Autora: Luli E-mail: luli-x@bol.com.br Título: Os Sobreviventes - Parte 3 Categoria: Pós colonização/Shipper Sinopse: A colonização começou. Uma batalha é travada entre os colonizadores e os aliados. Em meio a tudo isso estão os humanos: os sobreviventes. Disclaimer: Os personagens dessa história não pertencem a mim, eu sei. Pertencem a Fox, CC, DD, GA, etc. Não estou ganhando dinheiro com ela, é só para divertir os fãs. Spoilers: Requiem. Os Sobreviventes - Parte 3 Scully acordou sobressaltada. Olhou no relógio: eram 2 da manhã. Estava com uma sensação ruim. Levantou-se e foi ver como Katherine estava. Entrou no quarto da filha e constatou que o bebê dormia tranquilamente. Pegou a criança no colo e a levou para o quarto dela. Iria colocá-la para dormir com ela hoje. Deitou novamente na cama dessa vez ao lado da filha. "Está tudo bem, essa sensação ruim só pode ser fruto das preocupações com Mulder. Ele está bem. "_ pensou. Beijou levemente o bebê e fechou os olhos, fazendo uma prece pelo seu amor. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Já com os binóculos, os homens ficaram a observar a movimentação no local da queda. A nave pousada permaneceu parada por algum tempo emitindo luzes de diferentes cores até que começou a fazer um ruído estridente. Tom sorriu para Mulder: _ Prepare-se, meu amigo que a lata de sardinha está abrindo! Mulder deu um sorriso nervoso e voltou sua atenção para a nave. Finalmente iria ver como eram os seres nos quais sempre quis acreditar. Ainda não sabia o que havia acontecido nesse tempo em que ficou fora e não tinha nenhuma lembrança se tinha encontrado seres de outros planetas ou não. Uma espécie de porta parecida com uma escotilha começou a abrir lentamente na nave, ao mesmo tempo que uma rampa parecia formar-se do nada ligando a porta até o chão. A respiração de Mulder tornou-se difícil. Seu coração batia descompassadamente. De repente, um ser apareceu na porta da nave. Devido às luzes que emanavam do interior do aparelho, só se podia ver sua sombra. A medida que o ser descia pela rampa, Mulder pôde perceber seus contornos. A criatura tinha uma grande cabeça, enormes olhos negros e, apesar de ao que parece estar usando uma roupa de proteção, dava para perceber que era extremamente esguio. O agente mal pôde acreditar que estava vendo aquilo que sempre soube existir. A criatura segurava um pequeno aparato com os grandes dedos, o qual direcionou em direção à nave caída. _ Eles estão vendo se há algum sobrevivente, é para isso que esse aparelhinho serve. _ disse Tom. _ Como vocês conhecem tanto esses aparelhos deles? _ perguntou Mulder. _ Nossos aliados nos informam sobre a tecnologia dos colonizadores nas reuniões. _ respondeu Skinner. Mulder tinha mais perguntas para fazer mas resolveu deixá- las para depois. Os dois homens estavam observando a movimentação de fora e o agente preferiu não atrapalhar. O extraterrestre, após vinte minutos aparentemente finalizou sua tarefa na nave caída pois entrou novamente pela porta da nave de onde tinha saído. A rampa assim como apareceu, sumiu e a porta se fechou. Um ruído como o de uma turbina de avião pôde ser ouvido enquanto a nave deixava o chão, depois o ruído cessou e a nave emitiu um laser que destruiu a nave caída. Os três homens tiveram que se abaixar devido à força da explosão. Depois, a nave foi embora com uma velocidade incrível. _ Nossa! _ disse Tom _ Essa foi das grandes! _ Com certeza! _ falou Skinner. _ Será que eles destruíram a nave para que ninguém se aproveite da tecnologia que há no interior dela? _ Sim, Mulder. É um procedimento padrão deles. Aliás, tanto deles quanto dos nossos aliados. Pura estratégia de guerra. _ disse Skinner. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Mulder, Skinner e Tom permaneceram escondidos por umas duas horas até acharem seguros seguir adiante. Esse atraso talvez lhes custasse uma noite de viagem. Passaram perto do local onde antes estava a nave caída. Ainda havia muita fumaça e o que antes fora a nave agora eram destroços espalhados pelo chão. _ Vamos começar a procurar um lugar para nos escondermos durante o dia pois já irá amanhecer. _ disse Skinner. Os dois homens assentiram. Teriam que ser rápidos pois a tonalidade do céu já estava se modificando, anunciando que o nascer do sol estava próximo. Acharam escombros de uma igreja e lá entraram. Seria um bom esconderijo. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Scully acordou com os barulhinhos da filha, que resmungava em sua língua de bebê. Sentou na cama e amamentou a criança. Sentia-se aliviada, como se tivesse certeza de que Mulder estava bem, como se o perigo tivesse passado. Pelo menos por enquanto. Esperaria até o fim da tarde para saber notícias e poder falar com ele novamente. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Durante o dia, os homens procuraram dormir, entretanto Mulder não conseguia pegar no sono. Pensava em como sua família estaria. Pegou a foto que Scully tinha lhe dado e ficou a observá-la. Scully tinha a aparência cansada, afinal tinha acabado de dar a luz, mas sorria. O bebê em seu colo tinha a pele vermelhinha devido ao pouco tempo de vida e dormia tranquilamente agarrando o dedo da mãe com a mãozinha. Mulder pensou em como gostaria de ter estado presente nesse dia e em todos os dias da vida da filha mesmo antes de nascer. Queria ter tido a oportunidade de senti-la chutando dentro da barriga de Scully, de ter acompanhado as modificações no corpo dela, desde o início da gravidez. Pensou se algum dia eles teriam outro filho para que pudessem curtir juntos esses momentos. Mas, de qualquer forma faria de tudo para ser um ótimo pai para Katherine, presente em todos os momentos daqui para a frente. Sorriu com a oportunidade de vê-la dando os primeiros passinhos e pronunciando as primeiras palavras. Com um leve sorriso no rosto e segurando a foto com força, adormeceu. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Mulder acordou com a movimentação dos companheiros, que já estavam de pé e começavam a preparar algo para comerem. Olhou no relógio: 4 da tarde. Daqui a pouco poderia falar com Scully. _ Mulder, venha comer algo. _ disse Skinner. O agente juntou-se aos homens na refeição e os três discutiram os planos e as rotas para esta noite. Mulder lembrou das perguntas que tinha em mente na noite anterior e achou que era um bom momento para puxar assunto. _ Skinner, ontem você falou de reuniões com os aliados... Onde elas ocorrem? _ De vez em quando eles nos convocam para essas reuniões, que costumam ocorrer nas maiores bases da região. Quando cheguei daquela viagem na base logo que você retornou eu tinha ido a uma dessas reuniões. _ E como eles são? Parecidos com os colonizadores? _ Não. Os aliados não tem um corpo físico propriamente dito. São feitos de energia. Eles assumem forma humana para as reuniões, e é assim que os vemos. Se eles não o fizessem não os veríamos, seriam transparentes aos nossos olhos. Mulder ficou impressionado com o nível evolutivo dos aliados. _ Quando houver outra reunião você pode ir como meu assessor, se quiser. _ disse Skinner, conhecendo o interesse do agente pelo assunto. _ Claro que quero! _ respondeu Mulder sorrindo. Após comerem, prepararam o equipamento para partirem. O sol já estava começando a se pôr quando Tom anunciou que começaria a sintonizar a frequência do rádio para a comunicação. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Scully chegou à Ala de Comunicação e novamente a encontrou cheia de pessoas querendo saber como a missão estava indo. A técnica já segurava o microfone. O rádio já estava sintonizado na frequência deles. Agora era só esperar. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX _ Base de Maryland, chamando Base de Maryland. _ Tom falou no pequeno microfone. Mulder e Skinner estavam do lado dele ansiosos. _ Aqui é Base de Maryland. Carol na escuta. _ Oi Carol, aqui é Tom. _ Como vão? _ Bem, tivemos uns contratempos e estamos um tanto atrasados com a missão mas fora isso está tudo bem. _ O que aconteceu? Tom relatou o ocorrido na noite anterior e depois passou o microfone para Mulder. _ Mulder? _ Scully, como você está? E a Katy? _ Estamos bem, Mulder? E você? Vocês têm certeza de que não foram vistos pelos colonizadores? _ Eles não nos viram, Scully. Não se preocupe, está tudo bem. _ Sinto sua falta. _ Eu também. Mas eu voltarei logo, assim que chegarmos aos Pistoleiros, o que deve acontecer hoje a noite se não houver nenhum empecilho. _ Tome cuidado, está bem? _ Pode deixar. Te amo. Scully sorriu com o microfone na mão, por um momento esqueceu que era observada por todos na sala. _ Eu também te amo. Estou... Ouviu-se um ruído e a comunicação foi cortada. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX _ Perdemos o sinal!!! _ disse Carol, uma das técnicas de comunicação. _ Algum problema? Aconteceu algo de errado com eles? _ perguntou Scully, preocupada. _ Não, provavelmente foi apenas uma queda no sinal. _ disse Carol pegando o interfone. _ Alô, Ala de rastreamento?...Sim, é a Carol... Preciso que vocês rastreiem o sinal código 2555463-966540S ...Ok, eu espero. Carol desligou o interfone e dirigiu-se às pessoas na sala, que a olhavam ansiosas. _ Eles estão rastreando o sinal deles agora. Deve estar tudo bem. Vamos esperar. Scully fechou os olhos procurando se acalmar. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX _ O que foi isso? _ perguntou Mulder ao perceber o corte na comunicação. _ Uma nave está entrando no radar. Isso deve ter causado a interferência. _ disse Skinner com o aparelho na mão. _ Colonizadores? _ perguntou Tom. _ Não. Está tudo bem, são os aliados. Não se preocupem, vamos esperar o anoitecer e andar o mais rápido possível. _ falou Skinner. _ É isso aí. _ disse Tom. Os homens levantaram acampamento e ficaram esperando que a noite caísse. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX O barulho do interfone fez com que todos se sobressaltassem. _ Aqui é Carol... Sim... Que ótimo... Obrigada, qualquer coisa eu aviso. _ a técnica desligou o interfone e sorriu. _ Está tudo ok! O sinal deles está forte e claro no radar. Não há com o que se preocupar. Eles disseram que o corte no sinal foi provocado pela entrada de uma nave aliada no espaço aéreo. Todos respiraram aliviados. Scully levantou-se e foi para casa, mas sabia que só ficaria mais tranqüila quando falasse com Mulder, no dia seguinte. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Os três homens chegaram ao ponto em que teriam que descer pela tubulação de esgoto. Abriram a tampa e entraram, um atrás do outro no lugar úmido e escuro. O cheiro era desagradável e eles andavam rápido, para poderem sair o quanto antes daquele lugar. Foram seguindo o mapa e já eram quase 3 da manhã quando chegaram em baixo do prédio onde estavam os Pistoleiros. _ É aqui. _ disse Skinner. Eles olharam-se preocupados torcendo para que encontrassem os amigos bem e começaram a abrir a tampa do bueiro. Subiram. O que restava do prédio eram só escombros. Era como se um terremoto terrível tivesse atingido o local. Andaram por entre os entulhos tentando ouvir algo, mas o que ouviam era só silêncio. Foram entrando vendo o que sobrou do que antes foram os apartamentos. A visão era desoladora. Móveis quebrados, roupas pelo chão, um ar de tristeza. Mulder ouviu um barulho vindo de um canto. _ Tom, Skinner, tem algo ali. _ sussurrou. Skinner acendeu a lanterna_ que até então estava desligada pois utilizavam os óculos de visão noturna_ e apontou para o local indicado por Mulder. Um enorme rato branco saiu correndo de lá, surpreendendo-os. _ Não se assustem, é só o Elvis. _ disse alguém atrás deles. Os três homens viraram-se. Ali estava Frohike, sorrindo. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Os amigos abraçaram-se e ficaram muito felizes por estarem se vendo novamente. Os três homens foram seguindo Frohike, que levava seu rato branco de estimação no ombro até onde os Pistoleiros estavam escondidos. _ Como está, Mulder? _ Bem. E vocês? Como estão Byers e Langly? _ Byers está melhor, já está podendo andar e Langly está bem. Como estão Scully e a pequena Katy? _ perguntou Frohike com um sorriso no rosto que foi logo retribuído por Mulder. _ Estão ótimas... _ Foi uma surpresa e tanto, não foi? _ Foi uma surpresa maravilhosa! Frohihe deu um tapinha nas costas do amigo e dirigiu-se a uma porta no fim do corredor. _ É aqui. Os quatro entraram no que antes fora a lavanderia do prédio. O lugar agora parecia uma espécie de alojamento, com colchões, suprimentos e lanternas. Langly logo apareceu, seguido por Byers,que mancava. Os dois correram para cumprimentar Mulder. Depois, fizeram uma refeição rápida e conversaram, havia muito para contar. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Logo cedo Scully foi chamada a comparecer ao laboratório, haviam novidades sobre a vacina, ao que parecia. Chegando lá, encontrou algumas pessoas que nunca tinha visto conversando com o Conselheiro da Ala de Pesquisas. Eram dois homens e duas mulheres de aparência cansada. Aproximou-se do grupo tentando fazer com que notassem a sua presença. _ Dra Scully, estes são Nick Dyne, Mary Bline, Suzanne LaSalle e Victor Sange. Eles trabalham com a pesquisa da vacina na base do Novo México e chegaram hoje com novidades. Scully cumprimentou todos. _ Bom, acho que vocês devem estar cansados da viagem. Vou mandar alguém levá-los aos seus quartos e, enquanto vocês descansam eu intero a Dra Scully do que conversamos, está bem? _ disse o Conselheiro Fiennes. Todos concordaram e se despediram, seguindo o assessor do Conselheiro até os quartos. _ Você sabia que eles viriam, Fiennes? _ perguntou Scully. _ Não, eles chegaram há duas horas, de surpresa. Parece que a base deles no Novo México corria perigo e eles tinham que fugir com as amostras para um local seguro. _ Amostras? Da vacina? Por que nós daqui não sabíamos que existiam amostras? E o pacto de cooperação entre bases? _ Parece-me que eles já estavam violando este pacto há algum tempo... _ Onde estão as amostras? Puxa, pessoas morreram sem ter acesso a vacina e eles a tinham... _ disse Scully. _ Elas estão em um recipiente refrigerado, temos que esperar cinco horas para que as amostras descongelem e possamos analisá-las. E não saberemos de muita coisa até conversarmos com eles. Ao que me pareceu essas amostras ainda são protótipos, não sei se já foram feitos todos os testes. _ O que eles contaram? _ Apenas disseram que fugiram pois a base estava para ser atacada. Como a base do Novo México é uma base extritamente de Pesquisas, os poucos residentes que ali residiam foram levados para o abrigo anti-bombas e estão para serem transferidos para a base do Texas. Eles disseram que vieram para cá porque queriam despistar os colonizadores... _ Fiennes, eu tenho que ver alguns pacientes agora. Quando eles acordarem me chame pelo bip, está bem? _ Claro. Scully saiu de lá com uma sensação ruim, esses novos visitantes poderiam atrair os colonizadores, que devem estar atrás da vacina. Isso não era nada bom... XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Mais ou menos às 3 da tarde, Scully foi chamada novamente ao laboratório. Chegou lá e encontrou Fiennes mexendo em algumas provetas. _ Scully, as amostras estão praticamente descongeladas e os quatro cientistas estão vindo para cá nesse momento. Eles terão muito o que explicar. A agente pegou uma das provetas e olhou o líquido azulado que havia dentro. "Será que estou segurando a verdadeira cura, a esperança para a humanidade? " _pensou. Os quatro cientistas chegaram e todos sentaram-se em volta da mesa da pequena sala de reuniões anexa ao laboratório nível 4. LaSalle, uma mulher alta, de cabelos loiros aparentando ter uns quarenta anos começou a falar: _ Bem, eu sou a Conselheira da Ala de Pesquisas na base do Novo México e essa é a minha equipe. Em primeiro lugar eu preciso que vocês saibam que não rompemos o pacto de cooperação entre bases, todas as medidas que tomamos foram extremamente necessárias. _ Como não romperam? Vocês tinham as amostras da vacina, pessoas morreram pela falta dela, contaminados com o câncer negro! Nós nem sabíamos que existiam essas amostras! _ falou Fiennes indignado. _ Deixe eu explicar, Dr Fiennes. _ disse calmamente a mulher. _ Há muito a ser dito aqui hoje. Ele assentiu, procurando manter a calma. La Salle continuou. _ Há cinco meses fomos procurados pelos aliados e eles nos trouxeram um tubo de ensaio com uma amostra de DNA dos colonizadores. Disseram que se quizéssemos ter algum resultado na busca pela vacina, deveríamos trabalhar em cima dessa amostra e não poderíamos contar a niguém de outras bases. Perguntamos o por quê e eles responderam que estavam nos entregando essa amostra em sigilo absoluto pois estavam violando leis alienígenas que dizem que o DNA de seis bases nitrogenadas deles não pode ser entregue a nenhum ser com DNA inferior, de quatro bases, como o nosso. Tudo isso para evitar a criação de híbridos e clones não naturais. Mas, querendo nos ajudar e sabendo que os colonizadores há muito fazem experiências genéticas desse tipo, resolveram entregar essa amostra para nós, embora não pudessem ajudar mais do que isso. Após meses de um exaustivo trabalho, conseguimos criar um protótipo, que é o que está ali no laboratório. Precisamos fazer testes ainda mas acreditamos estar no caminho certo. _ Por que a base de vocês corre perigo? A informação vazou? _ perguntou Scully. _ O quinto membro de nossa equipe, foi abduzido pelos colonizadores e achamos que ele contou algo. Provavelmente sob tortura ou técnicas de hipnose. Acreditamos que esteja morto. _ disse a cientista com tristeza. _ Sinto muito. _ disse Fiennes. _ Que testes ainda precisam ser feitos? A cientista começou a explicar os testes e sentiu uma súbita tontura. Todos levantaram para ajudá-la. _ Você está bem? _ perguntou Scully. _ Sim, acho que é cansaço da viagem... O caminho para cá não foi nada fácil... _ Entendo. _ disse Fiennes. _ Acho que podemos deixar o resto da conversa para amanhã. Vocês podem ir descansar. Eu e a Dra Scully iremos analisar as amostras se vocês não se importarem. _ Não, tudo bem. _ disse LaSalle._ As anotações das fórmulas estão aqui. A cientista passou à Scully uma pasta e se retirou apressadamente da sala acompanhada de sua equipe, deixando Scully e Fiennes sozinhos. _ Scully, são quase 6 da tarde, se você quiser ir até a Ala de Comunicação eu vou começando as coisas por aqui. _ Tudo bem, Fiennes. Eu volto em uma hora. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX _ Base de Maryland, Base de Maryland, aqui é Skinner. _ ouviu-se pelo rádio pouco depois das 6. _ Sim, aqui é Base de Maryland. Como estão? _ disse a técnica. _ Perdemos a comunicação com vocês ontem... _ Sim, foi uma nave aliada, está tudo bem. Encontramos os Pistoleiros! Todos na sala vibraram com a notícia. Scully pediu o microfone e a técnica pediu que Skinner chamasse Mulder. _ Scully? _ Mulder, você está bem? Como estão os Pistoleiros? _ Está tudo bem, Scully. Eles estão bem. Sairemos daqui amanhã a noite. Daqui a alguns dias estaremos aí! Dê um beijo na Katy por mim, tá? _ Pode deixar. Scully saiu da Ala de Comunicação mais aliviada por ter falado com Mulder. Não mensionara a chegada dos cientistas para não preocupar os homens que já teriam que enfrentar uma viagem dura. Amamentou a filha, que estava aos cuidados de Maggie e foi ao laboratório. Teriam muito trabalho pela frente. CONTINUA E aí, pessoal. Estão gostando? Me contem o que estão achando!!! Parte 4 logo logo, tá? Luli luli-x@bol.com.br