Titulo: "Evidências" Autora: Déia Mulder Disclaimer: Não me pertencem Classificação: Atenção! Cenas de violência no começo da história! Categoria: Shipper/Suspense Sinopse: Mulder é contatado por um amigo, também agente federal, para ajudar a solucionar um caso de duplo assassinato. Vale lembrar que nesta história nossos agentes estão juntos a um ano. Nota: Essa é uma história baseada em fatos verídicos com algumas modificações pro formato Arquivo X. Portanto Darlene, as crianças e Ronin, realmente existem. Késsia, eu tentei por você, mas não consegui escrever sem ser em forma de script, me enrolo toda. Eu sou muito detalhista! Espero que me desculpe! Pessoal me mandem feedback, por favor. Meu dia fica mais bonito! Falei demais, vamos à história! "Evidências" Residência dos Masterson, 2:30am. A noite estava fria e o céu encoberto por inúmeras nuvens negras que indicavam o início de uma chuva torrencial a qualquer momento. Michael de 7 anos e Joe de 5 anos, dormiam tranquilos deitados de bruço no chão da sala, enquanto a mãe deles Darlene, dormia no sofá, e o pai Ronin, dormia no andar de cima no quarto do casal com a filha mais nova, Vivian de 2 anos. Barulho na cozinha! Alguém entra na sala, empunhando uma faca grande. Não vemos seu rosto, apenas o luzir da lâmina afiada da faca que neste momento é elevada prá cima. O intruso aproxima-se de Michael. Abaixa- se. Eleva mais ainda a faca e desfere vários golpes nas costas de Michael que acorda sem forças prá gritar. O intruso levanta-se. Abaixa a faca. (Close na faca abaixada pingando sangue no chão). O intruso se aproxima de Joe. Eleva a faca novamente e desfere outros vários golpes em Joe, que também não teve tempo nem prá gritar. O intruso para por alguns instantes. Vira-se pro sofá, onde Darlene dormia. Darlene grita. Lá fora os raios cortavam o céu e a chuva desabava. Vinheta de Abertura! Apartamento do Mulder, 3:48am. Mulder e Scully dormiam como anjinhos. Ela com o corpo quase todo em cima dele e Mulder com os braços em volta da cintura dela. Scully desperta e mexe seu corpo fazendo com que Mulder desperte também. Ele vira seu rosto e beija os lábios dela. Scully retribui o beijo e Mulder vira seu corpo por cima do dela sem tirar os lábios dos dela. Beijam-se desesperadamente. O telefone toca. Nem um dos dois se importa. Mas o telefone continua tocando. Mulder interrompe o beijo frustrado e com cara de cachorrinho pidão, apanha o aparelho de cima da cômoda e atende sem sair de cima de Scully, que passeava seus lábios no peito dele. MULDER (IRRITADO): Mulder! STEVE: Mulder, aqui é Steve, como vai? MULDER (OFEGANTE POR CAUSA DOS LÁBIOS CURIOSOS DE SCULLY): Oi Steve, vou bem e você? STEVE: Vou bem. Tirando alguns problemas. Mulder desculpe incomodar a essa hora, mas eu tenho um caso horrível e não sei nem por onde começar. MULDER (UM POUCO MAIS INTERESSADO): Que caso, Steve? STEVE: Um caso de duplo assassinato. Dois irmãos, Michael e Joe, de 7 e 5 anos foram assassinados dentro de casa. A polícia local acabou de chegar e eu fui designado para o caso, só que nós não encontramos nenhuma impressão digital, pelo menos por enquanto, e como eu sei que você é muito bom em perfis do comportamento, achei que não se importaria em ajudar. MULDER (SAINDO DE CIMA DE SCULLY E SENTANDO NA CAMA): Sem problemas Steve. Me fala o endereço que eu já estou indo. Enquanto Mulder anotava o endereço, Scully prestava atenção sem entender nada, na conversa dos dois. Mulder desligou o telefone e olhou prá Scully. SCULLY (PERPLEXA): Quem é Steve, Mulder? MULDER (BEIJANDO OS LÁBIOS DELA): Um amigo meu que quer minha ajuda. Ou melhor, nossa ajuda. Vista-se Scully, temos um caso de assassinato prá desvendar. Mulder levantou-se num salto. Scully fez o mesmo, só que com menos entusiasmo. Residência dos Masterson 4:15am A aglomeração de carros de polícia em volta da casa era imenso. Mulder estacionou o carro, desceu e caminhou até dentro da casa, com Scully logo atrás. Steve o viu e o comprimentou. STEVE (SORRINDO): Mulder, a quanto tempo! MULDER (SORRINDO): Muito tempo desde aquele incidente no bar! STEVE (QUASE GARGALHANDO): Nem me lembre disso, Fox. Pelo amor de Deus. Nós estávamos completamente bêbados! Os dois riam feito bobos. Scully pigarreou mostrando que ela estava ali. MULDER: Ah! Esta é minha parceira, a agente Dana Scully. Ela é formada em medicina forense e pedi que viesse também. STEVE (ESTENDENDO A MÃO PRÁ COMPRIMENTÁ-LA): Muito prazer agente Scully! SCULLY: O prazer é meu! MULDER (SÉRIO, MEIO ENCIUMADO): Então Steve, o que temos aqui exatamente? Steve levou Mulder e Scully até o corredor que ligava a sala à cozinha. Este se encontrava lavado de sangue. SCULLY (FAZENDO CARA DE NOJO): Meu Deus! Que horror! MULDER: E Darlene? Onde está? STEVE: Na verdade quando cheguei aqui ela já havia sido levada ao hospital. O assassino cortou a garganta dela. Por sorte não cortou a carótida e ela está fora de perigo. Além do corte no pescoço teve também um corte no braço. MULDER: E o marido dela, Ronin? STEVE: No hospital com ela. Enquanto Scully conversava com Steve, Mulder esquadrinhava cada canto da casa. O carpete branco tinha pequenos manchas de sangue, como se fosse uma trilha. Mulder observou o sangue que tinha no chão, provavelmente onde os garotos foram mortos. Se abaixou e colheu um pouco. Foi até a cozinha. Havia pequenos pingos de sangue formando uma trilha no chão. Copos quebrados e sangue em cima da pia, escorrendo pro chão. Mulder colheu um pouco deste sangue também. Scully aproximou-se dele. SCULLY: Mulder o que está fazendo? MULDER: Colhendo provas. Dá prá mandar examinar essas duas amostras de sangue prá mim? SCULLY: Claro. Já estou indo! MULDER (PUXANDO SCULLY PRÁ SI): Obrigado, anjinho! Ele lhe dá um beijo carinhoso. Scully sorri e sai. Existia algo nesse caso que não se encaixava. O sangue na pia, por exemplo. Fox Mulder estava intrigado. Como aquele sangue foi parar ali. Correu os olhos pela cozinha e percebeu um rasgo no plástico que cobria a janela da cozinha. Percebeu também uma faca de pão em cima da mesa. Colocou-a dentro de um saco plástico escrito Evidence. Caminhou até a janela e olhou prá fora da casa. Viu que no chão tinha uma meia suja de sangue. Pulou a janela, abaixou-se e pegou a meia nas mãos. Olhou pro nada com uma expressão séria. O caso estava começando a ficar interessante. Laboratório de Ciência do FBI 6:24am Scully tirava a luva das mãos quando Mulder adentrou a sala. Ela estava de costas e não percebeu a presença dele ali. MULDER (AGARRANDO ELA POR TRÁS): Oi anjinho! Scully soltou um grito! SCULLY (SE FAZENDO DE BRAVA): Ai Mulder! Que susto! MULDER (RINDO): E então descobriu alguma coisa? Scully se virou prá ele que continuava agarrado a sua cintura. Ela falava com o rosto próximo do dele. SCULLY (SÉRIA): Descobri que o sangue que estava em cima da pia é de Darlene. E que o sangue do corredor era de Michael. MULDER (INDIGNADO): Mas como Scully? Se o garoto morreu na sala, o que o sangue dele estaria fazendo no corredor perto da cozinha? E como o sangue de Darlene foi parar em cima da pia? SCULLY: Eu não sei Mulder! MULDER (MOSTRANDO PRÁ ELA A FACA DE PÃO E A MEIA SUJA DE SANGUE): Tem mais uma coisa, Scully. Será que dava prá analisar o que contém nesta faca? Quer dizer os resíduos? E também queria saber de quem é o sangue contido nessa meia. SCULLY (SEM ENTENDER): Dá, Mulder. Mas por que? MULDER: Eu encontrei essa faca fora do faqueiro, em cima da mesa e essa meia caída nos fundos da casa. SCULLY: E daí, Mulder? O sangue na meia deve ser de um dos meninos. Enquanto a faca......eu não entendi! MULDER (SORRINDO): É que eu sou xereta, anjinho. Você não me conhece? SCULLY: Conheço, Mulder. E como conheço. Mulder me solta senão eu não respondo por mim! Mulder percebeu que ainda segurava a cintura dela. MULDER (MALICIOSO): E o que você vai fazer, heim? SCULLY (SORRINDO DEBOCHADA): Eu não, nós vamos! MULDER (GOSTANDO DA IDÉIA): Nossa Dana! SCULLY (DEBOCHADA): Nós vamos agora mesmo conversar com Darlene no hospital. Scully se desvencilhou dos braços dele e foi saindo do laboratório. Mulder ficou parado um tempo com cara de cachorrinho abandonado. Resolveu segui-la então com bico enorme. MULDER (CHEGANDO PERTO DELA): Sem graça Scully! Muito sem graça! Hospital Memorial 7:10am Darlene já havia despertado e se encontrava em observação. Mulder e Scully adentraram o quarto, deram bom dia, se apresentaram e se sentaram cada um em uma cadeira. MULDER: Darlene, eu sinto muito pelo seus filhos. Nós estamos trabalhando para encontrar o assassino e por isso precisamos de sua ajuda. Você nos ajuda, Darlene? SCULLY: Precisamos que nos conte o que viu. Darlene meneou a cabeça afirmativamente. Ela era uma moça loira, não muito alta. Definitivamente não era uma mulher bonita. DARLENE (SUSSURRANDO): O que vocês querem saber? MULDER: Queremos saber exatamente o que aconteceu essa madrugada? DARLENE (RELUTANTE): Eu dormia no sofá e meus filhos dormiam deitados no chão. De repente eu ouvi um barulho e acordei. Olhei pro chão e meus filhos estavam mortos... (CHORANDO)... Eu gritei e ele veio prá cima de mim. Cortou minha garganta e feriu meu braço enquanto eu tentava escapar. Ele saiu correndo e eu saí correndo atrás dele pela cozinha, foi quando eu vi a tela da janela rasgada. O chão da cozinha tinha cacos de vidro e estava toda revirada. Eu peguei o telefone da cozinha e liguei pro 911. MULDER: Seu marido dormia no quarto, no andar de cima, certo? DARLENE (ENXUGANDO AS LÁGRIMAS): Certo. Com nossa filhinha mais nova, Vivian. SCULLY: E ele não ouviu nada? DARLENE: Não. Nada. MULDER (DESCONFIADO): Você viu o rosto do assassino, Darlene? DARLENE: Não. Estava muito escuro. Só vi que ele usava um boné preto. MULDER (DESCONFIADO): Tinha sangue na pia da cozinha. Nós mandamos analisar e descobrimos que o sangue era seu. Tem idéia de como seu sangue foi parar lá? DARLENE: Não. Sinceramente não sei, agente Mulder. MULDER: Obrigado pela colaboração, Darlene. Nós vamos pegá-lo o mais rápido possível. Mulder e Scully se despediram e saíram do quarto. SCULLY: O que acha, Mulder? MULDER (DESCONFIADO): Eu não sei quanto a você Scully, mas eu acho que tem alguma coisa nesta história toda que não se encaixa. SCULLY: O que Mulder? MULDER: por exemplo os pés dela estarem sem nenhum arranhão. Você mesma viu a cozinha e tinha cacos de vidro espalhados por todo o chão. Como ela conseguiu a proeza de não cortar os pés enquanto corria pela cozinha? E o marido dela, será que ele não ouviu nada, nem os gritos dela? E essa história dela não saber como o sangue dela foi parar em cima da pia da cozinha, essa foi demais. Como uma pessoa pode não saber como seu sangue foi parar em determinado lugar? SCULLY (PARANDO DE ANDAR): Acha que ela é a assassina? MULDER (PARANDO DE FRENTE PRÁ ELA): Eu não disse isso. Eu só acho que talvez ela esteja acobertando alguém. Como por exemplo, o marido. SCULLY: E por que não vamos falar com ele? MULDER: Eu vou. Você volta pro laboratório e verifica se saiu o exame dos resíduos da faca e do sangue da meia, certo? SCULLY: Está bem, Mulder! Me liga tá bom? MULDER (DANDO UM BEIJO NA BOCA DELA DE TIRAR O FÔLEGO): Eu ligo, anjinho. Prometo. SCULLY: Está bem. Depois eu vou fazer reservas em um motel prá gente, certo? MULDER: Certo. Tchau! SCULLY: Tchau, Mulder! Ambos sorriram um para o outro e saíram juntos do hospital. Hotel Crush, 15:21pm Scully estava deitada na cama lendo um livro. Já havia avisado Mulder de onde estava fazia duas horas e até agora nada. A porta se abriu lentamente. Mulder adentrou o quarto com uma expressão cansada. A camisa entreaberta e a gravata frouxa em volta do pescoço. Scully abaixou o livro e olhou prá ele. SCULLY (TERNAMENTE): Cansado, Mulder? MULDER (SENTANDO NA CAMA AO LADO DELA): Muito! (FECHA OS OLHOS, PIDÃO) Faz massagem, faz! Scully sorri. Bate de leve na cama pedindo prá que ele se sentasse de costas prá ela. Retira a camisa dele e começa massagear as costas dele com o polegar, pressionando os dedos na pele dele. Mulder sorri e joga o pescoço de um lado pro outro tirando a tensão do mesmo. MULDER (SORRINDO): Seus dedinhos valem ouro, Scully! Scully sorri. MULDER: Saiu o resultado dos testes? SCULLY: Saiu, Mulder. Os resíduos da faca continham fibras do mesmo material do plástico da janela da cozinha e na meia continha sangue de ambos os meninos, misturados. MULDER (INTRIGADO): Mas como , Scully. Se o assassino entrou na cozinha pelo rasgo da janela.... como ele pegou a faca de dentro da casa. Ele entrou na casa pegou a faca, saiu de novo, cortou o plástico da janela e entrou por ela, colocando a faca em cima da pia? Isso não faz sentido nenhum. E por que ele deixaria uma meia contendo provas do lado de fora da casa? Eu falei com o marido dela, Ronin, e ele me disse que não ouviu nada. Ele foi prá casa dos pais dele com a filha mais nova. SCULLY (PARANDO A MASSAGEM): Alguma teoria? Eu não tenho nenhuma. Aliás, o que estamos fazendo aqui, Mulder, isso nem é um Arquivo X! MULDER (VIRANDO DE FRENTE PRÁ ELA): Ajudando um amigo meu, Scully. E além do mais, esse caso está ficando interessante! SCULLY (DESANIMADA): Muito interessante! Mulder sorri debochado. MULDER (INSINUANTE): Tá muito cansada, tá? SCULLY (DEBOCHADA): Eu não. Mas você está, lembra? MULDER (PIDÃO): Não estou mais. Preciso do carinho do meu anjinho. Tô carente. Muito carente! SCULLY (SORRINDO): Vem aqui, vem! Meu moranguinho! MULDER (RINDO): Moranguinho?!? Eu te chamo de anjinho e você me chama de.... moranguinho! SCULLY (DECIDIDA): Cala a boca, Mulder. Vem aqui que agora quem tá carente sou eu! Scully puxa Mulder contra o peito e os dois trocam um beijo mais que apaixonado. (ENTRE PASSADAS DE MÃO AQUI E ALI, DÁ PRÁ VOCÊS IMAGINAREM O QUE ELES FIZERAM, NÉ! GARANTO QUE NÃO FOI TROCA DE FIGURINHAS!) Delegacia, 17:42pm Steve conversava com um policial quando Mulder chegou com Scully logo atrás. STEVE (DESOLADO): Eu não sei mais o que procurar, nem onde. Esse cara é muito bom. MULDER: Steve! Descobriu mais alguma coisa? STEVE: Nada. Eu acho que esse cara é invisível. MULDER (PENSATIVO): Tenho certeza que não, Steve! STEVE: Desculpe, como é? MULDER (DESPERTANDO DE SEUS DEVANEIOS): Steve por acaso você sabe se os filhos de Darlene tinham algum bem? STEVE (ENRUGANDO O CENHO, PENSATIVO): Que eu saiba, não. Sei apenas que eles tinham seguro de vida. Scully puxou uma cadeira e se sentou ao lado de Steve. Mulder permaneceu em pé com as mãos na cintura. MULDER: Steve, eu tenho uma teoria. E acho que sei quem é o assassino! SCULLY (PREOCUPADA): Mulder, vê lá o que vai dizer, por favor! MULDER (DECIDIDO): É Darlene! STEVE E SCULLY AO MESMO TEMPO: Darlene!?!? MULDER: Me escutem primeiro, certo! As crianças tinham seguro de vida, muito bem. Pelo que eu andei verificando, os negócios do Ronin não iam lá muito bem. Pois é, ela matou as duas crianças prá receber o seguro de vida. Tenho certeza que Ronin sabia. Os dois devem ter premeditado tudo na noite do crime. Darlene convenceu as duas crianças a dormirem com ela na sala. Quando ela se certificou de que os dois estavam realmente dormindo, foi até a cozinha, pegou uma das facas, voltou prá sala e esfaqueou as duas crianças. Voltou prá cozinha e arrumou toda a cena do crime, quebrando alguns copos, espalhando objetos pelo chão. Mas a casa tinha que ter sinais de arrombamento, prá parecer invasão, então ela pegou a faca de pão, Scully, e cortou a tela da janela. Mas ela foi desleixada e deixou a faca em cima da mesa, por isso as fibras da tela da janela foram parar na faca. Como evidência de uma verdadeira invasão, pegou uma meia de um dos garotos e limpou o sangue da faca nela, jogando em seguida prá fora da casa, prá que nós encontrássemos. Mas quando ela olhou pro corredor que liga a cozinha até a sala, viu que Michael ainda estava vivo, se arrastando pelo chão. Ela novamente empunhou a faca e desferiu mais alguns golpes nele, levando-o novamente ao local onde dormia. Isso explica o sangue de Michael no corredor. Depois voltou prá cozinha e caminhou até a pia, tomando cuidado prá não cortar os pés nos cacos de vidro do chão, cortou a garganta tomando cuidado prá não atingir a carótida, fez também um corte no braço em sinal de luta. Isso explica como o sangue dela foi parar em cima da pia. Eu verifiquei o chão da cozinha e os respingos de sangue. Ela disse que corria pela cozinha atrás do assassino. Se isso fosse verdade o sangue no chão faria um rastro com pingos pequenos e mais próximos um do outro, mas se vocês olharem, verão que os pingos tem uma distância enorme de um para o outro e são de tamanho mediano, portanto ela estava andando pela cozinha. Foi até o telefone e ligou prá 911, enquanto limpava o resto de evidências. Eu verifiquei a camiseta que ela usava na noite do crime e tinha sangue nas costas. Não tem como aquele sangue ir parar lá. Portanto eu constatei que foi na hora que ela desferia os golpes nos garotos, jogando a faca prá trás e esfaqueando novamente, jogando a faca prá trás e esfaqueando novamente, enquanto ela fazia isso jogava o sangue da ponta da faca prá trás, pingando nas costas da camiseta. Eu não tenho mais dúvidas, foi ela! Scully e Steve estavam de queixo caído ouvindo a teoria de Mulder. SCULLY (SE RECOMPONDO): Nossa! Que coisa, Mulder! Se isso realmente for verdade.... essa mulher é totalmente louca! STEVE (LEVANTANDO DA CADEIRA): Eu vou pedir uma ordem de prisão, agora mesmo. Mulder olhou prá Scully que olhava prá ele assustada. MULDER (DOCEMENTE): Vamos prá casa, anjinho! Vem! Mulder estendeu a mão prá ela. Scully sorriu e deu a mão prá ele. Saíram juntos da delegacia. Hotel Crush, 18:37pm Scully estava arrumando as malas quando Mulder chegou. MULDER (VITORIOSO): Darlene confessou tudo. Realmente os negócios de Ronin não iam muito bem e ela matou os filhos prá receber o seguro de vida. Ela jura de pés juntos que Ronin não sabia de nada e como nós não temos provas contra ele, está solto. Eu acho que Darlene o está protegendo, mas.... eu acho que acabou, anjinho. (SORRINDO) Podemos voltar amanhã! Scully fechou os olhos aliviada e Mulder foi ao encontro dela abraçando-a. Scully deitou a cabeça no peito dele (QUEM NÃO DEITARIA....) e fechou os olhos. Mulder movimentava os quadris de um lado pro outro, embalando-a de olhos fechados. MULDER (APAIXONADO): Eu te amo, anjinho! SCULLY (APAIXONADA): Também amo você, Mulder! (Darlene foi presa, julgada e condenada a morrer na cadeira elétrica. Ela aguarda sua execução no corredor da morte!) Executive Producer: Chris Carter (mau, muito mau! Fim!