Título: Eu sempre irei te amar Autora: Luana Mulder Spoilers: Em Ami Freedback: luana@dualnet.com.br Classificação: shipper Disclaimer: Mulder, Scully, Arquivo X não pertencem a mim. Pertencem a Chris Carter e a Fox. Mesmo porque, se pertencessem, os dois já estariam juntos há muito tempo. Nota da autora: Gente desculpe o atraso do tema. Acontece que coloquei Internet há pouco tempo e agora que estou colocando as minhas fanfics com mais freqüência na Internet EU SEMPRE IREI TE AMAR Scully estava sozinha em seu apartamento, Mulder havia deixado-a ali depois dos terem ido ao escritório do Canceroso, o qual havia sido desocupado. Scully estava sentindo-se mau pois Mulder não havia trocado muitas palavras com ela. Ela sabia que ele estava com raiva. Scully sabia que ele sentia-se traído e magoado. Ela só não podia imaginar que o motivo maior do silêncio dele era o incontrolável ciúme que tomou conta de seu corpo quando ele soube que ela estava com o Canceroso. De qualquer maneira, ela precisava esclarecer as coisas e a única maneira que ela encontrou para isso foi escrevendo uma carta.Ela sabia que não teria coragem de falar com ele sentindo em seus olhos todo o desprezo e ira que ele havia direcionado para ela quando ela voltará de sua viagem com o Canceroso. Dana pegou algumas folhas que estavam na impressora e sentou-se em frente à mesa da sala de jantar para escrever. Algumas horas mais tarde, ela lacrou a carta e chamou um garoto para que ele levasse a carta até Mulder, pagando pelos serviços do menino e dando dinheiro para o táxi que ele tomaria. Depois, ela ligou para a casa de Mulder, mas ninguém atendeu e ela deixou recado na secretária eletrônica: - " Mulder? Sou eu...Scully. Eu não quero incomodar – disse ela hesitante – Apenas liguei para dizer que estou enviando uma carta e peço que você a leia antes de rasga-la e joga-la fora. Obrigado... Se depois você quiser falar comigo, eu estarei em casa. Tchau". Quando Mulder recebeu a carta, teve o impulso de rasga- la em mil pedaços e queima-la. Ele estava irritado com ela por sua traição e não queria falar com Scully. Ele estava pensando em pedir sua transferência para Skinner, para que ele não precisasse falar com ela e nem vê-la. A única coisa que ele queria naquele momento, era ficar o mais longe possível de Dana Scully. Mas resistindo a seus impulsos, Mulder sentou-se e começou a ler a carta que ela havia lhe enviado. " Mulder... Sei que essa não é a forma mais convencional de pedir desculpas pelos meus erros, mas foi à única forma que eu encontrei. Preciso explicar para você o que realmente aconteceu para que eu acompanhasse o Canceroso naquela viagem e não poderia fazer isso olhando em seus olhos e vendo toda a mágoa contida neles. Dói saber que eu o magoei tanto. Dói vê-lo me tratando assim, com indiferença e com tanto desprezo Eu fui visitar o menino que havia sido curado de seu câncer por um anjo. Eu falei com a família dele e quando voltei para o meu carro, eu encontrei o Canceroso. Eu mandei que ele saísse. Tinha percebido que o menino havia recebido um chip, que estava implantado em seu pescoço.. Quando o CGB saiu do carro, ele deixou um cartão com um telefone para caso eu ficasse interessada. Eu pedi que rastreassem o nº do telefone que ele havia me dado e descobri o endereço daquele escritório onde nós estivemos. Na porta havia um aplaca indicando " C.G.B. SPENDER " . Ele me ofereceu a cura para o câncer e a única coisa que eu precisava fazer era ir com ele. Você não podia saber de nada. Então, eu aceitei e deixei um recado para você. Quando você me ligou, eu estava em casa mas não pude atender porque o Canceroso estava junto. Eu pus um gravador em meu sutiã para que eu pudesse enviar para você tudo o que ele me dissesse. Quando nós paramos em um posto, eu fui até o banheiro e coloquei a fita em um envelope e o enderecei a você. Eu havia colocado esse envelope numa caixa de correio, mas ao que parece, alguém estava cobrindo nossas pistas e interceptou esta fita, já que você não a recebeu. Ele também me levou para conhecer uma mulher que, segundo ele, tinha mais de 100 anos. Ela também tinha um chip na nuca. Quando paramos no posto no qual eu lhe enviei a fita, ele assumiu a direção do carro e eu acabei caindo no sono, eu estava muito cansada pois estava há horas sem dormir. Quando eu acordei já havia amanhecido e eu estava em um quarto de um chalé. Estava vestida com o meu pijama. Lembro que senti um gosto estranho na boca e uma pequena dor na nuca. Verifiquei e vi que o gravador ainda se encontrava no mesmo lugar. A única coisa que eu não sei foi o que aconteceu naquela noite. Segundo ele, ele apenas trocou minha roupa para que eu dormisse mais confortavelmente. Ele marcou um jantar com o Cobra para aquela noite e comprou um vestido para que eu usasse. Acho que ele fez isso para que eu não usasse um gravador, já que o vestido era todo trançado nas costas. O Cobra não foi no jantar, mas entregou um bilhete marcando um encontro para o outro dia.Eu fui sozinha, e , não sei como, ele me conhecia. Disse que eu era exatamente como eu havia me descrito. Ele me entregou o disquete e quando eu pedi por mais informações alguém começou a atirar contra nós e acabou matando o Cobra. Eu ouvi um último tiro antes de fugir e creio que alguém deve ter matado o atirador que acertou o homem que me entregou aquele disquete, que segundo o Canceroso, tinha a cura não só para o câncer, mas para todas as doenças existentes no mundo. O canceroso também disse que o material era de origem extraterrestre. Quando eu voltei, o Canceroso já me esperava e eu entreguei o disquete para ele, que depois me devolveu novamente. Eu acredito que nessa fração de tempo que eu me distrai, ele trocou os disquetes e ficou com o que eu havia recebido com ele. Como eu disse, ele está morrendo. Talvez ele queira a sua cura. Ontem eu fui ao hospital fazer alguns exames e o médico constatou que havia sido feito um pequeno corte em minha nuca, mas que era imperceptível. Não sei o que aconteceu, porque pelos raios-x que eu fiz, o chip ainda está lá. O que realmente me levou a seguir o Canceroso não foi só a possibilidade da cura. Foi algo que ele me disse. E diz respeito a você... e a sua irmã, Samantha;Ele me disse que ela estava viva e que aquilo que você viu tinha sido apenas um cenário montado para despista-lo, assim como o relato da enfermeira e os históricos médicos que encontramos. Eles fizeram tudo isso para que você acreditasse que sua irmã estava morta. Sei que não há justificativa para o que eu fiz, mas o fiz por você. Tudo em que pensei quando ele me disse isso foi que eu poderia trazer sua irmã de volta. Eu sei o quanto ela é importante para você e faria tudo o que eu pudesse para traze-la de volta para você, mesmo que isso significasse a minha vida. A única coisa que desejo no mundo é vê-lo feliz Mulder. Trazer sua irmã de volta seria o meu agradecimento por tudo o que você já fez por mim. Agora sei que o que fiz foi errado, mas também sei que se você estivesse no meu lugar teria feito a mesma coisa.Entendo a sua mágoa e a raiva que você está sentindo de mim. Perdoe-me por ter traído sua confiança, mas se menti para você, o fiz por amor. Não suporto vê-lo sofrer pensando que sua irmã está morta. Não consigo olhar para você e ver esses olhar triste que te acompanha há algum tempo. Se não me quiser mais como sua parceira, eu vou entender. E, mesmo que sofra muito, me afastarei de você, dos Arquivos X, e se preciso for, do FBI. A única coisa que te peço é que entenda meus motivos. Peço sua compreensão e se possível, seu perdão. Bem, não há mais nada há ser dito. Se quiser vir ao meu apartamento, estarei aqui. Ou então me ligue para me dizer o que você pensa sobre isso. Mas por favor, não me ignore mais. Com amor Dana Scully " Mulder ficou pensativo por alguns instantes, olhando para a carta de Scully que estava em suas mãos. Depois, levantou-se, pegou sua jaqueta e saiu. X-X-X-X-X-X-X-X APARTAMENTO DE DANA SCULLY Scully estava impaciente o dia inteiro. Esperava um telefonema de Mulder ou uma visita dele. Ela sabia que a essa altura, ele já havia recebido e lido sua carta. Claro, se ele não a tivesse rasgado antes mesmo de abri-la. Mas à medida que o tempo passava e ela ia perdendo suas esperanças até que a noite chegou e Mulder não havia entrado em contato. Ela ouviu a campainha tocar e foi atender. Era Mulder. - Boa noite Mulder! – cumprimentou Scully sorrindo. - Boa noite. – respondeu Mulder secamente – Posso entrar? - Claro. Entre. Fique à vontade. – disse ela. Scully percebeu que ele estava com sua carta na mão e sentiu um frio percorrer sua espinha – Quer beber algo? Uma taça de vinho? Café? - Sim. Obrigado. – disse ele - Eu já volto. – dizendo isso ela foi para a cozinha. – dizendo isso ela foi para a cozinha. Suas mãos tremiam , demonstrando o nervosismo e a ansiedade que ela sentia. Ao pegar uma das taças, ela acabou escorregando de sua mão e quebrou- se ao bater contra o chão da cozinha. Scully abaixou-se para pegar e acabou cortando-se com um pedaço de vidro. - Ai ... – gemeu ela baixinho ao mesmo tempo em que Mulder entrava na cozinha - O que foi? – perguntou Mulder preocupado ao olhar para o sangue que escorria do corte - Nada. Eu cortei minha mão com um pedaço de vidro. – disse ela dirigindo-se ao banheiro em busca de um lenço e algo para limpar sua mão. Mulder foi atrás dela. - Deixa que eu te ajudo. – disse ele tomando a mão dela entre as suas para limpa-la. Ele fez um pequeno curativo sobre o corte. - Obrigado por se preocupar. – agradeceu Scully sorrindo timidamente para ele - Não foi nada. – respondeu ele secamente. Ela ainda podia notar a mágoa que havia na voz de Mulder – eu faria isso por qualquer um. – finalizou ele - Eu sei...mas mesmo assim obrigado. – disse ela, ferida pelo que ele havia dito. Então ele não se importava mais, pensou Scully, ele apenas tinha ido ali para dizer que não a perdoava. Scully saiu do banheiro e foi em direção da cozinha. - Vou buscar o vinho. – disse ela - Não precisa. - Eu faço questão. Ele a puxou pelo braço de um modo um pouco violento. - Não vim aqui para beber. Vim para que a gente pudesse conversar. – falou Mulder ríspido. Scullu não pode impedir que as lágrimas aflorassem em seus olhos quando ele disse isso. Eram lágrimas de medo pois ela sabia que estava a ponto de perder o seu precioso amigo, fazendo com que suas esperanças de um dia ser feliz ao lado dele fossem por água abaixo. - Eu estive pensando e havia chegado a conclusão de que o melhor que eu tinha a fazer era me afastar de você. – disse ele - Eu entendo. – disse ela interrompendo-o – eu vou falar com Skinner amanhã. Prometo que quando você chegar ao Bureau amanhã minhas coisas não estarão mais lá. – Ela começou a andar nervosamente pela sala até achar o seu molho de chaves. Mulder sorriu diante do embaraço e nervosismo dela e percebeu o quanto as mãos dela tremiam ao pegaras chaves. Ela estava tentando retirar uma chave, a qual ele sabia que era de seu apartamento. As chaves escorregaram de suas mãos e ela apressou-se a pegá-las. Agora, as lágrimas caíam livremente por seu rosto e ela não conseguia impedi-las. Vendo que ela lutava freneticamente contra as chaves, Mulder delicadamente tomou suas mãos entre as dele. - Acalme-se Scully. – disse ele suavemente - É que...bem, eu pensei que você quisesse as chaves de seu apartamento. – disse ela – Eu..sei que não podemos mais ser parceiros. Mas será que podíamos continuar sendo amigos? Não quero perde-lo Fox. – dizendo isso, Scully agarrou-se nele, abraçando-o. – Sei que eu errei, mas me perdoe por favor. Ele a abraçou e acariciou seus cabelos. - Acalme-se Dana. Você não vai me perder. Não vai se livrar de mim tão fácil. - Mas você falou sobre minha transferência. Eu pensei... - Posso terminar de falar? – perguntou ele sorrindo - Eu realmente tinha pensado nisso. Até ler a carta que você me enviou. Depois que eu a li, eu vi que você estava certa. Se estivesse no seu lugar, teria feito a mesma coisa. E o fiz, muitas vezes nesses sete anos que estamos juntos e você nunca se queixou. Nunca me tratou como eu a tratei. Eu é que devo pedir desculpas pelo modo grosseiro como eu a tenho tratado desde que você voltou. Não tenho o direito de julga-la. Sei que agi errado mas acontece que me preocupo com você. E mais do que isso, fiquei com ciúmes. Não suportei saber que você estava sozinha com o Canceroso. Não suporto saber que você fica a sós com qualquer outro homem além de mim. Não me importo tanto com minha busca quanto me importo com você Scully. Eu acredito que o que descobri sobre Samantha é verdadeiro. - Mas e se ela estiver viva Mulder? - Se ela estivesse viva ela também poderia ter me procurado. Se ela não fez isso é porque não quer me ver. Sei que ela era muito pequena quando a tiraram de mim, mas ela poderia ter ido atrás de mim. E esse é o problema Scully, ela não quer me procurar. - E se ela não tiver essas memórias Mulder? De sua vida antes da abdução, de sua infância? - Então por que eu irei atormenta-la com tais lembranças? Cada um tem sua vida agora Scully. E a minha é ao seu lado. Se um dia tivermos que nos encontrar, nós iremos nos encontrar. Mas eu creio que ela esteja morta e não quero que você se arrisque novamente. Nem por Samantha, nem por mim e nem por ninguém. Quero você viva Scully. Eu... Ela não deixou que ele terminasse a frase. Num ímpeto, Scully puxou-o pela nuca de encontro a seus lábios. Eles trocaram um beijo rápido e ardente e quando se separaram, ambos estavam sem fôlego. - Desculpe. Me empolguei com o seu discurso. – disse Scully. Mulder sorriu para ela – Vou buscar o vinho. Ele a puxou pelo braço. - Você não vai fugir de mim. Quero que você esteja sóbria ao ouvir minhas palavras e quero estar sóbreo ao dize-las para que você não pense que eu esteja drogado ou alcoolizado. Ela o olhou sem entender e ele tomou seu rosto entre suas mãos. – escute bem senhorita Dana Katherine Scully: eu te amo. Está ouvindo? – ela concordou, sorrindo – eu te amo. Não só como amigo., não como parceira, não como irmã. Mas como a mulher Dana Scully que você é. Meiga, gentil, carinhosa, atenciosa, e desculpe o termo, muito gostosa. Eu... - Mulder, se você não parar de falar e me levar para aquele quarto agora eu juro que te mato. Eu quero você Mulder. Como nunca quis outro homem,. Você tem o que toda mulher procura num homem: é sincero, carinhoso, amável, se preocupa comigo, tem uma boca muito sensual, coxas maravilhosas e um traseiro que há muito tempo eu quero tocar. Então, se você não me levar para aquele quarto agora e fazer amor comigo, eu nunca te perdoarei. – disse Scully seriamente. Mulder riu da expressão que havia no rosto dela. - Desculpe Scully, mas você está com mão machucada. Não posso fazer isso. Seria abuso sexual a uma pessoa doente. – disse ele seriamente sentando-se no sofá. - Escute aqui Fox William Mulder: pro inferno a minha mão cortada. Ainda me resta uma. E abuso sexual é o que você vai sofrer se não fizer o que eu estou dizendo. – disse ela rindo - Acalme-se e sente-se aqui. Temos à noite toda. - Eu vou pegar o vinho. Preciso de uma bebida. – ela disse indo para a cozinha. Ela deu uma checada na roupa que vestia: uma camiseta de malha e calça jeans. " Nada muito sexy" pensou ela enquanto pegava as taças e ia para a sala. Ela serviu o vinho e entregou uma taça a ele. Dana sentou-se ao lado dele e em um momento de distração de Mulder, ela derramou um pouco de vinho na blusa. - Droga!- exclamou Scully – Sujei minha blusa. Vou trocá-la. Você se importa se eu tomar um banho rápido? - Fique a vontade. – disse ele Depois de alguns minutos no quarto ela o chamou: - Mulder... você pode vir aqui um pouquinho? Ele foi até ela e a encontrou de lingerie. - Não estou conseguindo abrir o fecho. – disse ela – Pode abri-lo pra mim? - Claro. – ele se aproximou e abriu. Ela virou-se para ele e o puxou para um beijo, colando o seu corpo ao dele. " Preciso ser ousada" pensou ela enquanto fazia isso. - Obrigada. – agradeceu Lea. Scully vestiu o penhoar e foi até o banheiro. Ao terminar de tomar seu banho, Mulder a ouviu chamando-o . Ele foi até o banheiro e a encontrou sentada na borda da banheira. - O curativo molhou. Você pode fazer outro? – perguntou ela sorrindo maliciosamente - Claro. Onde estão as coisas para que eu o faça? Farei um curativo na minha paciente preferida. – Mulder estava ao mesmo tempo nervoso e muito constrangido com a situação. Ele percebeu que o penhoar que ela vestia estava começando a aderir a pele molhada de Scully e começava a ficar transparente. Ela pegou as coisas para que ele fizesse o curativo e ele começou a faze-lo. Enquanto que Scully acariciava as coxas dele com a ponta dos dedos. – Está pronto. – disse ele ao terminar. Ela puxou-o para mais um beijo quando ele saia do banheiro. Mulder correspondeu ao beijo, mas conteve-se para não abrir o penhoar, que nada escondia. Subitamente, Scully interrompeu o beijo e começou a afastar-se de cabeça baixa. - Vá embora Mulder. – disse ela - Por quê? – perguntou Mulder indo atrás dela preocupado – Dana, o que houve? O que eu fiz? – perguntou ele preocupado ao constatar que ela estava chorando. - Nada Mulder. Você não fez nada, E esse é o problema. – disse ela – Droga Mulder! Você sabe o quanto está sendo difícil para eu demonstrar o que eu sinto, o que eu quero? Você disse que me achava gostosa mas até agora não me beijou. É eu quem inicia os beijos. Você diz que me quer mas não me toca. Você sabe o quanto isso me machuca? Eu disse que queria fazer amor e você não me quis. Me insinuei várias vezes esta noite e você não se manifesta. Machuca essa rejeição Mulder. Sei que eu não tenho o corpo que você gostaria que eu tivesse. Sei que meus seios não são do tamanho que você aprecia e que se eles fossem maiores você já os teria tocado a algum tempo. Mas eu te amo Mulder. Se você realmente me ama e me deseja, então fique comigo. Faça amor comigo e demonstre o que você sente. Caso não queira isso Fox, por favor vá embora agora e a gente esquece o que aconteceu hoje. Ele sentiu-se mau por vê-la sofrer dessa forma e por saber que ele era o responsável por isso. - Você está enganada Scully. Mesmo que seus seios fossem maiores, eu teria agido da mesma forma. Seu corpo é perfeito. É que eu tenho medo de magoa-la . Não quero machuca-la. Só Deus sabe o quanto eu tive que me conter para não agarra-la ainda. Você já é linda e sexy Scully, quando você se insinua então...Minha nossa! Dizendo isso, ele a tomou carinhosamente nos braços e a levou para o quarto. Lá, ele delicadamente abriu o penhoar dela e ficou admirando-ª - Você é tão linda... – disse ele antes de beija-la. (...) Depois de saciados, os dois estavam deitados, abraçados carinhosamente. - Provei a você o quanto te amo e o quanto te quero dana? - Você nem imagina o quanto. Eu te amo tanto. Morreria por você Mulder. Daria minha vida para vê-lo feliz. - Eu quero você viva. Só assim eu sou feliz. – disse ele beijando seus lábios carinhosamente. - Estou perdoada pelo que fiz? – perguntou Scully - Você fez o que eu teria feito. Fez o que eu muitas vezes já tinha feito com você. Eu agradeço o que você fez, caso contrário, não estaríamos aqui agora. - Eu te amo.[] - Nunca vou deixar de te amar. Mesmo que não tenhamos as mesmas opiniões eu sempre irei te amar. Sempre. Naquela noite, eles dormiram abraçados. E provaram ao homem que agora destruía o disquete conseguido por Scully, que suas previsões estavam erradas: Scully permitiu-se amar e ser amada por Mulder. E isso, por mais que ele tentasse, nunca iria conseguir destruir. FIM Freedback: críticas, sugestões, comentários ( ou quem quiser saber o que aconteceu no quarto de Scully naquela noite em que Mulder provou a Scully o quanto a amava), mandem para: luana@dualnet.com.br