumas vezes achei que a história era boba ou que não fazia sentido, mas continuei. E aqui está ela, finalmente terminada. Devo tudo às pessoas responsáveis por eu não parar no meio do caminho, meus amigos, a quem tanto dedico minha amizade e carinho. A vocês, eu dou tudo o que pudesse, o que pedissem, o que quisessem. Pois eu os considero uma parte de mim, que nunca pode ser retirada ou apagada. Sua importância em minha vida não preciso revelar, pois vocês sabem que não há melhores pessoas com quem eu gostaria de estar. Com quem eu gostaria de dividir minhas alegrias. Nunca nos vimos e, realmente, isso às vezes me faz chorar sozinha. Sei que no momento é impossível, a distância nos impede de concretizar esse desejo. Mas amigas, eu sei que um dia ainda nos veremos, nem que demore um tempo, nós estaremos juntas. E foi para vocês que fiz essa fanfic, foi por vocês que não parei. E pretendo nunca parar. Agradeço por tudo, agradeço pela ajuda, companheirismo e amizade. Agradeço por me darem a felicidade de encontrar minha caixa de correio repleta de e-mails seus, sempre com alguma mensagem carinhosa que me levanta de qualquer tristeza. Antes eu pensava estar sozinha, agora não estou mais, tenho vocês, minhas eternas amigas. Thank you, Lí "Minina - guria", por sempre me ajudar, sempre estar presente com seus conselhos, com seu carinho de amiga. A "abduzida-requienzada" aqui, é muito feliz por tê-la conhecido. Esbeltíssima! Cellzinha, nunca esquecerei do seu primeiro feedback, quando você mostrou o quando podia ser minha amiga, quando me mostrou o quanto era uma pessoa querida. Obrigada, fofa Cell. Tia Wan, minha amada "titia". Sua sinceridade e carinho me fizeram a pessoa mais feliz do mundo. Muito obrigado pelo presente de aniversário, ele me fez chorar muito. Wanzinha! Audrey, "my pop friend", amiga sincera, obrigada por tudo. Você sabe que já faz parte do meu coração e já é uma pessoa que eu admiro. Luli-X, a fofa Luli. Todo o momento presente, todos os instantes ali, comigo. Agradeço sempre seus elogios e lhe enviou tantos outros, por seu grande talento. Lulizinha... Dri, nunca me arrependo de ter te chamado pelo icq, nunca me arrependo de ter te conhecido, a amiga "complicada", como você mesmo diz. Obrigada por tudo. Sílvia Penhabel, mesmo que tenhamos nos conhecido há pouco tempo, já a considero assim. Agradeço os elogios e lhe mando outros mil, pelo seu grande potencial de escritora. Obrigado por ter betado esta fic! Mari "Tunguska", por ter agüentado meus ataques de NW, respeitando minha vontade e me ajudando a superar a fase tão difícil pela qual passei. Obrigada, Mari! Não haveria espaço suficiente onde eu pudesse dizer tudo de cada amiga, que para mim, valem ouro. Mas vocês sabem o que são pra mim. Pessoas que nunca poderei esquecer... Nunca poderia deixar de mencionar a única amiga que conheço, uma menina que virou eXcer e shipper comigo, que sempre soube me incentivar e me ligava só para perguntar: "- Hei, de onde você tira tanta criatividade?", viu?! Eu não esqueci! Nós duas sabemos, por isso nem preciso comentar. 19 anos, hein?! Nosso futuro... Obrigado, Itiana, amigona! ...at Christmas... você lembra do clipe? E por que não falar da minha maninha, que apesar da "noromidade" que impõe, sabe apreciar uma boa fanfic shipper. E também elogiar a Scully o tempo todo... Desculpe-me quem leu até aqui e não entendeu nada, ou então não gostou dos acessos de carinho da minha parte. Mas sou assim, e se um dia nos tornamos amigos, farei questão de agradecer você também. Um muito obrigado especial a Soleil e Atos, por terem permitido esse agradecimento aqui, e por terem publicado meus fanfics para outras pessoas lerem. Também agradeço pela ajuda que me deram, respondendo a dúvidas "chatas" que eu tinha. Parabéns por terem em suas mãos a melhor coletânea de fanfics de autores brasileiros! Finalmente tudo acabado, agradeço aos assíduos leitores, anônimos ou não, pois eu não seria nada se não fossem seus olhos ágeis a percorrer as infindáveis linhas, não haveria nada se não fossem as pessoas sensíveis e sonhadoras que são. "Não são os sentimentos que fazem a diferença, são as pessoas que os sentem." Sculder Ecks 17 de Novembro de 2000 20:24PM