Arquivos X Gift'Ig Por: Ðånå (Isso após um lapso, quem sabe de tempo, memória...) danna_ax@yahoo.com.br Classificação: Shipper/ Cômico/ "Besteirol" Disclaimer: As personagens são do tio Carter e da FOX, mas a estória é minha mesmo! Lógico, tio Carter iria me matar ao saber que escrevi uma coisa dessas. Gift'ig .......... Lavagem cerebral! - (inclusive na autora) - Aconteceu duas vezes, primeiro com Mulder e Scully, depois Diana Fowley reaparece e todos enlouquecem. É verdade, quem conseguirá conter os cérebros fujões?! ............................................................. ............ Comentários: Seguinte, quando a autora resolveu Ter alucinações a casa caiu. Quem gosta da Diana não é capaz de suportar essa fic!!! Não tentem traduzir o título, nem em inglês, nem em alemão, acreditem, fiz de propósito. Sinopse = Um belo dia tempestuoso, depois de me entupir de chocolate, resolvi escrever uma fic, aí meu cérebro não agüentou tanta pressão e resolveu fazer uma viagenzinha, sabe? Mas se querem uma sinopse da fic vai ficar difícil, melhor vocês lerem. Falando sério, nem tanto assim, hêhê, essa fic foi só pra aliviar a tensão, gente. É totalmente débil, portanto já advirto a quem for ler. Ðånå ............................................................. ............ Arquivos X 06:20 p.m. Mulder estava sentado em sua cadeira, com as pernas sobre a mesa, totalmente desinteressado pelo mundo. Atirava lápis no teto, como de costume e isso não é lá uma novidade. Atirou um, dois e depois do terceiro, abriu uma gaveta para pegar o resto do estoque. Não havia nada, foi quando Scully entrou. _ Acabaram os lápis. _ ele anunciou. _ Tente canetas. _ foi a única coisa que ela disse. Ele abriu a Segunda gaveta e tirou várias canetas que estavam presas com um elástico. Atirou-as no teto. _ Não é a mesma coisa. _ resmungou. _ Borrachas? _ ela sugeriu. _ Não... e então? _ Não tem nenhum Arquivo X. _ disse ela, sentando-se _ Vamos ficar aqui, com canetas e borrachas. _ Droga! _ Nenhum alienígena novo? _ Sabe que não? E o Governo também deve Ter tirado férias por esses dias. Comprou as pipocas? _ Não... _ ela estranhou a pergunta. _ Ah, Scully! E eu comprei o refrigerante!! _ Vamos pra casa, Mulder. Unknwon 06:35 p.m. O Canceroso e outros homens do Sindicato estavam reunidos numa grande sala com uma mesa oval de mogno no centro. Ele fumava calmamente, quieto. Olhou para o relógio de pulso e neste momento todos se ergueram, saíram. Somente dois velhos, gagás, ficaram. Quando se viram sós, os parentes do Matusalém, suspiraram, ao mesmo tempo. _ E a Diana? _ perguntou um. _ Lady Die? Dizem que ela ainda está viva... _ A Fowley, idiota! _ Ah, sim! _ retrucou o outro, débil _ Foi vista passeando numa nave, entre a estrada principal e a rodovia 115. _ Hã? Nave em Algum Lugar Entre a Principal e a 115 06:45 p.m. A nave não podia ser vista com nitidez, somente uma penumbra estranha que não se sabe como fui inventar isso. Havia uma mesa branca e ao redor alguns homens baixinhos com cabeças ovais e pálidas. Quando a câmera se aproximar verão que são só Ets. Eles conversavam num dialeto ininteligível e estranho, as palavras saíam como balas. Depois tiraram as máscaras, que eu esqueci de mencionar, mas também eram brancas. _ Finalmente terminaram? _ perguntou um alien velhinho, parecendo um ancião, que chegou naquele momento. _ Sim, com sucesso. _ respondeu um deles. Agora o imbecil resolveu falar português. _ Então conseguiram recuperar a massa encefálica? _ Já não havia muita... _ ele olhou com piedade para o corpo da mulher, que não se sabe quem é _ Pobre terráquea. _ Ela não parece terráquea. _ comentou outro deles _ O rosto dela é tão... duro... será que não veio de outro planeta? _ Que nem o super-man? _ se empolgou um quarto. _ A super-tábua. _ falou um, rindo. Todos riram, menos o ancião e um que parecia ser mais sensato. Foi quando a mulher ergueu-se de um salto da mesa, vestia uma roupa branca e tinha os cabelos desgrenhados. Sim, era ela! A Fowley!! (AAAHHHH!!!!!!!!) - Surpresa. Ela olhou atordoada para os homenzinhos, sem entender nada, vendo tudo numa imagem fora de foco. Uma aberração cromática, talvez, mas a autora não entende bem de física. Um dos homens lhe trouxe um pequeno espelho para que ela pudesse olhar-se. _ Ahhhhhhhhh! (dessa vez foi a vez dela!) Arregalou os olhos e os cabelos se assanharam, como a própria, que nem pêlo eriçado (boa comparação! Clap, clap, clap). Desmaiou e voltou a cair sobre a mesa. Em Alguma Estrada Por Aí 07:03 p.m. Mulder dirigia tranqüilamente, batucando no volante enquanto ouvia uma música qualquer. Scully olhava pela janela, calada. De repente o carro parou e eles desceram. Scully ficou observando a paisagem: veículos por toda parte e fumaça. _ O que foi? _ perguntou para Mulder, que se aproximava. _ Tem óleo negro entupindo o carburador. _ ele disse, calmamente. _ Não vai armar um escândalo, vir com uma teoria ridícula e voar até a Rússia de novo? _ Não, mas quero um beijinho. Eles trocaram um beijo e chamaram um táxi. Unknwon 07:08 p.m. Os dois velhos ainda estavam lá, colocando a conversa em dia enquanto comiam torradas. O mais gagá piscava os olhos a todo momento, já não via muito bem. O outro pensava. _ Que estarão fazendo com a mulher? _ disse. _ A Diana Fowley? _ o segundo velho gagá limpou os óculos na manga do terno _ Vacina. _ Anti-rábica????? _ Não. Dizem que ela tem sangue negro. _ Não me diga! _ ele cruzou as pernas _ E aí? _ Bem, a língua dela é de borracha também... Neste instante uma nave desceu, dentro da sala uma luminosidade se espalhou pelo local e os velhos se viraram, quase cegos. O gagá-ceguinho pestanejava agora mais ainda, dava até vontade de atirá-lo pela janela, mas não faz parte da estória. Ham-ham, continuando... _ O que é isso??? Abriu-se uma porta da nave e Diana foi empurrada pra fora, caindo sentada no chão. _ Nem eles agüentaram a mulher... _ Gift... gift... gift... _ ela dizia, parecendo inconsciente. _ Engasgou? _ disse o velhinho pisca-pisca. Apartamento de Mulder 08:00 p.m. Mulder estava "jogado" no sofá, assistindo televisão, deixou num canal onde passava um seriado, um tal de Arquivo X, não sei se vocês conhecem. É um que tem um ator lindo, charmoso e... voltando à história, ouviu batidas na porta. _ Por que sempre tem batidas na porta quando eu tô tentando assistir TV? _ Caro agente Mulder, a escritora aqui sou eu e você faz o que eu quiser. _ Porquê? Quem disse? _ Eu disse. _ Ah, tá. Então quer dizer que é você a escritora? _ É, sou eu sim. _ Fox Mulder, prazer. _ Eu sei quem é você, 'Fox'! _ Não me chame de Fox! _ Fox, Fox, Fox! Hê, hê, hê... Então os leitores indignados protetores dos Fox Mulders indefesos, decidiram se anunciar. _ Hei, hei, hei! Não judia do coitadinho! _ Ah, desculpa, Mulderzinho... quer colinho, quer? _ Mmm... magoei... E a autora, caiu na real. _ Pára de fazer manha, Mulder! Vai atender a porta já!!! Ele, relutante, foi. A gente tem que impor moral com essas personagens de hoje em dia. Tsc, tsc. _ AHHHHHHHH! Tremendo foi o susto dele quando viu a "Diana, a Extraterrestre" na porta. Depois de eu rolar de rir da cara de pânico dele, o fiz voltar ao normal que não é lá muito normal. Mulder se aproximou da câmera e cochichou: _ Você me paga! _ Ah, Mulderito, me perdoa. _ eu adoro fazer ceninha!!! Yepiii, mãe, sou eu!!! _ Tá feliz agora? Realizou meus piores pesadelos, você é má! _ E quem você esperava? A Scully? _ Bem, já que você falou, bem que ela podia aparecer... _ Não seja por isso. Prosseguindo com a fic, Scully surgiu bem atrás de Diana, a Extraterrestre e também se assustou ao vê-la. Reação: cabelos desgrenhados e olhos arregalados. _ AHHHHHHHHHH! Mulder bocejou. _ Isso está ficando repetitivo. _ Tem razão. _ realmente, dessa vez o Mulderzinho tem razão, eu concordo. Voltem a fita!! E depois que a Scully arregala os olhos e assanha os cabelos de susto, grita: _ Yahooooooooo! _ Hã?! _ fez o pobrezinho do Mulder. _ Propaganda de site agora? _ Ô, Mulder, você não sabe ler? Olha a quantidade de 'o' que tem aí, meu filho. E não interrompe mais minha estória! _ Tá, calma. Não tá mais aqui quem falou. _ Mulder, o que está acontecendo? _ pergunta Scully, sem entender nada, assim como as outras personagens, a escritora maluca aqui, meu irmãozinho que fica fazendo barulho enquanto critica meus escritos, meu cérebro que voltou de viagem e tá só assistindo a palhaçada e a maioria dos leitores. _ Aliás, como foi a viagem? _ Que viagem? _ respondeu meu cérebro tão fofinho, hê, hê _ Só fui na esquina tomar sorvete. Scully se aproxima da câmera. _ Ei, você aí! E a fan fic?! Mulder faz um sinal de que eu tô louca (e você é estranho!) e a Diana, a Extraterrestre Problema parece uma retardada no canto da sala. _ Prossigam a estória! _ eu ordeno. _ Mulder, o que está acontecendo? _ pergunta Scully. Psiu, Você já disse isso. _ Ah, é. Mulder!! O que essa mulher faz aqui? _ E eu que sei? A vossa escritora que tomou umas, eu acho. _ ele pigarreou _ Deve ser um clone, Scully. E ele sentou-se no sofá e começou a folhear uma revista sobre ufologia. Scully sentou-se ao lado dele e ficou lendo por sobre o ombro do parceiro. _ Bom, e o que eu digo agora? _ Diana, a mulher da cara de tábua, fica mais confusa ainda. (Você não é bem-vinda, coisa horrorosa!) _ Hã... bem... _ ela gagueja _ Mulder, eles me abduziram! Ooooohhhhhhhhhhh!!!! (Que trágico, não?) _ Não brinca... _ diz Mulder, muito interessado por sinal. _ Ei, esse não é o cara do Pânico? _ Cadê? _ Scully senta-se sobre a perna para poder ver _ Não, ele tá com uma cara de pânico, mas é um tal de Duchovny mesmo. Mulder fica olhando pra perna dela, boquiaberto. Ooooohhhhhhhhh!!! (Só pra não perder a prática, hê, hê) _ Eles... eles fizeram testes comigo, Fox! _ Você morreu, Diana! _ lá vou eu me intrometer de novo. _ Não se mete! _ É assim, é? A estória é minha!! Mas essa mulherzinha é impertinente, viu?! Bem, então ela caiu de joelhos aos pés do Mulder, como é de sua natureza se humilhar. _ Me perdoa, Fox! Me perdoa por tudo que eu te fiz! _ e derramou as lágrimas de lagartixa, porque nem de crocodilo chega a ser. _ Não me chame de Fox! _ ele a repreendeu. _ Mulder, pode me explicar como esta mulher apareceu aqui? _ quis saber Scully. _ Não sei, Scully _ ele respondeu, pensativo _ Segundo a roteirista, ela não morreu. _ Mas eu vi! _ Era um clone, eu acho. Era bom demais pra ser verdade... bom, a estória diz que ela foi abduzida e trocaram-na por um clone. _ Interessante _ comentou Scully _ Não tem nexo, mas é interessante... _ Então ela foi cuspida de uma nave e veio parar aqui. No meu apartamento. _ E agora? Silêncio. Todos viram-se para a câmera. _ E agora??? _ Não sei, ué. Só por que escrevi esse texto eu tenho que prever o que vocês vão fazer?! Silêncio novamente, todos olhando pra cara de débil da autora doida aqui. _ Tá bom, tá bom. Uma claridade intensa invadiu o apartamento, fazendo com que Mulder e Scully fechassem os olhos. _ Por quê? _ pergunta nosso Mulderito. _ Por que sim! Ou vocês querem ficar cegos? Continuando, eles fecham os olhos e... e... se abraçam! _ O quê? _ Se abracem logo! Os shippers querem ver! ... E se beijam. A claridade vai embora e Diana, a Extraterrestre-problema- com-a- cara-de-tábua não está mais ali. Mulder e Scully continuam se beijando e... _ Já podem parar! Ei, vocês dois!! Alôô, alguém aí? Nave em Algum Lugar Por Aí 10:00 p.m. Diana Fowley, a medíocre mulherzinha que ousou me desafiar, estava novamente deitada na mesa. Os homenzinhos de branco espalhados pela sala, como se ignorassem a presença da mulher desacordada. O Canceroso entrou, fumando um cigarro. Um homenzinho se aproximou. _ Não pode fumar aqui. O Canceroso o olhou e soltou uma baforada em seu rosto. _ Manhê! _ gritava o Etzinho, enquanto corria com a mão de três dedos sobre o olho. O velho fumante se aproximou da mesa de aço onde estava a vaca espacial e a olhou, inexpressivo. _ Removam o cérebro de novo. _ disse antes de sair. Os homens se entreolharam, mas o Canceroso se fora. Se aproximaram todos da mesa munidos com bisturis e outros utensílios. Diana abriu os olhos e os arregalou, gritando. AAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH Parece disco arranhado... ham-ham, mudem pra tela escura, rápido! The End...?! Ficamos por aqui, nos encontramos no próximo episódio. Já que meu cérebro voltou ao lugar de sempre, vou fazer pipoca e assistir Fight The Future pela vigésima Quinta vez. Até a próxima (para os sobreviventes)!