TÍTULO: Momentos- 3 AUTORA: dana : ) DISCLAIMER: A mesmíssima coisa que você vê nas outras fics... os direitos não são meus, eu os uso para divertimento dos fãs , blá blá blá.... FEEDBACK: IMPORTANTÍSSIMO!!! Vamos animar aí , povo... que custa mandar 1 e- mailzinho com 1 frasesinha só para me dizer que leu a minha fic... :o) E-MAIL: dana_x@educacional.com.br RESUMO: Scully não está vivendo em seus melhores dias. Depois do nascimento de seu filho as coisas pioram: Mulder está sem emprego, ela de licença maternidade e a mãe não podendo ajudar. Será que desta vez ela vai conseguir acreditar numa coisa chamada SORTE !? Ou numa coisa chamada INTUIÇÃO ?! NOTA DA AUTORA: Alguns dias atrás minha professora de literatura nos mandou uma tarefa onde teríamos que escrever um conto . Adivinhem que personagem eu usei ? Bem, eu tentei adaptar da melhor maneira possível para isso virar uma fanfiction. É só imaginarem uma Dana Scully meio endividada com o nascimento do seu filho, afinal existem milhões de coisas para se comprar para um bebê, e como todos sabem, Mulder foi demitido do FBI e até onde eu sei em alguns spoilers, ele não arranjou nenhum emprego... Espero que vocês gostem do resultado. NOTA DA AUTORA 2: Tenho outras duas fics chamadas Momentos 1 e Momentos 2.. como vocês podem perceber elas são fanfics independentes, sem nenhuma ligação entre elas.( A não ser por certos "detalhes") Agora, vamos ao que interessa. Momentos Um baque surdo no chão e o corpo inerte pela calçada. Um filete de sangue vagarosamente escorreu da boca ao queixo. Ainda tonta com a queda Dana levantou a cabeça. Gotas de suor também corriam em sua face. Quando consegui , finalmente, focalizar o olhar e firmar os olho, viu o homem com a sua bolsa marrom virando a esquina correndo. Na manhã daquela Terça dana acordou como despertador aos berros (sorte que não era o pequeno Willian aos berros). Continuou com os olhos fechados ainda tentando dar sentido ao sonho que tivera. Via-se atravessando uma avenida em direção a uma pequena loja de conveniência. As mãos foram se esticando parando num monte de papel. Firmou os olhos e percebeu que aquilo era um monte de raspadinhas ( "que coisa mais banal –pensou – nunca acreditei nessas bobagens) . Mas ela não consegui soltar aquelas coisas, em vez disso disse á balconista ,como se não pudesse evitar: - Vou levar. Apenas 1! - São $2.50! Era tudo que tinha na carteira, como podia Ter chegado aquele ponto ?! e outra frase saiu inevitavelmente de sua boca. -Vou levar. Foi até o canto as loja, como se alguém guiasse os seus passos. Pegou um clip de papel que estava no chão e começou a raspar o bilhete resmungando... - Eu... Nunca... faria isso!!!! Foi raspando o primeiro quadrado, onde surgiu o valor $10.000. Respirou fundo, queria ir embora dali, mas contrario a isso ela continuou... ... E no segundo quadrado apareceu $10.000. Instintivamente Dana ergueu uma de suas sobrancelhas .Faltava 1 quadrado. Será que uma vez na vida ela iria Ter sorte em alguma coisa. "Não é bem assim..." alguém sussurrou em seu ouvido. Olhou para os dois lados procurando o dono daquela voz, que lhe era muito familiar. Ao virar para trás encontrou Mulder. "Scully eu nunca vi ninguém com tanta sorte em minha vida. Pense bem: ser devolvida numa abdução, escapar de um câncer e totalmente estéril dar luz a um filho... nosso filho" - Foi você que me trouxe até aqui ?! Mulder não respondeu. Esboçou um largo sorriso. Vagarosamente levantou as duas mãos até o rosto de Dana , e com os dedos e da maneira mais carinhosa possível, fechou seus olhos. Logo em seguida ele fechou os dele também e com toda suavidade que um ser humano pode Ter, depositou um leve beijo naqueles lábios. Quando os lábios se afastaram e olhos se abrindo, Dana perguntou: - Foi você quem me trouxe até aqui ?! Com as duas mãos ainda em sua fase, ele balançou a cabeça afirmadamente e disse em outro sussurro. "Nem em seus sonhos eu quero lhe deixar em paz." - Pois saiba que é justamente com você que eu fico em paz. Ele sorriu mais ainda da maneira mais radiante possível... "Scully, quero lhe lembrar que ainda há um quadrado" e lançou a cabeça em direção ao bilhete atrás de Dana. Ela se virou e segurou novamente o bilhete sobre o balcão onde o deixara. Mulder colocou as duas mãos em seus ombros . Ela fechou os olhos e respirou fundo, e ao abrirem, continuou a raspá- lo. Quase deu um salto quando viu surgindo um número 1, mas Mulder a conteve com as mãos... "Vamos, Scully... continue..." E ela novamente quase deu um salto quando leu 10.00 - Mais um zero... só mais um.... Foi quando o despertador tocou. Dana andava pelas ruas como qualquer transeunte. Estava impecável como sempre: salto alto, meia-calça clara, um tailer marrom ... Segurava numa mão a bolsa marron e na outra fraldas para o pequeno Will, que se encontrava na casa da avó. Sua mãe foi a babá mais barata que pode encontrar ,já que ela não cobrava nada! "É... não está sendo nada, nada muito fácil" Para quem não sabe, nos EUA eles não pagam pela licença maternidade das mães. E como Mulder estava desempregado ela não queria, de maneira nenhuma, incomodá-lo com certos assuntos ligados a $$$. Não que ele não tivesse 'culpa no cartório' para não Ter que ajudar, mas ele já tinha feito o máximo que a sua conta bancária lhe permitia. Olhou no relógio de pulso e o viu marcar 4:30PM "Em meia hora o banco fecha. Não consigo acreditar que não vou poder pagar o aluguel, não que eu não tivesse aonde ir se eu....bem, de qualquer forma, eu não gostaria de perder meu apartamento" Virou a cabeça para o lado oposto da avenida e se deparou com o letreiro de uma loja de conveniência . Quase deixou suas coisas no chão. "Não pode ser... mas ...COMO?!" Indiscutivelmente era a mesma loja do sonho !!!! Dana soltou um sorriso que misturava sarcasmo e ironia. Balançou a cabeça negativamente mas não agüentou . Atravessou a avenida sem olhar para os lados e sem ao menos perceber que quase ia deixar órfão um certo Willian. Chegou a porta da loja e apressadamente entrou, quase derrubara uma prateleira que estava em seus caminho. Desta vez não queria a lerdesa do sonho. Já estava fazendo muito estando ali , tentando seguir um instinto que dominava a sua mente. Culpa do sonho. - Vou levar esse !! E arrancou uma raspadinha da cartela ao lado do balcão, sem ao menos escolher ou olhar melhor o que estava fazendo. A balconista a olhou com uma cara mal- humorada e como se quisesse se livrar dela disse: - É um dólar, senhora! Era tudo que Dana tinha na bolsa .Jogou o dinheiro no balcão e saiu aos tropeços para um canto da loja. " Vamos acabar logo com essa bobagem. Onde já se viu. Nem na loteria eu já jogue, quanto mais raspadinhas !!" E com a unha mesmo raspou o papel... Primeiro ela levantou uma sobrancelha. Depois ergueu as duas, com o olhar espantado e com um sorriso de felicidade quase caiu ajoelhada no chão da loja, mas simplesmente se apoiou na parede para não cair. - Não pode ser- sussurrou- $10.000 dólares!!!!!!!! Olhou para o relógio... 15 minutos para o banco fechar. Foi quase correndo até o balão e exigiu ! - Meu dinheiro, por favor ! - Posso só conferir- e a balconista arrancou o bilhete das mãos de Dana e ver que realmente ela tinha ganhado, fechou a cara mais ainda. Pegou um envelope pardo e colocou o dinheiro dentro. E ainda vez seu último comentário. - Que sorte, não ?! Dana pegou o envelope e correu. Correu o mais que pode pela avenida.. mas quando virou a esquina ... Bem, sua bolsa teria outro destino .Justamente quando tinha deixado arma e distintivo em casa. Era apenas uma civil. Ainda deitada no chão, dana enxugou umas gotas de suou com a manga . Colocou os dedos nos lábios e deu um gemido de dor. Se espantou um pouco quando viu gostas de sangue em seus dedos. Mas do nada começou a rir. Rir daquele jeito "discreto" que só ela sabia fazer. Se levantou da calçada com mais risos e tirou o envelope pardo que guardava em baixo do paletó do tailer. Percebendo que as pessoas a olhavam com desprezo e espanto, parou de rir e agitou os cabelos séria. Guardou o envelope e virou de lado. Se deparou com a placa : National Bank . "É hoje..." pensou Cumprimentou o guarda da porta com um jeito de que seria capaz de abraçá-lo e entrou na agência quase tropeçando no tapete da entrada. .... FIM....