TÍTULO: LAS VEGAS Autora: Vancouver Categoria: Shipper Classificação: NC17/Shipper Spoiler: Three of a Kind (Trio Inseparável) "Pra quem não lembra do episódio, é onde os Pistoleiros Solitários enganam Scully para ela os ajudar em um caso". Resumo: Las Vegas, Scully, Pistoleiros, Suzanne Modeski... e Mulder. O que será que vai acontecer desta vez? Disclaime: Os personagens não pertencem a mim, mas a Chris Carter, 1013, FOX. Essa fic é somente para diversão dos fãs Nota da autora: É a minha sétima fic. De primeiro era para ser de humor. Mas a coisa foi tomando "corpo" e fugiu ao meu controle. Da classificação LIVRE tive de passar para NC17(ou quase)/Shipper. Espero que vocês gostem. Ah, e se vc quiser ler as outras fics que fiz, pode procurar nessa página, onde sempre sou bem recebida, ou eu mando anexada pra vc. e-mail: ednabarros@uol.com.br ********************************************************* Quarto de Hotel – Las Vegas Os Pistoleiros Solitários estão conversando com Mulder, explicando o caso. LANGLY: O cara vai tentar de novo, Mulder. MULDER: Tudo bem, mas porque dessa vez vocês me chamaram? BYERS: Porque precisamos de você... e também da Scully. Da outra vez nós a enganamos para ela nos ajudar e temos certeza de que agora só você vai poder convence-la a vir para cá... temos outro corpo nas mesmas condições da outra vez... e sabemos que a Scully pode descobrir o que houve, e só assim conseguiremos as provas que necessitamos para livrar a minha Suzana Modeski da encrenca em que ela está. FROHIKE: Mas lembra-se do que aconteceu na outra vez? MULDER: O que aconteceu da outra vez? FROHIKE Disfarçando...: O corpo foi roubado e depois não tínhamos mais provas... MULDER: Mas, o cara vai atacar de novo, no mesmo evento, no mesmo lugar? É estupidez demais! LANGLY: Se você pensar bem, até que não. Quando alguém vai imaginar que vão tentar atacar novamente? Nunca! MULDER: Nisso você tem razão. Bem, deixa eu ligar para a Scully. Mulder rapidamente pegou o celular, discou o número da parceira, ansioso por ouvir a sua voz... tão macia... se esquecendo completamente que ela poderia estar dormindo. E estava. SCULLY: Alô. MULDER: Scully, sou eu. SCULLY: Não acredito! Mulder, são três horas da manhã... Você por acaso tem alguma disfunção? MULDER: Você mais do que ninguém sabe a resposta pra isso, minha médica... Mas, deixa pra lá... Olha, preciso que você venha o mais rápido possível aqui para Las Vegas e... SCULLY: Las Vegas? O que isso me lembra?... Ah, já sei o que está acontecendo. Prestem atenção, vocês três... eu não vou cair na conversa de vocês, e parem de imitar o Mulder.... MULDER: Mas Scully, sou eu mesmo... não é simulador de voz, não. SCULLY: Me enganem que eu gosto... MULDER: Tudo bem, então. Pra provar que eu sou o Mulder, pode perguntar qualquer coisa que só nós dois saberíamos.... SCULLY: Qualquer coisa? MULDER: Qualquer coisa. SCULLY: Então, vamos lá. Qual é o meu sorvete favorito? MULDER: Aquela droga de gelado de arroz. Mas eu já te avisei que a minha saliva é mais gostosa que aquilo... SCULLY: E eu preciso experimentar logo... ela pensou MULDER: O que você disse, Scully? Só então ela percebeu que falou alto. SCULLY: Nada não. Vou te fazer outra pergunta: Quanto eu peso? MULDER: Scully, essa nem o FBI descobriria, mas com certeza você está com o peso ideal. SCULLY: Boa resposta, Mulder. O que você quer, mesmo? MULDER: É sobre um caso em Las Vegas, que você mesma veio aqui ano passado. Vai acontecer de novo e precisamos de você. Já temos um corpo para você fazer das suas com o bisturi. SCULLY: Tudo bem, eu vou... mas tomara que não aconteça aquilo novamente... MULDER: O que Scully? SCULLY: Uma coisa estranha... tive um branco durante umas 12 horas e os rapazes não queriam me dizer o que aconteceu nesse período, mesmo eu sabendo que eles estavam comigo. MULDER: Não deve ter acontecido nada sério não. Então, te vejo amanhã cedo. Anota aí o endereço e o telefone do hotel... SCULLY: Pode falar... Mulder acabou de dar as instruções para Scully e desligou o telefone. E virou para os três MULDER: Muito bem... Agora me contem o que aconteceu em Las Vegas com a Scully. FROHIKE: Nós tivemos um pequeno contratempo, e ela foi contaminada com um tipo de desinibidor. E em respeito a ela, é só o que eu vou contar... MULDER: Pode não contar agora, mas vai contar daqui a pouco. Bem, enquanto a Scully não chega, vamos ver o caso ou vamos ver o cassino? LANGLY: Mulder, você não tem jeito mesmo. ************************************************************* **** Scully chegou no hotel, e encontrou-os no quarto. Mulder rapidamente explicou o caso e levou-a até o necrotério. Deixou-a lá e foi atrás de Suzane Modeski. Depois de três horas, Scully acabava a autópsia, e esperava Mulder chegar. Ele tinha ligado e avisado que os rapazes já tinham entrado em contato com Suzane Modeski, que estava escondida, não podendo aparecer em público. Eles estavam indo ao necrotério para saber se Scully tinha descoberto alguma coisa. Sim, ela tinha descoberto uma marca estranha. E essa era a mesma mancha que ela estava tentando analisar, mas aí ela ouviu o barulho da porta se abrindo. Se virou e nada viu. Pegou a arma e esperou, olhou e de repente dois homens avançaram contra ela. Automaticamente, ela atirou e acertou os dois homens em cheio. Mas havia um terceiro, que tentou domina-la, mas ela deu um voleio, com seu corpo ágil, e acertou-o com o pé bem no estômago. Ele abaixou-se e ela deu uma coronhada na cabeça dele. Ele caiu e ela correu para o telefone, e quando ia falar, sentiu-se agarrada por trás e erguida no ar. __ Você é brava, mocinha. Mas isso aqui vai dar um jeito em você. Dizendo isso, aplicou- lhe aquela mesma substância no pescoço. MULDER: Parado aí, canalha! Solta ela agora mesmo! Mulder berrava com a arma em punho. Tinha acabado de chegar ao necrotério e ouviu dois tiros. Correu até a sala onde estava Scully e viu um cara com três vezes o tamanho de sua parceira agarrando-a pela cintura. Em comparação a ele, Scully parecia uma boneca. O cara soltou-a, e ela caiu no chão... __ Ei amigo, não quero fazer mal a ninguém, só quero o corpo e... foi dizendo e rapidamente pegou sua arma. Mas Mulder deu um tiro que fez a montanha desabar no chão. Correu até Scully, que ainda estava desacordada, e os três pistoleiros chegaram. Eles viram a marca no pescoço da Scully. FROHIKE: Oh, não, de novo não! Mulder os olhava sem entender nada. MULDER: De novo não o quê? LANGLY: Você vai ver, Mulder, você vai ver... MULDER: Vamos, me ajudem a leva-la para um hospital... dizendo isso , levantou-a nos braços como se ela não pesasse nada. ___ É Scully, você está bem levinha mesmo... disse isso pra si mesmo, para não ficar desesperado... BYERS: Mulder, não adianta, só o antídoto que a Suzane tem é que vai curar a Scully dos sintomas que ela vai apresentar. Vamos para o quarto e lá vamos te explicar tudo... **************************************************** Chegando ao quarto, ele a colocou gentilmente na cama, retirou sua roupa de legista (aquela verde) e deixou-a deitada na cama; foi sentar-se junto com os três ao redor da mesa que tinha no quarto. Eles foram explicando que da última vez, a Scully também tinha sido atingida, e da maneira que ela se comportou. Somente o antídoto que Suzanne Modeski tinha em mãos é que poderia eliminar o efeito da droga. Eles precisavam do corpo para comprovar a eficácia do antídoto, mas para isso tinham que identifica-la no organismo do morto, para mostrar para a mídia o que a companhia que Suzanne trabalhava estava fazendo: controladores de personalidades. Ela tinha roubado o antídoto, e estavam acusando-a de roubo interno, e ela precisava da prova (a droga) para mostrar o antídoto. E agora Scully é a prova viva disso! MULDER: Mas porque injetaram a droga nela, se sabiam que precisariam elimina-la também? BYERS: Provavelmente, pela luta no local, Scully deu trabalho para ser dominada e ele a dopou, preferindo não mata-la , para saber se ela tinha repassado alguma coisa pra nós ou o que ela tinha descoberto. Aí sim, depois, com certeza, ela iria morrer. MULDER: É, a Scully luta muito bem. Mesmo para aquele cara que mais parecia um armário. FROHIKE: E é melhor você não perde-la de vista, amigo, porque senão ela se casa hoje mesmo com alguém... lembre-se, estamos em Las Vegas. MULDER: Se ela tiver que casar com alguém vai ser é comigo. Os pistoleiros ficaram olhando, admirados, enquanto Mulder se virava e olhava para a cama. Nada. Scully havia fugido. A porta estava escancarada. MULDER: Essa não! Onde ela pode ter ido? FROHIKE: Eu tenho uma vaga idéia. MULDER: Então, Byers e Langly vão procurar Suzane agora e tragam o antídoto, enquanto eu e o Frohike vamos atrás da Scully. Todos saíram dos quartos atrás das mulheres. Mulder e Frohike desceram até o salão e não demorou muito pra ver uma concentração de homens no fundo do salão. FROHIKE: Mulder, ali! Mulder sorriu, achando graça. MULDER: Que é isso, Frohike. A Scully nunca iria ficar num lugar daqueles, e com tanta gente... FROHIKE: Vai por mim, amigo, vai por mim... De repente, a roda abriu-se e Mulder só não deixou o queixo cair mais ainda por que estava preso no rosto. Não podia acreditar no que estava vendo... Scully rodeada de tantos homens que ele nem podia contar, e ainda por cima com um cigarro na boca. E tinha um cara que estava atrás dela que dava pra ver o que ele queria só de olhar pra ele. Aliás, não só ele como todos que estavam ali... e Scully nem se dera conta do fato. Realmente, parecia que estava no mundo da lua... SCULLY: Hum, com quem será que eu vou sair daqui, hein???? Ela perguntava, toda lânguida... Houve um alvoroço e Mulder se adiantou. MULDER: Se alguém tocar nela, vai ser ver comigo. __ Quem é você, amigo? MULDER: Não te interessa. Scully, vem comigo, agora. Dizendo isso, puxou-a pelo braço, não muito delicadamente, queria logo tira-la dali, enquanto Frohike tentava afastar os homens que queriam continuar com tão agradável companhia... SCULLY: Ei, você está me machucando! Ela tentava se soltar, sem sucesso. MULDER: Scully, você tem que vir comigo __ O benzinho não quer ir com você não, ô amigo. Solta ela. Quem falava era o cara que estava atrás dela quando Mulder chegou perto do círculo. MULDER: Não se mete não, "amigo"; Dizendo isso, mostrou a arma debaixo do terno; o homem levantou as mãos e deu um passo pra trás; __ Tudo bem, faça bom proveito. SCULLY: Eu não quero ir com você! MULDER: Scully, você vai por bem ou por mal. Dizendo isso, levantou-a e colocou-a em seus ombros. Ela, que estava bem zonza, não ofereceu muita resistência. Foram direto para o quarto. Eles abriram a porta e Mulder colocou Scully na cama, novamente. MULDER: Não saia daí. Frohike, cadê os outros dois patetas? FROHIKE: Vou atrás deles, Mulder, mas, não tire os olhos da Scully. MULDER: Pode deixar. Ele fechou a porta e voltou para cama. Scully estava deitada, virada para o lado. MULDER: Scully? Scully? Você quer um pouco de água? Ele virou-a, e ela estava acordada, ainda. Fez ela se sentar. __ Scully? Você está me ouvindo? Ela não respondia. De repente, começou a acariciar seus cabelos, e desarruma-los, e Mulder tentava faze-la parar. MULDER: Pára com isso, Scully. Venha, vamos tomar uma ducha fria. Só que ela não parava de mexer com ele. Pegou a gravata, abriu a camisa dele e começou a passar as mãos no peito dele, enquanto dava um beijo que tirou o fôlego dele. Ele estava mais que surpreso: estava deliciado com a nova faceta de sua "Parceira"; Mas ele tinha de faze-la parar... __ Scully, você está brincando com fogo... Ela começou a abrir a camisa dela. Mulder não tirava os olhos, querendo ver mais. Era tudo o que ele queria, mas Scully não estava em seu juízo perfeito. Ele tentou faze-la fechar a camisa, e ela pegou a mão dele e colocou-a sobre um de seus seios. Mulder adorou sentir aquela pele tão macia e quente; ela o forçou a deitar e beijou-o. Ele não resistiu. Estava adorando tudo aquilo. Começou a acaricia-la também, mesmo sabendo da situação que ela se encontrava. De repente, a porta abriu, e os três pistoleiros, mais Suzana Modeski entraram. FROHIKE:__ Mas o quê... Mulder! Ele se levantou, e Scully veio junto com ele. Ele ajeitou a roupa de Scully e virou-se para os três pistoleiros; Mas Scully ainda disse no ouvido dele: SCULLY: Você tinha razão. MULDER: No quê, Scully? SCULLY: Sua saliva é mais gostosa que o meu gelado de arroz. E desmaiou. MULDER: Scully? Acorde, vamos, acorde. SUZANE: Calma, ela só vai melhorar depois que eu lhe aplicar isso... MULDER: Como eu vou saber que isso vai dar certo? SUZANE: Você não tem outra saída. Se eu não aplicar isso agora, não sabemos o que essa substância causa no organismo dela se ficar aí muito tempo. MULDER: Então, aplique logo, vamos! SUZANNE: Primeiro, tenho que tirar um pouco de sangue dela para efeito de provas. Mulder olhou para os pistoleiros e não se conteve. MULDER: Por que então vocês não tiraram o sangue do corpo para provas? Eles se olharam e não responderam. Suzanne respondeu por eles: SUZANNE: Eu precisava só do sangue, mas eles acharam que só o sangue não bastaria. Eu não sabia disso tudo até eles chegaram no meu quarto dizendo que a agente Scully tinha recebido novamente uma dose da droga. Eu vou pegar o sangue dela, e do corpo, e juntar com o antídoto, e apresentar as provas. Ato dito, ato feito. SUZANNE: Agora, o antídoto. Ela aplicou a vacina, mas Scully continuou desmaiada. MULDER: E agora? Quanto tempo vai demorar pra fazer efeito? __ Depende do organismo. No caso dela, que já esteve sob o efeito dessa substância antes, pode demorar mais um pouco. __ Então fora todo mundo. Deixem-na descansar. Mulder fez com que todos fossem embora, para deixar as coisas bem tranqüilas para Scully. FROHIKE: Acho melhor eu ficar e... Mulder apontou o dedo para ele e disse: MULDER: Nem mais uma palavra: saia agora mesmo... Resolvam o resto do caso sozinhos! Todos saíram e Mulder pôde ficar sozinho com Scully, que a essa altura estava ressonando... MULDER: É, parece que você vai ter uma noite daquelas... vai poder tirar seu sono atrasado... e já que resolvemos o caso, não tem problema. Mulder olhava para ela, pensando se devia ou não deixa-la mais confortável. Ainda eram dez horas, e pelo andar da carruagem, tão cedo não iriam sair dali. Decidiu que iria em frente. MULDER: É só deixar a cabeça fria, Mulder, só isso; Lembre- se cara: ela é sua parceira, confia em você, não vá bancar o pateta que nunca viu uma garota nua antes... bem, vamos lá – disse isso pra ele mesmo, tentando se convencer... Começou pelos sapatos MULDER: Até aí, tudo bem... Tirou o relógio. MULDER: Sem problema. Agora é que começa a parte difícil. Ele começou a desabotoar o resto da blusa que ela já tinha começado a desabotoar quando começou a ataca-lo. Bem devagarzinho, procurando não encostar em nada que o provocasse. MULDER: Como se isso fosse possível! Só de vê-la assim, tão indefesa, e relativamente despida, ele sentia-se a ponto de estourar. Tirou a blusa e deixou-a de sutiã. Ficou olhando maravilhado a pele acetinada dela, com uma vontade imensa de toca-la. MULDER: Contenha-se homem! Não vá fazer besteira! De repente, seu celular toca: Sem tirar os olhos da Scully, ele leva um susto, atende o celular, sempre olhando Scully. MULDER: Mulder falando. SKINNER: Onde você está? Estou te procurando o dia inteiro e só agora consegui contactá-lo. MULDER: Ué, Skinner, estou de folga, lembra-se? Você mesmo me deu folga este fim de semana. SKINNER: Não, não é com você. Eu preciso falar urgente com a Agente Scully. Não a encontro em casa e o celular está desligado. Você sabe onde ela está? Ela está aí com você? Mulder olhou para Scully, bem deitada à sua frente. MULDER: Sim, eu sei onde ela está. Pode deixar que eu dou o recado que você quer falar com ela. SKINNER: Tudo bem então. Aguardo o telefonema. E desligou. Mulder então respirou fundo. MULDER: Vamos acabar logo com isso. Ele colocou as mãos por debaixo da saia de sua parceira, sem levanta-la, para tirar a meia- calça. Respirou fundo novamente. Estava tocando em partes que, sinceramente, só tinha tocado em sonhos. Não tinha idéia de que ela era toda e tão macia... MULDER: Ai, Scully, mesmo dormindo, você me mata. Ele foi para a parte final: retirar a saia. De novo tomando coragem. De um só golpe retirou a saia, e com ela na mão, ficou observando Scully. MULDER: Você é muito mais do que eu imaginei. Para ajeita-la na cama, precisou pega-la em seus braços, e desajeitadamente, caiu sobre ela na cama. Não resistiu e colou seu corpo junto dela. Sentiu seu corpo tão quente e tão macio assim, tão entregue em seus braços, era o que ele mais sonhava. Se ela estivesse pelo menos acordada... SCULLY: Mulder? Ela disse baixinho... MULDER (levando um baita susto): Scully, você acordou! Está se sentindo bem? SCULLY: Estou meio mole... e com tanto calor... e... só então percebeu que estava na cama, praticamente nua e com Mulder em cima dela! Que sensação boa! Deixou a coisa rolar SCULLY: O que aconteceu? MULDER: Lembra do necrotério? O cara que te atacou te injetou uma droga que deixou você "fora do ar" por algumas horas. Suzanne Modeski trouxe o antídoto e conseguiu, pelo seu sangue, as provas que precisava para livrar-se da acusação de roubo e incriminar a companhia dela. SCULLY: E por que estou aqui, assim, na cama, com você? Eles nem se davam conta de que estavam abraçados, bem, na verdade, davam sim, e estavam gostando tanto que nem tentavam se afastar. MULDER: Você chegou meio grogue, e eu te coloquei na cama. Depois do antídoto aplicado, você caiu no sono, ou desmaiou, sei lá, e eu resolvi deixar você mais confortável. E tirei as suas roupas. Foi bem difícil. SCULLY: O que? Tirar as roupas? MULDER: Não. Me conter. SCULLY: Oh, Mulder, mas parece que não deu certo... ela sorriu, pois já tinha sentido que Mulder há muito tempo não tinha conseguido se conter. Decidiu ajudar o pobre rapaz... SCULLY: O que você precisa para continuar? MULDER: Você deixar? SCULLY: Pois tem a minha permissão Ele nem deixou ela terminar de falar: tascou-lhe um beijo, igual ao que ela tinha dado nele antes, e deixou-a sem fôlego. Com ansiedade acariciava-a , sentindo-se cada vez mais em ponto de bala ao passar a mão na lingerie acetinada e na pele sedosa, mas precisava se conter, para dar a ela o que ela esperava dele. Ela também não se agüentava. Sabia que com Mulder iria ser bom, mas aquilo também estava além das suas expectativas! Estava prontinha para ele, e ele a acariciava e beijava em tudo que era lugar: parecia um polvo e não parava, levando-a à loucura. Ele retirou suas próprias roupas, e finalmente deixou-a também nua, e ambos puderam desfrutar de momento tão especial e prazeroso. ************************************************************* ******** E o Skinner? Só amanhã!