Sonhos e o pasado Essa estória não tem nenhum interesse lucrativo, serve apenas para divertimento dos fãs de arquivo X. cossover com Charmed meio irreal e maluco mais é. Não tem muito a ver com charmed para falar a verdade, só usei os nomes. Classificação; Shipper( levemente shipper). Censura: livre ,eu acho. Os personagens não são meus e eu não viso lucro algum só o divertimento dos eXcer. Resumo: Essa fic é como se fosse uma vida passada e agora sonhada pelos agentes. Num lugar muito bonito eu vejo um garota chorar. Era uma casa enorme, com um lindo jardim em frente cheio de rosas de todas as cores. Uma outra mulher se aproxima, ela é loira e parece ser um pouquinho mais velha que a primeira. - Prue querida não chore. Irmã... - Eu não sou sua irmã. Não faço parte de sua família. Me deixe em paz Melissa. - Prue, não. Não importa você ainda é minha irmã.- disse a mais velha tentando tocar a outra. Prue era ruiva, pele bem clara e olhos verdes. Ela parecia revoltada com algo que havia descoberto. Scully acorda assustada, com seu rádio-relógio despertando. Já são 7:00h. ela levanta da cama meia sonolenta e vai tomar um banho. Sede do FBI. 07:48. Scully entra em sua sala. Seu parceiro já estava lá. - bom dia.- disse Scully sem olhar para o parceiro. - Bom dia. Scully você esta bem? - Estou, Mulder. E então o que temos para hoje?- perguntou ela desconversando. - Nada por enquanto. Parece que hoje vai ser um daqueles dias chatos.- Scully estava sentada na cadeira lendo umas pastas sobre um caso que acabaram de investigar, até que o telefone toca. Era Skinner pedindo a presença deles em sua sala. - Bom dia agentes. Tenho um caso para vocês. Aparentemente não tem nada a ver com um arquivo X. - Onde é?- perguntou Mulder meio desinteressado. - Na saída da cidade. Um casal foi encontrado morto na beira da estrada ontem de noite. Havia no local a arma do suposto assassinato. Vejam aí na pasta Cindy Parter e Morris Herm, eles eram namorados a dois meses e estavam noivos, felizes, segundo testemunho das famílias das vítimas. Um homem que passava no local diz que eles estavam parados, encostados na estrada, o homem disse que parou para ver se precisavam de ajuda mas eles disseram que não então entrou no carro e foi embora. A menos de duzentos metros de distancia do carro escutou um grito e quando voltou estavam os dois mortos. - Parece senhor que eles foram atacados. - Não sei agente Scully. É por isso que estou mandando vocês. Podem ir agora.- eles sairam da sala de Skinner. - E então Scully, o que você acha? - Não sei Mulder. Ainda é muito cedo para pensar em alguma teoria.- então eles foram a saída da cidade. - Bom dia, sou Fox Mulder e esta é minha parceira Dana Scully. - Prazer agentes, meu nome é Peterson, Alexander Peterson.- eles estenderam a mão e se cumprimentaram. O delegado levou os dois agentes até a cena do crime. Havia muito sangue misturado no chão com uma substância meio amarelada. - Já foram feitas as autópsias? - Sim agente Mulder. Foram feitas essa manhã. Aqui está a pasta com o resultado. - Tome Scully.- disse Mulder após uma breve olhada na pasta. - Nada? Isso me aparece bem estranho.- o telefone de Scully toca.- Scully. - Agente Scully, aconteceu de novo. Acharam o corpo as 11:25. - Onde? - Washington, Seattle. Você e o agente Mulder estão partindo para lá em duas horas. - Sim, senhor.- assim desligou o telefone.- Mulder temos que ir para Seattle em duas horas, aconteceu de novo. - Como? - Vamos te conto no caminho.- em seguida eles foram. Já era noite, eles haviam chegado em Seattle. Já haviam se despedido e ido cada qual para seu quarto dormirem. Ambos pegaram no sono bem rápido. Uma menina chorava bastante. - O que aconteceu princesa? - Paul eu sou adotada. - O que? E esta chorando por causa disso. Venha comigo te faço parar num minuto. - Agora não posso. Tenho um encontro com umas amigas. - Então até mais tarde.- eles se despediram e Prue foi ao encontro de suas irmãs verdadeiras as Haliwell. Meses se passaram. 13 de setembro. - Bom dia, Srta. Anderson. - Bom dia. Vocês devem ser os agentes Fox e Ann Mulder, certo? - Exato. - Ouvi falar de vocês no FBI. - Você trabalha lá? - Sim - Gostaríamos de lhe fazer algumas perguntas. - Claro. Por favor entrem. - Quantos anos a Srta. Tem? - 24. - Bem a vítima era namorado... - Da minha irmã mais nova. - Ela esta? - Não. Ela ficou muito abalada por isso e por outros problemas pessoais. - Poderia nos explicar melhor. - Conhece as irmãs Haliwell? - Sim. - Minha irmã, na verdade é irmã delas. A uns meses ela descobriu que era irmã delas e filha adotiva. - E? - Ela ficou extremamente revoltada e fugiu. - Onde ela está? - Agora eu não tenho certeza, mais... ela não mataria ninguém. - Por que diz isso? - Ela estava morando com ele. Eu acho. - Agora ela deve estar na casa das Halliwell.- disse pela primeira vez Ann. - Tem razão. Vamos até lá.- eles foram e conseguiram penetrar na casa sem serem vistos. - Prue não chore. - Piper ele esta morto. Ele não podia Ter morrido. - Ele não te amava. - Mas eu o amava. Sei que eu era só o meio de prazer dele, mas eu não queria que ele tivesse morrido. - Ele era mau, era traficante e estava envolvido em coisas pesadas Prue. Nós três sabemos disso. Precisa falar com a polícia. - Eu não quero. - Ele estava usando você. - Eu sei. - Se você não contar a verdade não descobrirão quem é o assassino, Prue. - Phoebe não. - Melissa sabe? - Do que? - Dele? Vocês dois? - Só que namorávamos. Só. - Quer dizer que ela não sabe tudo sobre o relacionamento. - Que nós dormíamos juntos? Não. Só vocês sabem. - Deve Ter sido vingança. Prue se omitir verdades pode ser presa por encobrir ele e fatos. - Presa? Eu não fiz nada. E também não sei. Eu não quero falar com a polícia.- ela saiu correndo para o quarto. Bateram na porta. - Boa tarde. - Boa tarde, FBI. Gostaríamos de falar com a Srta. Prue Anderson. - Haliwell. Só um minuto. Phoebe, FBI. - Agente Mulder, como vai? - Muito bem. - Não querem subir? Ela esta muito abalada.- Piper os levou até o quarto da menina.- Prue, FBI. Com licença.- a garota enxugou as lágrimas e se levantou da cama. - Desculpe incomodar srta.? - Podem me chamar de Prue. Vocês devem ser os agentes Ann e Fox Mulder. - Isso. Pode responder algumas perguntas? - Posso. - Qual a sua idade? - 19 anos. - Você fugiu de casa, certo?- ela assentiu.- com quem você estava morando?- ela por um momento hesitou.- hum? - Com Paul.- ela estava assustada. - Vocês tinham relações?- perguntou Ann. Ela não respondeu, olhou assustada para a agente.- tinham Prue? - Sabemos que é pessoal mas precisamos saber. - É, nós... - Ele usava drogas. E você? - Eu? Não eu não uso. - Ele era traficante? - Hã, era? - Não sei? Era? - Era. - Ele devia a alguém? - O que? Sr. Mulder. - Me chame de Fox. - Me desculpe mas eu não posso falar mais nada, Fox. - Precisa cooperar. - É, Prue. Pode acabar sendo presa. - Eu não fiz nada. Eu não matei ninguém. - Não chore Prue.- Ann a abraçou.- conte-nos tudo. - Não Ann. Prue, quero que nos procure no FBI quando estiver melhor. Fique mais calma e nos procure. - É, Prue. Quando quiser. - Obrigada.- Ann a beijou na testa e Fox no rosto, depois saíram. Prue pois a mão na bochecha e fechou os olhos.- ai que delícia. Uma semana depois. Sede do FBI. Bateram na porta do porão. - Pode entrar.- disse a agente Ann. A porta se abre. - Ola.- Ann sorri. - Prue. Parece estar bem melhor.- elas se abraçam. - Estou. Bem acho que podemos conversar agora. - Bem, primeiramente ola Prue. Fico feliz em Ter vindo.- disse Fox. Eles se olharam profundamente nos olhos. - Prue, podemos passar na sua casa de tarde? - Claro. Até mais então. – Prue deixou o FBI pensando no lindo agente por quem estava interessada. Mais para apaixonada, mas ela não sabia disso. Chegou em casa. - Prue, pronta para o ritual? - Estou...- horas depois. - Podemos conversar Prue? - Leo.- eles foram para o jardim. Fox, Ann e Melissa chegaram mais ninguém os viu. Então se esconderam para escutar a conversa.- o que você quer? - Quero que tome cuidado, tenho que ir. Ah alguém vindo.- ele sumiu. Os três escondidos não acreditaram. - Ola minha querida Prue. - Paul? - Exato. O que pensa que esta fazendo?- ele a segurou fortemente no braço. - Ai, esta me machucando, Paul. - Isso não é nada com o que você ia fazer comigo, não é? - Ai, isso não é verdade. - Você ia contar a eles a verdade. Não minta! - É eu vou. - Sua cadela.- Fox ia sair mais foi impedido pelas duas.- traidora. - Você não esta bem. Me largue. Você está drogado. - Está com medo?- perguntou ele a sacudindo.- está com medo? - Está machucando meu braço. Por favor. Eu só ia contar para poderem descobrirem quem havia matado você. - Sabe o que vou fazer com aqueles dois agentes do FBI, e com Melissa? Sabe!? - Não. - Sabe?! - Não. Me largue.- ele deu um tapa nela que a fez cair. Umas lágrimas rolaram pelo rosto dela. - Matar eles. Sabe o que eu vou fazer com lise. - Deixe-a em paz seu desgraçado, ela é só uma criança.- ele deu uma gargalhada. - Abra a sua boca e eu a corto em pedacinho e te mando de presente. - Cale essa boca. Nem se atreva a chegar perto dela. - Ela é uma menina tão bonita. Quantos anos mesmo ela tem em? 12 não é. Já é uma boa idade, pra começar. - Cale boca desgraçado. Se encostar nela, se tocar nela eu te mato. Eu te mato, eu juro! - Por que tão nervosa criança? Pensei que não se importasse com elas. - Se atreva a falar com ela Paul, e eu conto tudo, tudo você esta me entendendo? E ainda acabo com você. - É assim que eu gosto. Essa é a minha menina. - Não vai seduzir ela. Fez isso comigo, mas não vai fazer com ela. - Criança, seja agradecida. Graças a mim você sabe o que é a vida. - Eu fui fraca, e não confiei em ninguém, estava com problemas na minha vida emocional, estava com uma crise existencial de princípio de adolescência e você me usou, eu fui seu brinquedo. Tem razão eu conheci a vida mas foi do lado mais podre, nojento e errado. Você me destruiu, eu era uma criança, eu era inocente e você me usou. Meus amigos eram os seus, vigaristas, drogados, ladrões, assassinos! - Eu fui o único que te respeitou, que te deu valor, que te via como você queria ser vista, que me importava com você.- lágrimas rolaram do rosto dela.- nem sua família serviu para isso. Nunca forcei você a nada. - Mas eu não sabia como eram as coisas e você me ensinou do seu jeito. Tem razão minha família nunca se importou comigo, mas isso não justifica. - Seus pais adotivos são muito mais podres que eu. Pergunte a ele quantas noites nesses 8 anos você dormiu fora de casa? - A maioria. Eles não deram falta eu sei. E isso me machuca. - Eles nem ao menos lembravam do seu aniversário. Mas eu sempre estive lá, eu te tirei das drogas. Quem é mais mau. - Não tem melhor nem pior. Eles não me deram amor e você me ensinou coisas ruins. - Eu sou seu amigo. - Se fosse meu amigo não teria me feito mentir, me feito odiar as pessoas. - Eu sempre te escutei, sempre te acolhi. - Mas você me usou. Eu me apaixonei por você e você me usou. Eu devo muito a você sim por Ter me ajudado, mas também, você é mau.- ele se abaixou ao lado dela que estava sentada na grama. - Criança, eu não quero te machucar. Gosto de você e tem razão te usei mas me arrependo. Não amo você, mas gosto muito e não quero que nada de mal lhe aconteça.- ele afagou seus cabelos e a beijou nos lábios, mas ela não retribuiu. Ele se levantou.- não me traia, princesa.- lágrimas rolaram do rosto dela. - Tem um?- ele sorriu e a deu um cigarro o acendendo virou e saiu dizendo:- será sempre bem vinda. - Sinto muito, Paul. Mais eu não quero mais, não vou voltar. - Ao menos não me traia. Tchau, você ainda me verá.- ele pulou o muro e foi embora. Ela deitou na grama e chorou compulsivamente por vinte minutos. - Prue você esta bem? - Estou Piper, estou. Eu só quero ficar sozinha. - Tá. Eu e Phoebe vamos sair com Leo, não quer vir conosco? - Não. - Descobriram que Paul não morreu, e o pai de Melissa morreu. A Sra. Anderson ligou quer falar com você. - O que você disse? - Que você não estava. - Obrigada Piper. - De nada. Se precisar estamos na loja ou no bar. - Piper quero continuar fazendo parte do ritual. - Você ainda é muito nova. Eu comecei com 21 e Phoebe com 22. Você só tem19. - Por favor, se acontecer algo a culpa vai ser minha. - Vou verificar no livro mas se tiver perigo, não.- ela assentiu.- tchau. Se cuida.- ela a beijou e saiu. Prue voltou a se deitar na grama. Respirou fundo e se levantou. - Vai chover. É melhor entrarem.- disse ela percebendo a presença dos três. A chuva começou.- vamos venham. Ok, querem pegar chuva? Vocês querem pegar chuva? Venham logo.- Eles saíram meio sem jeito e entraram.- a quanto tempo estão ali? - Pouco.- o telefone toca e Prue atende pelo viva voz. - Alo. - É... Prue esta? - Quem deseja? Sra. Anderson? - É sim. - Não, mas o que deseja? - É que o pai dela morreu e bem queria avisa-la sobre o velório. - Pai dela? Ah, claro, eu dou o recado, mas duvido que ela vá. - Gostaria que ela viesse, apesar dela não ser nossa filha é como se fosse. - Eu aviso, mas esperar vai ser em vão. Ah, Sra. Anderson, sinto muito. - Obrigada, boa tarde.- Prue desligou o telefone.- Sinto muito pelo seu pai Melissa. Mas onde estávamos? - Pra que nos chamou?- perguntou Ann. - Sentem-se. Bem, parece que Paul não está morto, não é? - É parece. - Então você não vai nos contar mais, não é? - Tudo, eu não posso. Mas posso dar dois nomes e caso precisem de mais informações sobre esses nomes, posso ver se sei. - Quais são? - Maxwel Stiler e Douglas Parnet. - Quem eles são? - Parnet, tem ficha limpa, nunca foi preso nem fez nada de errado, ele é ex- agente federal. E Stiler, foi preso uma vez, em outro país por abuso sexual, mais fugiu ele é traficante de armas pesadas. - E Parnet? - São comparsas. Minhas informações terminam aqui por enquanto. Uma semana depois. Casa das Haliwell. - Prue, não conseguimos nada. Qual a nacionalidade deles? - Stiler é norueguês e Parnet é suíço. Bem tenho que sair até mais.- ela saiu. - Vamos a seguir. Ela está escondendo algo. Lugar desconhecido, 16:07. - A princesinha veio. Não fala mais comigo, é? - O que querem? - Eu quero. Dessa vez sou eu. - Seja quem for, diga logo. O que quer Max? - Eu tenho um servicinho para você. - Não faço mais isso. - Você irá fazer. Preste atenção. - Não irei fazer nada. - Paul, sua menina esta muito desobediente, acho que terei que dar uma lição nela. - Deixa ela, esse não foi o trato. - Cale a boca. Levem-na. Eu já volto.- meia hora depois.- entendeu o que tem que fazer?- ela estava sangrando, machucada. - Entendi. - Ótimo, vamos.- eles foram só Paul e ela permaneceram lá. Ele chegou perto dela e passou a mão carinhosamente pelo rosto dela. - Me abraça. - Me desculpe. - Tchau.- ela foi embora. Ele também. Ela sentou-se no chão e abriu um pacote. Tinham três seringas, duas ela jogou fora num rio ali perto e a outra ela abriu, os três permaneceram escondidos. - Prue não!- gritou Paul, mas já era tarde ela já havia injetado. Ele foi correndo até ela. Ela estava chorando. Os três agentes correram em direção a ela.- o que você fez. Criança o que fez? - O que ela fez?- perguntou Fox aflito. - A coisa certa. - O que ela fez? O que era isso? - Veneno. Em alta dose. Eram para matar vocês. - Me perdoe Melissa, abrigada Ann, se cuida Paul.- ela acariciou o rosto do agente, com dificuldade ficou de joelhos, o puxou pela gravata e o beijou. No mesmo momento ela caiu para frente sendo amparada por Fox, que a pegou e levou imediatamente para o hospital. Uma semana depois. Ela abriu os olhos e viu duas pessoas a sua frente. Então notou que estava em um hospital. - Você esta bem?- ela suspirou. - O que estou fazendo aqui?- Piper e Phoebe entraram.- meninas.- falou ela com um fio de voz. As duas sorriram e foram abraça-la. - O que pensa que estava fazendo? Quase nos matou de susto. - Desculpe. - Não faça mais isso, em? Nunca mais. - Esta bem. - Tenho uma novidade. - Qual? - Não fale muito. Pode perder o resto de sua voz. - Vamos Piper. - Calma Phoebe. - Estão me deixando curiosa. Andem logo.- todos riram.- bem, são duas coisas: 1° conseguimos realizar um ... você entende.- ela sorriu e assentiu. - E o outro? - Conseguimos, ganhamos a audiência. Você agora é uma de nós, legitima. E mais, conseguimos a antiga propriedade dos Haliwell na Irlanda. - Isso é demais. - Exato. Temos três viagens, cada uma em nosso nome. Podemos ir morar lá. - Como? Sair do país? - É. Temos, o cartão eu e Phoebe, podemos entrar e sair dos EUA a hora que quisermos. - Tem? - É. Você não tem por que nasceu aqui. Por isso não precisa. E Phoebe e Leo vão casar. - Meu Deus, isso é ótimo. Foi isso que conseguiram? - Foi. Estamos ricas, Prue isso é um sonho. - Prue somos três princesas.- ela sorriu. - Quando vão? - Quando você sair daqui. Tem uma coisa que ainda não contei. Cada uma de nós tem direito a duas passagens, quer dizer, você e um acompanhante, de ida e volta pago. O prazo é de um ano. - Isso é demais. Mas por que não vão logo? Quando sair eu vou. - Queremos esperar. - Vão logo, o governo pode mudar de idéia. - Não. - Por favor. - Está bem. Vamos daqui a um mês se você não tiver saído do hospital nós vamos e você vem depois. - Tá.- elas se despediram e as duas irmãs foram embora. - O que aconteceu? - Pegamos eles.- respondeu Melissa. - Você, tem que descansar.- Fox entrou no quarto. - Estou me sentindo bem fraca. - Como está? - Bem. - Parabéns. - Pelo que? - Ué, pela casa. - A sim, obrigada. - Bem nós duas temos que ir, tchau.- elas saíram. - Por que me beijou? - Porque eu... por que está perguntando?- ele sentou na beira da cama próximo a ela. - Porque eu gostei. - Se importa se você me beijar agora? - Claro que não.- ele se inclinou e eles trocaram um beijo apaixonado. Dana Scully acordou com uma ótima sensação de paz, coisa que não sentia há muito tempo. Bateram na porta de seu quarto. Ela levantou e abriu. Era Mulder. Ele entrou rapidamente. - Tive um sonho muito esquisito. - É. O meu foi ótimo. - Você gostou? - Amei. - Posso chutar a cena final? - Pode.- ele então se aproximou e a beijou. Ela retribuiu apaixonadamente. Minutos depois pararam se fôlego.- o que foi isso? - Acertei? - Acertou. Como sabia? - O meu foi igual. Eu te amo Dana.- ela abriu um lindo e maravilhoso sorriso. - Eu também te amo Fox. The end. Obrigada pela paciência. Mandem feedback, aceito críticas. Dana Piper. brunnasm@globo.com