Fan Fiction Autora: Virgínia Mota - xvivifiles Título: Perigo: Mulheres Sinopse: Um misterioso caso envolvendo ... Mulheres Disclaimer: Eles não me pertencem e bálbláblá... Categoria: Shipper Spoilers: nenhum Feedback: Gente, esta é minha 3ª Fanfiction... Por favor, mandem feedbacks!! ******************************************************** Residência dos Wallaces Nashville 10:13 pm Joey está sentada no sofá com o namorado, Paul. Eles se beijam e trocam carícias, mas isto não dura muito... Em meio a tantos afagos, Joey solta entre os lábios em meio a suspiros "Vamos para o meu quarto". Rapidamente Paul a empurra. — O quê? – ele dizia com ar de surpresa — Ah, Paul! Tudo bem se não quer lá, vamos ser mais rápidos – Joey abriu sua blusa rasgando-a – Venha!! — Você não é a Joey! Ela nunca faria isto... Ela não é assim... – o pânico tomava conta de seu corpo. Ela pulou para cima dele. Ele a jogou no chão. A raiva cresceu dentro dela, levantou-se e foi em direção a cozinha, abriu a gaveta de talheres e pegou uma faca. — Isso não vai ficar assim! Você não vai me rejeitar deste modo!! Ele não disse nada. A raiva transparecia pelos olhos dela. Levantou a faca e cravou no peito de Paul que foi deslizando pela parede deixando um rastro de sangue. Joey ficou olhando-o atônita como se não tivesse feito nada... Pegou a faca e saiu correndo... Arquivo X thurururururuuuu Atividade paranormal... O governo nega ter conhecimento... "A mão que afaga é a mesma que apedreja" Sede do FBI Escritório do porão 8:23 am O agente Mulder estava sentado na cadeira apoiando as pernas na mesa quando Scully chegou no escritório trazendo uma pasta. — Bom dia, Mulder! – ela disse sorrindo — Como vai, Scully? – ele disse ainda com as pernas sobre a mesa. — Mulder, por favor, recomponha-se! — Como quiser sargento! – ele disse batendo continência e encolhendo as pernas. — Nós temos um novo caso... Skinner nos pediu para investigar um assassinato – Scully dizia abrindo a pasta que trazia. — E nós vamos ter que ir para descobrir o assassino e blábláblá, não é mesmo? – Mulder dizia cinicamente. — Sim, Mulder, nós temos que ir... Sei o que você deve estar pensando: Isso não é um Arquivo X e este caso é para o departamento de crimes violentos, mas mesmo assim vamos ter que ir lá... – Scully agora fazia cara de deboche – Talvez alienígenas tomaram o corpo do assassino... — Na verdade não estou pensando em nada disso... Até gostei da idéia de não ser da nossa área, precisamos de umas férias – ele dizia fazendo um olhar irônico — Mulder, você é irritante! – Scully desabafa depois dá um sorriso – Mas eu gosto disso... Proximidades de Nashville Dentro do carro 6:25 pm — Retiro o que disse lá no escritório, Mulder! Você é irritante, sim, mas não gosto disso!! Como pôde esquecer de abastecer o carro? Agora estamos parados aqui a espera de que alguém caridoso nos empreste gasolina – Scully estava muito nervosa. Saiu batendo a porta do carro. — Ah, Scully! Não me venha com essa, você que aceitou o caso do Skinner e nos fez vir aqui. – Mulder dizia saindo do carro e indo em direção a parceira – e além do mais, tem um motel logo ali – disse apontando para um lugar iluminado – onde podemos passar a noite e amanhã colocamos gasolina no carro. Scully assentiu com a cabeça, virou-se para o parceiro e disse em tom sarcástico: — Tudo bem! Mas, você empurra o carro até lá... O agente fechou a cara, mas não discutiu, empurrou até a frente do motel, que, aliás, tinha um nome muito estranho "Bubble of love". — Queremos dois quartos, por favor – Mulder, suando, pediu para a senhora atrás do balcão. — Estamos sem vagas aqui, mas tem um motel mais adiante... — Droga! Lá vou eu empurrar este carro até lá de novo... Vida boa é a sua, Scully, fica só aí parada! — Não me venha com essa, Mulder! Deixe o carro aqui que amanhã nós o pegamos... – ela virou-se para a senhora – Tem algum problema? A mulher balançou a cabeça negativamente. Os agentes rumaram em direção ao outro motel, cujo nome era bem original "Witchcraft". *** Já pela manhã, os agentes, pegaram o carro e foram até a delegacia desvendar o "misterioso" assassinato. — Olá, somos os agentes Scully e Mulder do FBI, viemos investigar o assassinato de Paul Wallace. – Scully disse retirando sua insígnia – Você deve ser o delegado, eu suponho – ela falava com um homem grisalho de uns 50 anos. — Não, meu nome é Niel, sou o secretário... Sabe, nesta cidade as mulheres que mandam... - neste momento uma mulher linda dos olhos verdes e cabelos negros e lisos entrou no escritório – Ela é o delegado, senhora Natalie Bletsky. Natalie entrou cumprimentando os agentes. Mulder rapidamente apertou sua mão e disse: — Oi! Somos os agentes Mulder e Scully, viemos... – mas foi interrompido pela delegada — Eu já sei o que vocês vieram fazer aqui , agente Mulder, não precisa repetir A Sra. Bletsky olhou cínica para Mulder, levantou a perna e colocou em cima da cadeira, levantou a calça e mostrou a bota para Niel, que pegou uma latinha de graxa e começou a engraxar a bota. Mulder olhou a cena atônito. Scully segurou o riso. Depois saíram para o necrotério. Ao sair da sala, o agente reparou que as duas mulheres se entreolharam com um estranho brilho nos olhos. — Anda, Mulder! Preciso olhar uns corpos – Scully falava debochada — Como você mandar... Scully não descobriu nenhuma pista do assassino. Mulder, que ficou ao seu lado o tempo todo, pensava na cena que presenciara e em tudo o que viu no necrotério. Só mulheres ocupavam os cargos superiores... E desde a conversa com a delegada, Scully estava bem diferente. — Mulder? – ela o chamou tirando-o de seus devaneios – Vamos embora! Estou cansada... Ele já ia sair quando percebeu que Scully apontava para o casaco dela que estava pendurado. — Não vai ser um cavalheiro e pegar meu casaco? Mulder não disse nada só pegou o casaco e saiu. Motel Witchcraft Quarto de Mulder 11:12 pm Mulder estava quase dormindo quando ouviu batidas na porta. Levantou mal-humorado e foi atender. Scully estava vestida de "feme fatale", uma camisola de seda vermelha com um grande decote em V embaixo de um robe entreaberto. Ela colocou uma mão sobre o ombro de Mulder e o empurrou fechando a porta atrás de si com um simples toque de calcanhar. — Olá, Mulder! – Scully dizia fazendo um beicinho sedutor — O que é isso, Scully? Você está bem? – Mulder dizia quase em pânico — Que foi, Mulder? Só estou com uma roupinha diferente... – Ela falava sempre com o mesmo beicinho sedutor deixando o robe cair — Scully, você está me assustando... – o agente ia se afastando cada vez mais da estranha Scully. Ela apenas sorriu maliciosa e o jogou em cima da cama. Mulder foi sacudido pela queda, pois o colchão era d'água. Scully pulou por cima dele abrindo as pernas. O agente não podia fazer nada a não ser segura-la. — Oh, Mulderzinho... O que está acontecendo? Não quer? — Você não é a Scully! – ele segurava suas mãos — O que é isso parceiro? Não está me reconhecendo? – Ela dizia enquanto soltava uma das mãos e pegava dois pedaços de corda de dentro da camisola – Eu sou apenas um lado que você ainda não conheceu – agora ela amarrava as mãos do parceiro na grade da cama. — Não, não faça isso, por favor! – Ele suplicava – Não quero isso com você, eu quero a Scully de volta!! — Mas eu sou ela... Pelo menos não deixo de ser... – ela falava enquanto ia mordendo o lóbulo de sua orelha e depois ia selvagem beijar seu pescoço. Mesmo em meio a suspiros Mulder conseguiu segura-la com as pernas e com muito esforço desamarrou os nós que prendiam suas mãos. Pegou Scully e a levou para o banheiro. — Volte ao normal! – o agente dizia enquanto a colocava debaixo da água fria do chuveiro. Como se retomasse a consciência, Scully sacudiu a cabeça. — O que está acontecendo? Mulder por que estou neste banheiro? – ela olhava para si mesma – por que estou vestida assim? - olhou para as mãos do parceiro – Por que você está com essa corda nas mãos? — Scully! É bom ter você de volta! – ele a abraçou — Mulder, estou com frio! Esta água está muito gelada! O agente desligou o chuveiro e pegou uma toalha para que sua parceira se enxugasse, enquanto isso ia contando tudo o que aconteceu e Scully olhava para ele horrorizada e com muita vergonha. — Não acredito que fiz isto – seu rosto estava vermelho — Pois é! Se eu soubesse que você era assim Scully... – ele olhou malicioso para ela, mas depois riu – Brincadeira... eu disse que íamos tirar umas férias, mas pelo que parece, isto realmente é um arquivo X. — O que você acha que está acontecendo por aqui? — Ainda não sei, Scully... Mas as mulheres estão por trás disso, você mesma viu, aliás, também agiu assim. — Você está sendo machista! Só porque nesta cidade as mulheres é que mandam quer dizer que nós temos toda a culpa? – um brilho estranho voltava aos olhos de Scully – Nós somos muito melhores que vocês... Mulder olhou aterrorizado para ela. Scully levantou-se e o pegou pelo braço o jogando contra a parede. Chegou perto dele, seus rostos quase colados. Mulder não tinha outra coisa a fazer, mas precisava ter Scully de volta. Levantou a mão e deu um grande tapa em seu rosto. Ela caiu no chão colocando a mão no rosto. — Rápido, Mulder! Me amarre! – Ela gritava enquanto punha a mão na cabeça na tentativa de retomar o controle do corpo, o brilho de seus olhos estava mais intenso – Você é selvagem... Gosto disto... O agente a amarrou na cama, correu ao banheiro, pegou um pouco de água e jogou no rosto da parceira. Ela voltou ao normal. — Ai! Meu rosto! Você me bateu? Por que estou molhada de novo? — Não há tempo para explicações, precisamos apagar este seu fogo... Mas, como? — Que tal, cedendo? — É você mesmo? – Mulder perguntou olhando-a nos olhos, não havia brilho nenhum – Não, Scully, não quero fazer isto só para me salvar, só por que eu quero – as palavras saíam de sua boca sem ele pensar — Você quer? – Scully o fitava intensamente, ainda sem o brilho nos olhos — Ah, Scully... Nos conhecemos há sete anos, temos muito mais que uma simples amizade, mas você assim é diferente, não é a verdadeira... — E você não se aproveitaria de mim, certo? – o brilho ia voltando a seus olhos. O agente balançou a cabeça negativamente, Scully continuou – Mas, sabe? Ele a olhou percebendo o brilho de seus olhos, mas não teve tempo de reagir, a agente havia se soltado e pulado por cima dele passando as pernas por volta de sua cintura. Ele escorou-se na parede. A agente o beijava e ele retribuía. O jogou na cama e murmurou em seu ouvido: — Você não se aproveitaria de mim, mas eu me aproveitaria de você... Ela rasgou a camiseta que o agente usava e puxou suas boxers o deixando nu. Ela tirou sua camisola e pôs-se a beija-lo. Ele não resistiria por muito tempo. Por fim, cedeu. Motel Witchcraft Quarto de Mulder 9:33 am Mulder acordou e se vestiu rapidamente. E depois Scully, para que ela não se lembra-se de nada, aliás, para ela não saber o que havia acontecido. Depois de um tempo ela acordou. Olhou para o lado e viu Mulder a fitando. — O que aconteceu? – ela perguntava confusa — Nada... não aconteceu nada... – Mulder tentava ser indiferente – Scully, precisamos ir embora daqui, não sei se agüentarei você assim por muito tempo...- agora ele apontava para sua camisola – sem poder fazer nada... — Mas e Skinner, Mulder? Nós não encontramos o assassino, o que vamos escrever no relatório? — Esquece, Scully! Disso a gente se livra, vamos rápido antes que você tenha outro ataque... Sede do FBI 2 dias depois Mulder estava no escritório pensando no que escrever no relatório quando Scully entrou na sala com as mãos atrás das costas. Ela olhou para Mulder. — Oi, Mulder! – ela sorriu – Posso te perguntar uma coisa? — Claro! — O que realmente aconteceu naquele motel? — Bem... – o agente suspirou profundamente – eu cedi... — E eu não me lembro de nada... – ela riu – uma outra perguntinha... Um brilho veio aos olhos de Scully. Ela tirou as mãos de trás das costas e mostrou um par de algemas ao parceiro. — E... – ela o fitava maliciosa, chegou até seu ouvido e murmurou – você cederia de novo? Continua...