Titulo: Depois do Começo Autora: Bel ADAS-DRG E-mail: lenda_x@yahoo.com.br Classificação: Shipper,um pouquinho NC-17 Sinopse: Scully e seu sonho... Disclaimer: Os personagens desta fic pertencem ao idiota, insensível, sem caráter, maldoso, e mais alguma coisa que alguém queira acrescentar... Parafina Man CC e à inescrupulosa 20TH Century Fox Television. Eu NÃO pretendo obter lucros com esta fic!!! Principalmente agora que estou revoltadíssima!!!:-( Nota: Totalmente Inverossímil!!! É só isso que quero dizer!!!:-) Aliás tem outra coisa: feedbacks vão muito bem vindos!! Nota2:Ainda em tempo,agradeço imensamente a minha grande amiga Sunny,que serviu de Beta nesta fic "telepática" (Coincidencias,Sunny!!:-),Valeu por poder contar contigo...Flowers:-) "E depois do começo O que vier vai começar a ser o fim." L.U. - Depois do Começo. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Periferia de Washington DC. (Periferia mesmo,alias a Periferia da Periferia!) Um Taurus prata esta parado em um local escuro e sem movimento. Não havia mais ninguém nas ruas e o unico barulho que se pode ouvir são os gatos que fazem festa bagunçando as latas de lixo na esquina. O carro está vazio, as chaves ainda estão na ignição e os vidros abertos dando a chance de ser roubado facilmente. Algumas roupas estão jogadas no banco traseiro junto a armas, celulares e dois distintivos que tem os nomes de Fox Mulder e Dana Scully. "Scully, tira a mão daí!" "Eu não posso!" "Você está me deixando..." "Eu sei como estou te deixando, Mulder... Mas eu não consigo!" "Você não consegue ou não quer?!" "Ah! Agora vai me acusar de estar abusando sexualmente de você?" "Não, eu... Eu só acho que você deveria tentar!" "Olha, os meus pulsos estão doloridos, a cada tentativa estas algemas me apertam mais..." "É mesmo, apenas fique feliz porque não é você que está recebendo vento frio no traseiro!" "Eu devo ficar feliz porque não temos neste momento um tiro no meio dos olhos." "Vai me culpar, agora... Scully não, mexe os dedos!" "Eles estão formigando, Mulder, estão ficando prensados!" Mulder lançou um olhar maroto para ela. "Aham! Belo sutiã, Scully, eu nunca tinha percebido que você tem seios bonitos." Ela não respondeu nada, era embaraçante estar ali, quase nua, algemada no porta-malas do carro junto com Mulder. "Pequenos mais bonitos." Ele sorriu. Scully arregalou os olhos e fechou as mãos desferindo um golpe nas partes baixas dele. "Ohhhh!" Mulder gemeu de dor, prendendo um grito. "Grande e bobo!" Ela falou sarcástica, observando as lágrimas que se formavam no canto dos olhos de Mulder. "Desculpe..." "Eu vou ficar surpreso se depois disso ainda puder fazer filhos!" "Desculpe!" "Você tem idéia de como um soco desses dói, as partes baixas de um homem são muito sensíveis, Scully! E se você ainda considerar os trajes em que estou isso não ajuda... Uma simples samba-canção não absorve em nada a força..." "Mulder, eu já pedi desculpas... Não precisa falar sem parar!" "Certo! Não doeu em você!" "Oh, Deus!" A agente fechou os olhos, tentando encostar a cabeça no chão do porta-malas, mas o espaço era reduzido e tudo o que encontrou foi o ombro de Mulder. "Scully! Você não vai dormir e me deixar aqui falando sozinho!" "E o que você sugere que eu faça?" "Não sei, afinal você falou praqueles caras que éramos do FBI!" "E queria que eu disesse o quê? Olá,quer comprar biscoitos de chocolate?" Ela o olhou por alguns segundos, e depois baixou o rosto, acomodando-se no ombro do parceiro. "Isso, Scully me faça de travesseiro... Não me quer como seu cobertor também?" "Acho que o pouco ar que temos aqui está... de algum modo afetando seu cérebro." Mulder a observou ali, de frente para ele, com os olhos fechados, uma mecha de cabelo caindo solta sobre a testa dela. Ele tentava resistir, mas seus olhos constantemente baixavam-se para vislumbrar o sutiã branco e a calcinha do mesmo tom. "Ela é linda...", ele pensava enquanto subia os olhos pelo corpo de Scully. "Mulder, o que esta fazendo?" "Hã, o quê?" "Espero que se lembre que estamos... "próximos"." "Muito próximos, eu diria!" Ele a interrompeu sorrindo. "Isso! Portanto pare de pensar nos seus vídeos pornôs por uma noite apenas!" Dana sorriu sarcástica para ele. "Já ouviu falar que os homens tem um órgão independente?" "Porque então não usa o seu órgão mais racional para pensar num jeito de sairmos daqui?" "Hei! A racional aqui é você, senhora Scully!" "Precisamos sair, Mulder. Não é uma brincadeira, o espaço aqui é muito reduzido e a quantidade de ar também!" "Acha que eu não sei disso?! Mas a quem vamos pedir ajuda? Estamos na parte mais violenta da capital e ninguém fica nas ruas até esta hora por aqui... O jeito é esperar amanhecer." "Ai, meus Deus, Mulder. Não podemos!" "Então, você acha outro jeito!" Ela resmungou algumas palavras e baixou a cabeça de volta ao ombro do parceiro. Estava com medo de ficar ali junto a ele, mas seu medo maior não era que o ar acabasse, mas sim que suas defesas ruíssem, sentindo a proximidade do corpo de Fox, e como o seu próprio corpo reagia a cada resvalar na pele macia do parceiro. "Acorda, Scully, tive uma idéia!" "O quê?" "Tenta chutar o banco... Talvez se tentarmos ele saia!" "Você quer que eu chute?" "Eu chutaria, mas estou... um pouco longe!" Ele sorriu sarcástico enquanto Scully começava sua tentativa chutando o banco do passageiro. "Eu... eu não consigo, Mulder!" Ela parou dando um longo suspiro. "Posso tentar?" "E como você tentaria?" Dana arqueou uma das sobrancelhas. "Assim..." O agente jogou seu corpo sobre o de Scully, fazendo-a soltar uma exclamação de dor. "Machuquei você?" Ele perguntou preocupado, procurando os olhos dela. "Não... está tudo bem!" Dana arfou, dando um sorriso tímido. Os pés de Mulder trabalhavam incessantes tentando achar uma saída daquele porta-malas, enquanto Dana olhava para o rosto do parceiro tão próximo do seu e ao mesmo tempo tão distante. Ela observava as gotas de suor formarem-se na testa e descerem manhosas pelo rosto dele até se perderem no pescoço ou caírem de encontro ao seu colo. Scully prendeu seus olhos nos lábios do parceiro, que inocentemente passou a língua sobre eles. Ela imaginava como eram macios e convidativos. "Pare de me olhar assim, Scully!" Mulder sorriu, parando de chutar por um momento e a olhando. "Eu não estou olhando para você, Mulder!" A agente sorriu nervosa. Ele balançou a cabeça e voltou ao trabalho. "Sabe qual é o seu problema, Scully?" "Não, Mulder, eu não sei..." "Você esconde os sentimentos." "O quê?!" "Esconde, esconde sabe? Coloca uma máscara em cima dos sentidos e os oculta." "Hum... Esse é seu lado psicólogo vindo a tona, Sr.Sentimental?" Scully lançou em tom sarcástico. "Você quer ver como o Sr.Psicólogo Sentimental esta certo, Scully?" Fox balançou as sobrancelhas num tom sugestivo. "E se eu disser não?" O agente não esperou que ela terminasse a frase. Aproveitando a boca de Scully entreaberta, ele começou um beijo profundo e explorador. Segundos depois os dois se separaram arfantes. "O que você está pensando, Mulder?!" A procura pelo oxigênio fez com que as palavras saíssem entrecortadas. "Apenas queria provar minha teoria." O tórax dele subia e descia à procura de golfadas de ar. Ela parou olhando-o nos olhos. "Deus como eles brilham!", Scully pensava enquanto perscrutava o resto do rosto do homem à sua frente. Parou sentindo o corpo afoguear, num impulso que nem ela mesma conseguiu definir ou controlar. Puxou Mulder para si, mordiscando-lhe o lábio inferior e logo depois deu-lhe um beijo ávido, deslizando a língua para o queixo dele e sentindo os vestígios de barba que cresciam. As mãos corriam rápidas e vorazes pelo corpo bem cuidado e musculoso, parando nas nádegas firmes, fazendo as unhas cravarem-se contra a carne rija. "Ouch! Calma aí, Scully!" Mulder sorriu. "Desculpe..." E voltou a puxar Fox, com pressa, precisava dele, era o que queira de qualquer maneira. Sentia as carícias das mãos grandes e fortes mas delicadas ao mesmo tempo, e ouvir os gemidos soltos pelo parceiro apenas a deixava mais excitada. Ele era doce e selvagem, criança e homem... Tinha os opostos dentro de si e aquilo faziam com que Mulder se tornasse irresistível para qualquer mulher. Dana passeava as mãos pelas costas largas, enquanto sentia o cheiro de colônia que ele tinha no peito e perto do lóbulo da orelha. Baixou as mãos e começou a tirar-lhe o calção, enquanto ele fazia o mesmo com sua calcinha. Ela chegou a pensar que desmaiaria quando sentiu as mãos do parceiro passearem por seu ventre e no lado interno de suas coxas... Ele posicionou-se sobre ela, fazendo movimentos sensuais enquanto seus lábios beijavam os seios dela. "Mulder..." Ela murmurou submissa para ele. "O quê?" Ele a olhou com a sobrancelha erguida. "Mulder..." Scully murmurou mais uma vez. "Scully! Scully!" Ele bateu no ombro dela e jogou o café que tomava pela janela do carro. "Hã...o quê?" Dana sobressaltou-se, desencostando a cabeça do banco. "Acho que estava sonhando...comigo." "Com você...sonhando?!" "É, estava sussurrando meu nome... bem... sensualmente." Mulder sorriu malicioso. "Me poupe de suas insinuações, Mulder!" "Tá legal, Scully... vamos para casa?" "Humm... Que horas são?" Ela espreguiçou-se. "Já passa das 8 da manhã... Essa tal gangue não vem, Scully. Passamos a noite nesse carro, nesse bairro, apenas observando os gatos que mexiam os lixos... Isso é patético!" "Uhum! Idéia sua!" O agente a olhou maroto e girou a chave na ignição. "Mas... agora me conta o seu sonho sexual comigo?" "Não..." "Mais foi comigo não foi?" "..." xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Acabou... Hehehe... Espero que tenham gostado. Se quiserem, podem mandar FEED... eu tô aceitando!!! Hehehe!! Obrigado por lerem e TCHAU!!! PS: Não me perguntem como eles conseguiram ter relação sexual num porta-malas e com algemas nos pulsos. Não, os agentes não fizeram um curso de contorcionismo no Circo de Soleil... Ah, afinal era um sonho!!!:-) "...Bancando o Watson pro seu Sherlock!!" Scully_Fight Club. Bell ADAS-DRG...:-) 19/01/01. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xx