Título: Divagações... Autora: Sammy Classificação: shipper, extremamente shipper Disclaimer: Eles naum me pertencem e blá blá blá... mesmo pq, se pertencessem, os noromos estariam em extinção hehehe. Nota da autora: essa é minha primeira fic, então o meu único incentivo para que eu continue escrevendo são os feedbacks, então please, mandem criticas, idéias, mesmo q seja para falar mal, eu naum me importo, contanto q saiba a opinião de vocês, e mesmo q vocês naum queiram criticar a fic, eu descobri q essa é uma ótima maneira de se fazer amizades!!! Mais uma coisa, gostaria de dedicar a Monica Almeida por ter betado a fic. Mon, brigadão!!! E também à Audrey (Agente_Fischer) por me aturar o tempo todo no ICQ. Por falar nisso, por onde anda nossa ff???hehehehe Spoilers: Naum era minha idéia original, mas acabou ficando como pós- Closure. e-mail: sammy_sh@arquivo-x.com XxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxX xX Divagações... Ela lhe foi fora apresentada como uma mera assistente, mas ele sempre soube valoriza-la, sempre a tratou de igual para igual, sempre a admirou. Ele era uma pessoa sarcástica e não mudou isso em relação a ela. Adorava usar seu senso de humor para irrita-la, mas as vezes se via passando dos limites. Queria morrer quando isso acontecia, mas sabia que a raiva dele em relação a ela não tinha como durar muito. No começo, é lógico que desconfiava dela, pois não tinha nexo colocarem alguém para "ajuda-lo" quando o principal objetivo era desmascarar seu trabalho, mas depois daquela noite em um hotel de Oregon, onde lhe contou a história sobre o que havia acontecido com Samantha, percebeu que ela era uma pessoa honesta e passou a considera-la uma amiga na qual, a cada dia, depositava um pouco mais confiança, até chegarem ao extremo de uma amizade. Um ponto no qual ele não hesitaria em se por em risco por ela, um ponto no qual ela era dona de toda a sua confiança, um ponto no qual pertenciam um ao outro. Só que não parou por aí, seus sentimentos em relação a ela continuaram numa metamorfose que não parecia ter fim. Com o tempo ele percebeu que ela já não significava a mesma coisa. Agora ela era uma parte integral de seu interior, era a principal razão pela qual seguia em frente. Ela havia conseguido chegar ao âmago de seu coração, quebrando todo o gelo ali armazenado e trazendo para aquele lugar tão especial o mais forte e perigoso dos sentimentos, pois sabia que agora, sem ela, nada mais teria sentido. Era algo que ele nunca imaginou que um dia sentiria. Algo que o deixava com uma enorme ansiedade em chegar ao trabalho todos os dias para ver sua vida iluminada por esse anjo que lhe causa inúmeras noites de insônia e que quando lhe deixa dormir, aparece como personagem principal em seus sonhos. Ele estava amando, um amor intenso, no entanto sufocado pelo medo da rejeição, pelo medo de perder essa amizade singular, pelo medo de abalar esses sete anos de plena confiança recíproca. Por todos esses riscos de perde-la. Ele não se conformava com o fato de ter feito anos de psicologia em uma das melhores universidades do mundo e agora não conseguir avaliar a mente de alguém com que convive diariamente. Não costumava conversar com ela sobre isso porque sabia que era um campo complicado. Ele não nega ter tido a oportunidade de responder a todas as suas perguntas enquanto estava contaminado com o vírus alienígena, mas a única coisa que conseguiu ver foi a dor e o sofrimento estampados em sua mente. Poderia ter ido mais fundo, mas lhe faltou coragem. Nunca se perdoou por isso. No dia – a - dia, costumava lhe jogar indiretas, mas só recebia respostas duvidosas. O tipo de resposta que o mantinha em reflexão durante horas sem nunca conseguir chegar a uma conclusão exata. Sentia-se como um adolescente confuso vivendo seu primeiro amor, apesar de que ele a considerava seu primeiro amor já que acabou percebendo que, até então, tudo o que vivera e pensara amar, não havia passado de uma mera ilusão. Ele estava constantemente prestando atenção nos seus mínimos detalhes, suas atitudes, tanto seu lado físico quanto seu lado interior e já havia notado alguns lances de ciúme, principalmente em relação a Diana, porque quando ela apareceu ele se viu envolto no centro de um triângulo amoroso. Se viu perdido e com medo de que Fowley ainda lhe trouxesse algum tipo de sentimento mas logo chegou a conclusão de que perto de seu "anjo", Diana não significava nada. Não que a estivesse desprezando, mas percebeu que o máximo que tinha com ela era uma amizade que ia regredindo cada vez mais. Ele demorou para acreditar que não podia mais confiar nela e mais para frente ficou chocado com a noticia de sua morte, mas nada demasiado. Com seu anjo perto de si, ele se sentia imune. Até mesmo a descoberta da morte de Samantha foi algo suportável que, em certos aspectos, lhe causou imenso alivio, já que depois de tudo o que havia acontecido, ele não mais considerava aquela como sua busca, mas sim um desejo mutuo pela verdade, tanto dele quanto dela porque depois de sua abdução, a morte de Melissa, seu câncer, Emily, enfim, tudo o que já havia passado, ela também queria respostas e agora, ele havia visto que tudo não acontecera em vão. Ele não tinha Samantha viva do seu lado, mas se sentia livre para viver sua vida, não iria parar com os Arquivos X. Ele ainda queria dar uma punição adequada, ele queria expor o sindicato e, principalmente não podia se afastar de seu grande amor que há tempos havia deixado de ser seu trabalho. Resta para ele, agora, resolver o maior Arquivo-X de todos: o relacionamento dos dois. XxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxX xX E aí, gostaram??? Mais uma vez, naum esqueçam do feedback q eh muito importante para mim!!! - sammy_sh@arquivo-x.com Mais uma coisinha, eu gostaria de agradecer a um monte de gente: Primeiro, gostaria de agradecer mais uma vez a Monica por ter betato a fic. Agora, vem alguns amigos não eXcers q leram a ff (nem um pouco obrigados hehehehe): Mi, Pri, Ní, Nú Rá, e a Ná (digamos que é half- eXcer) O pessoal da lista de discussão fanfictionx q me mandou feedbacks e a todo mundo q colaborou, se eu esqueci de alguém, desculpe mesmo, mas é q são tantas pessoas... Ah, e não poderia esquecer da minha professora (Rita) q leu e deu uma mãozinha na parte ortográfica. A todos, muito obrigada!!!! Nadili