Título: Doce Redenção Autora: Mônica Almeida e-mail: kikaalmeida@hotmail.com Disclaimer: Todos os personagens dessa estória pertencem à Chris Carter, 1013 Productions e Fox Network. Categoria: Shipper Classificação: Proibido para menores de 18 anos. Sumário: Mulder e Scully estão namorando há seis meses. Até que uma visita inesperada...e inoportuna, aparece. Sede do F.B.I., Washington DC, manhã Dana Scully entra no escritório dos Arquivos X e abre um largo sorriso quando vê seu parceiro, e agora namorado, Fox Mulder, entretido na leitura de um relatório. "Bom dia, Mulder. Dormiu bem?" "Como um anjo." Ele levanta e se aproxima dela. "Não vai me dar um beijo? Você saiu apressada hoje de manhã." Mulder a segura pela cintura. "Mulder, estamos no trabalho, esqueceu?" Ela finge estar séria, mas acaba se deixando abraçar por ele. Ele a beija no canto da boca. "Por que você tinha que sair com tanta pressa?" "Mulder, nós combinamos manter nosso relacionamento em segredo, por enquanto. É melhor não abusarmos." Um pouco relutante, ela se livra do abraço. "E então, algum caso inexplicável para hoje?" Mulder faz cara de tédio. "Não, mas temos um mundo de relatórios para redigir." "Então é melhor começarmos logo." "Só se você me der um beijo." Mulder dá um sorriso impossível de se resistir. Mesmo assim Scully finge relutar. "Mulder, estamos no trabalho." Ela sorri sabendo que fará qualquer coisa que ele quiser. "Ah, Scully," ele se aproxima dela, ela sente a respiração dele junto ao seu rosto, "só um, vai..." Ela não resiste mais. Se aproxima dele e o beija apaixonadamente. Mulder corresponde ao beijo com paixão por alguns segundos, até que se afasta para recuperar o fôlego. "Meu Deus, Scully, você é irresistível." Mulder cola seu corpo no dela e ela sente o desejo dele, enquanto ele escorrega a língua com sensualidade para o pescoço dela, provocando-lhe arrepios. Scully tenta ser racional, mesmo sendo difícil resistir a Mulder. "Mulder, eu já disse, estamos no escritório. Por favor..." "Scully, como você consegue?" Ela arqueia uma sobrancelha enquanto pergunta. "Consegue o que, Mulder?" "Scully, já fazem seis meses que estamos juntos, namorando, e meu desejo por você não diminuiu nem um pouquinho. Cada vez que fazemos amor é como se fosse a primeira vez." Ela ri, empurrando-o delicadamente. "Nós somos irresistíveis juntos, Mulder. Mas precisamos trabalhar. O que você acha de almoçarmos juntos?" Mulder deixa escapar um gemido de frustração. "Tudo bem, Scully, já que não posso ter você agora..." Scully o beija no rosto. "Prometo que na hora do almoço você me terá inteirinha só para você." Mulder sorri e está prestes a responder quando o telefone toca. "Alô?... Está sim, senhor, um momento. Scully, pra você, é o Skinner." Scully atende ao telefone e Mulder fica a observá-la. Ela usa um tailleur bege, acinturado. Seus cabelos estão um pouco mais longos, quase batendo nos ombros. Ele vê as mãos bem feitas dela e se lembra de todas as vezes que foi tocado por elas. Os olhos azuis dela refletem tudo que ela sente e ele fica feliz ao ver o brilho da felicidade neles. Ele se distrai tanto que não percebe que ela desligara o telefone. "Mulder, tudo bem? Parece que você está no mundo da lua." "Digamos que quase. O que o Skinner queria com você?" Ela suspira, frustrada. "Aconteceu um acidente na rodovia com um ônibus. Estão suspeitando que foi sabotado. Skinner quer que eu vá até o hospital para fazer seis autópsias." "Seis?! Puxa, foi sério mesmo." "Pois é. Eu tenho que ir para lá agora. Mulder, acho que não poderemos almoçar hoje. Eu ligo pra você mais tarde." "Tudo bem, vou esperar você em casa hoje." Ela dá um rápido beijo nos lábios dele e sai. Mulder então, se arma de paciência e começa a preparar os relatórios. Três horas depois, Mulder está exausto. Mas, ao menos, havia acabado todo o serviço burocrático. Ele sempre ficava mais cansado fazendo trabalho no escritório. Preferia estar trabalhando em campo. Perseguindo monstros, vampiros, extras-terrestres, mutantes e resolvendo casos aparentemente sem solução. Scully ligara dizendo que o acidente fora pior do que havia pensado. Haviam mais três corpos para serem autopsiados e a maioria estava irreconhecível. Ela só chegaria em casa tarde da noite, a não ser que outro legista fosse designado para substituí-la. O que, na opinião dela, seria praticamente impossível. Mulder decide ir comer qualquer coisa, desdobra as mangas da camisa, veste o paletó e, já está na porta quando o telefone toca. Ele abre um sorriso e atende ansioso. "Scully?" A voz feminina que lhe responde tem um pedante sotaque inglês. "Fox? É você?" Mesmo depois de tanto tempo Mulder reconhece a voz de Phoebe Green, a mulher por quem fora apaixonado na juventude, e pensa. 'Que diabos ela quer depois de todos esses anos?'. Mas alto fala. "Sou eu, Phoebe. Por que está me ligando?" Ele tenta disfarçar, mas sua voz soa fria ao telefone. Phoebe percebe. "Puxa, Fox, há tanto tempo não nos falamos e é assim que você me trata? Bom, já que você perguntou, estou ligando para convidá-lo para almoçar. Sei que vai almoçar sozinho, pois sua parceira está trabalhando, fazendo autópsias." "Como você sabe?" "Um passarinho me contou. Vamos lá, Fox, é só um almoço. Eu tenho uma proposta a lhe fazer. Prometo que você não irá investigar nada e que não terá fogo no restaurante. A não ser, é claro, que você queira." Mulder ignora a indireta e resolve ir ao encontro de Phoebe. Afinal, ele sempre fora curioso. "Está bem. Onde encontro você?" "No restaurante perto do F.B.I. mesmo. Em meia hora está bom para você?" Meia hora depois, Mulder está no bar do restaurante esperando por Phoebe. Ela aparece em seguida e sorri ao vê-lo. Ela se aproxima dele e se prepara para beijá-lo na boca, mas Mulder é rápido e, educadamente, vira o rosto, beijando-a, de leve, na face. Ela se sente um pouco frustrada. "Houve uma época em que você jamais recusaria um beijo meu." "Os tempos mudaram. Vamos entrar?" Ele abre a porta e lhe dá passagem, entrando em seguida. Já com os pedidos feitos eles começam a conversar. Phoebe fala com um certo sarcasmo sobre Scully. "Então você continua com a mesma parceira. É muito tempo, Fox. Já não desgastou?" "Scully é a melhor parceira que já tive. E se você quer saber, ela é a melhor pessoa que conheço. Nós temos um ótimo relacionamento em todos os sentidos." "Todos os sentidos? Quer dizer que ela não é apenas sua parceira?" "Phoebe, o que você quer? Você não me chamou para almoçar para falarmos sobre Scully. Disse que tinha uma proposta a me fazer." "Fox, eu estou de férias. Resolvi vir para os Estados Unidos descansar. E me divertir um pouco também, é claro. Estou indo para Nova York amanhã. Você poderia ir comigo." "Você só pode estar brincando!" "Não, Fox, estou falando sério. Nós tivemos um relacionamento um tanto conturbado, mas você foi o único homem que amei de verdade. Sei que fiz pouco de você na época que namoramos, mas ainda sinto o mesmo que sentia antes. Eu quero ficar com você, Fox, e revivermos tudo que já tivemos antes." Mulder a olha como se ela estivesse completamente maluca. Ela continua a falar. "Eu sei que você não me esqueceu. Você está sozinho esse tempo todo. E eu tive lá meus casos, mas agora parei. Só quero você, Fox, mais ninguém. Você ainda me ama, não?" Mulder vai responder, mas o celular toca. Quando ele vai atender, a bateria arreia e ele desconfia que possa ter sido Scully. "Phoebe, eu sinto muito, mas você está completamente enganada. Eu não amo você. Há tempos que amo outra pessoa e essa pessoa está comigo agora. E nem você nem ninguém, me fará desistir dela." "É a Scully?" "Sim, é a Scully. Eu a amo como nunca amei ninguém na minha vida." Ele se levanta. "Phoebe, eu preciso ir." Quando ele vai saindo, Phoebe vê Scully entrando no restaurante. Mulder não a vê. Scully olha na direção deles e Phoebe aproveita a distração de Mulder, abraça-o pela cintura e o beija na boca. Scully olha sem acreditar e sai em seguida. Mulder fica um segundo sem ação, mas logo empurra Phoebe bruscamente. "Nunca mais faça isso. Eu não amo você, eu não quero você. Esqueça que eu existo." Dizendo isso, ele sai com raiva deixando Phoebe para trás. Scully sai do restaurante sem acreditar no que seus olhos acabaram de ver. Ela reconhecera Phoebe Green imediatamente. Sabia que ela e Mulder haviam namorado na época em que ele estudara na Inglaterra. Mas achava que ele já a havia esquecido. Ela vai para o estacionamento do F.B.I. e entra no carro, com lágrimas nos olhos. Scully vira o beijo por um segundo apenas, não vendo o modo com que Mulder empurrara Phoebe, rejeitando-a. Depois de quase três horas fazendo autópsias, Scully fora substituída por outro legista. Ela saíra do hospital e fora direto para casa, tomar um banho. Depois seguira para o escritório e, não encontrando Mulder lá, deduzira que ele fora almoçar no restaurante de sempre, perto do F.B.I.. Scully fora até lá e, como estava muito cheio, ela ligara para o celular de Mulder. Ela pensara que a bateria havia arriado, mas ao vê-lo beijando Phoebe Green, chegara a conclusão que ele simplesmente não quisera atendê-la. Esses pensamentos passam repetidamente pela mente de Scully enquanto ela dirige até sua casa. 'Ele me enganou. Como pôde beijar outra mulher? Ele disse que me amava.' As lágrimas correm seguidamente por seu rosto enquanto ela entra no apartamento. Scully entra em casa arrasada. Ela não consegue acreditar que Mulder fizera isso com ela. Ela verifica se existem mensagens para ela na secretária eletrônica. Há uma de Mulder. "Scully, sou eu. Foi você quem ligou para mim na hora do almoço? A bateria do celular arriou. Liguei para o seu, mas estava na caixa postal. Estou em casa agora. Ligue pra mim, ok?...Ah, Scully, eu amo você." Scully ouve a mensagem com raiva. "Mentiroso!" Ela não chega nem a se sentar. Toma rapidamente uma decisão, pega a bolsa e a chave do carro e sai de casa. Há uma semana Scully está hospedada na casa da mãe. Ela ligara para o Bureau para informar que havia pego alguns dias de licença. Nem roupa levara. Usava umas poucas que havia deixado na casa da Sra. Scully. Mulder ligara várias vezes para ela, mas ela simplesmente desligara o celular. E pedira à mãe para dizer, caso ele ligasse, que ela não estava lá. Scully está na varanda, tomando café, quando sua mãe chega. "Filha, acho que está na hora de você e Fox se entenderem. Já faz uma semana que você saiu de casa, sem dar uma explicação sequer a ele. Ele já ligou diversas vezes para cá pedindo notícias suas. Eu não tenho mais cara de mentir para ele, Dana. O rapaz está desesperado, sem saber o que aconteceu. Você deve uma explicação para ele." Dana está ressentida. "Não fui eu que saí por aí beijando ex- namorados." "Mesmo assim ele não está entendendo nada. Você precisa conversar com ele, por essa história em pratos limpos." "Mamãe, eu vi o Mulder beijando aquela mulher, ninguém me contou. Eu vi!" A Sra. Scully se aborrece. "Dana Katherine Scully, você não é mais criança, então pare de agir como tal. Você sempre foi tão racional, sempre quis uma explicação plausível para tudo. Dê uma chance para ele se explicar, pare de agir como uma adolescente boba. Vá conversar com ele. Exija uma resposta. Se for o caso, termine com ele, mas pare de se esconder, minha filha." Dizendo isso, a Sra. Scully sai, exasperada. Dana fica a pensar no que a mãe dissera e acaba concordando com ela. Ela não era mais criança. Era uma mulher adulta. Scully se levanta, arruma suas coisas e volta para casa imediatamente. Mulder está nervoso. Há uma hora atrás Scully ligara para ele dizendo que estava de volta e que precisavam conversar. Ele não gostara do tom áspero da voz dela ao telefone, por isso o nervosismo. Durante a semana inteira Mulder procurara por Scully por todos os lugares. Não fora trabalhar nesses dias. Ligara várias vezes para a casa da mãe dela, mas ela sempre lhe dizia que Dana não havia aparecido por lá. Ligara para o celular diversas vezes, mas a ligação sempre caia na caixa postal. Agora, espera ansioso por ela. Está preocupado, quer saber se ela está bem. Phoebe ligara algumas vezes para ele, mas ele não dera a mínima atenção. Da última vez, simplesmente desligara na cara dela. Ela não ligara mais desde então. Mulder ouve batidas na porta e corre a abrí-la. Ao ver Scully, solta um suspiro de alívio e a abraça, mas ela o repele. Ele não entende nada. "Scully, pelo amor de Deus, o que está acontecendo? Por onde você andou? Eu quase fiquei louco, meu amor, sem notícias suas. Scully, o que você tem?" Ela tenta olhar para ele com desprezo, mas não consegue. Mulder está abatido, parece mais magro. A barba está por fazer e há duas manchas escuras em volta dos olhos dele. A preocupação no olhar dele é evidente, real. "Por que você mentiu pra mim, Mulder?" Ele não entende nada. "Scully, do que você está falando?" "Você mentiu pra mim quando disse que me amava." "Scully, eu amo você, sempre amei. Scully, o que está acontecendo? Eu amo você mais que tudo na vida, mais que a mim mesmo. Meu amor, o que aconteceu? Por favor, me diga." Scully tem os olhos cheios de lágrimas. "Se você me ama tanto assim, por que você estava beijando aquela mulher no restaurante? Você me disse que levou dez anos para esquecê-la, mas não é verdade. Você ainda a ama, não é?" No meio do seu nervosismo, Mulder começa a rir. Ele compreende que Scully deve tê-lo visto com Phoebe no restaurante bem na hora em que ela o beijou. "Scully, olhe pra mim. Me escute com atenção." Ele segura o rosto dela com ambas as mãos, mas ela se afasta. Ele não desiste. "Meu amor, me ouça. Phoebe ligou pra mim naquele dia me chamando para almoçar e eu só fui porque você estava fazendo aquelas autópsias. Ela disse que tinha uma proposta a me fazer, e você sabe, eu sou curioso. Fui me encontrar com ela para saber que proposta era essa. Pensei que fosse algum tipo de trabalho." "Você foi correndo, não?" "Não, claro que não. Nós conversamos um pouco, ela me disse o que queria e eu disse a ela que não estava interessado." "E o que ela queria, reviver os bons tempos?" Mulder fica um pouco sem graça. "Isso mesmo. Mas eu recusei, Scully, eu disse que estava apaixonado por você e que ninguém nesse mundo mudaria isso. Eu amo você, Scully, só você. Phoebe é passado. Foi coisa de juventude. Nunca senti por ela o que sinto por você. Nunca precisei dela, Scully, só de você." Mesmo querendo, Scully não se dá por vencida. "Então por que a beijou, Mulder? Não me diga que foi ilusão de ótica. Eu vi na hora em que você se beijaram." "Quanto tempo ficou vendo o beijo, Scully?" "Não sei, um segundo. Você acha que eu iria ficar lá olhando vocês lembrarem dos velhos tempos?" "Se tivesse ficado um segundo a mais teria visto que eu a empurrei. Eu não a beijei, Scully, ela me beijou. E eu não correspondi, eu a afastei de mim." Ele se aproxima dela. "Venha cá, Scully, senti sua falta." Mulder a envolve com seus braços. Ela se deixa abraçar mas não corresponde. Mulder segura o rosto dela novamente e a olha nos olhos. "Scully, você é a única pessoa que amo. Só existe você na minha vida, mais ninguém. Pensei que fosse morrer sem você. Me dá um beijo." Scully tenta resistir. Mas acaba se rendendo. Ela se deixa beijar por Mulder. Sente o hálito dele na sua pele, o calor dos lábios dele contra os seus. Mulder pousa suas mãos na cintura dela, apertando-a levemente. Depois vai subindo uma mão devagarinho pelas costas dela, fazendo movimentos suaves e sensuais, ao mesmo tempo. Scully, numa doce redenção, cola seu corpo pequeno ao dele, sentindo todo o calor e desejo que emana do corpo de Mulder. Ambos suspiram de prazer e aprofundam o beijo. As línguas exploram uma a outra com ardor, sensualidade, tesão. Scully enterra seus dedos nos cabelos de Mulder, sentindo-lhe a maciez. Mulder a aperta mais contra ele, passando as mãos por toda extensão de suas costas. Ele fala entre os beijos. "Como senti sua falta, Scully." Ela suspira. "Eu também, Mulder." Ele se afasta um pouco dela e diz com cara de maroto. "Scully, sabia que eu adoro sua bunda?" Ela dá um beliscão nele e responde rindo. "E eu adoro a sua." "Tem alguma coisa em mim que você não adore, Scully?" "Huuuuuummm, nada!" Mulder a puxa pela mão e a leva para o quarto. Ele a agarra como uma fera enlouquecida, mordiscado-a no pescoço, enquanto ela, num rápido movimento, tira-lhe a camiseta e passa as unhas por suas costas. Mulder começa a desabotoar-lhe a blusa, mas está com muita pressa e acaba tirando-a por cima. "Scully, por que você tem que usar sutiã?" Ela ri. "Isso é um problema, Mulder?" E dizendo isso ela tira o sutiã e o joga de lado. Mulder, suga-lhe os seios com sofreguidão. Os dois falam palavras desconexas, enquanto tiram as roupas. Em segundos estão nus e sem ar. Mulder suspira no ouvido de Scully. "Scully, não me deixe mais, por favor." "Nunca mais, Mulder, eu prometo." A paixão é mais forte que tudo e numa fração de segundo, Mulder está dentro dela. Os corações estão acelerados, os corpos suados, eles começam a se movimentar freneticamente até que chegam juntos ao gozo final. "Scully, você que me matar?" "Desde quando amor mata, Mulder?" Ela afasta uma mecha suada de cabelo da testa dele. "Você é maravilhosa, Scully?" Ele a beija carinhosamente. "Você também, Mulder. Eu amo você." "Mesmo? Prove." Ela se coloca em cima dele e eles já estão prontos para começar tudo de novo. "É pra já, meu amor." Eles fazem amor como só os apaixonados sabem fazer. A noite vai demorar para acabar. FIM