Título: Conflitos Parte 2 Autora: Déia Mulder e-mail: deiamulder@ig.com.br Disclaimer: Não me pertencem. Categoria: Shipper Classificação: Livre! Resumo: Depois da tempestade vem a bonança. Mas e se Bill resolver se desculpar com Scully pelo seu erro? Será que Mulder permitiria a aproximação dele? Nota da Autora: O DD continua mais lindo do que nunca, hehehehe!!!! Beijos especiais ao meu priminho João Victor, que é a coisinha mais fofa desse mundo. Jú beijão!!!! Tudo bem, Thami e Karla, eu sei que exagerei, mas já disse o Bill é psicótico e ninguém acredita em mim. Vou pegar mais leve nessa fic, prometo. Já pedi na fic anterior mas volto a pedir nesta: FEEDBACK, SEMPRE!!!!! Na fic anterior.... Mulder pega as mãos dela e beija demoradamente fechando os olhos. Scully acaricia os lábios de Mulder com os polegares. Mulder aproxima seus lábios e beija os cabelos dela, acariciando-o com os lábios entreabertos. Aspira o perfume suave que exala deles, enebriado. Scully fecha os olhos sentindo os lábios dele se aproximarem dos seus. Mulder encosta seus lábios nos dela em um beijo suave, apaixonado. Os dois sentiram novamente a mesma sensação de algumas horas atrás. O chão parecia faltar. Se existia realmente um paraíso, ele era ali. SCULLY (INTERROMPENDO O BEIJO E FAZENDO CARA DE DOR): Ai! MULDER (PREOCUPADO): O que foi? SCULLY (RINDO): Minha boca, Mulder. Está machucada, lembra? Mulder riu também, sem tirar as mãos do rosto dela. MULDER (SÉRIO E APAIXONADO): Eu amo você, Dana! Como jamais amei alguém em toda a minha vida. SCULLY (SORRINDO EMOCIONADA): Também amo você, Fox. Como jamais amei alguém em toda a minha vida. Os dois se abraçaram apaixonadamente. Com certeza o amor que sentiam um pelo outro era maior que tudo e que todos. TO BE CONTINUED..... "Conflitos Parte 2" Apartamento do Mulder, Duas semana depois....; 7:11am. Mulder despertou primeiro. Abriu os olhos ainda sonolento e observou a mulher adormecida em seu peito. Os cabelos ruivos esparramados por sobre seu peito, a pele branquinha e macia, o rosto alvo de boneca já sem as marcas deixadas por Bill, o seu anjo da guarda. Depois do ocorrido, Scully não falou mais com o irmão. Ele ligara algumas vezes para o apartamento dela, mas Scully não atendera. Sua mãe pedira prá que ela voltasse atrás, mas Dana estava irredutível. Mulder ficou imóvel, não queria acordá-la. Olhou o relógio em cima da cômoda e percebeu que estavam atrasados. Scully mexeu-se na cama despertando. Olhou prá ele que lhe sorriu apaixonadamente. MULDER (SORRINDO): Bom dia, querida. (BEIJA-LHE A TESTA) Dormiu bem? SCULLY (SORRINDO SONOLENTA): Muito bem. Melhor impossível! MULDER (DEBOCHADO): Que bom. Porque nós estamos atrasados e vamos precisar de muito ânimo prá aturar o mau humor do Skinner, além de termos que correr feito loucos prá tomar café e nos trocarmos. SCULLY (APAIXONADA): Sabia que eu te amo? Muito? Mulder sorri diante a pergunta dela. MULDER (APAIXONADO): Sabia! Eu também te amo, muito! Mulder beija-lhe os lábios demoradamente como se provasse o mais puro mel. Afasta-se lentamente e a observa abrindo os olhos vagarosamente. MULDER (RINDO): Por que toda vez que eu te beijo você demora a abrir os olhos? SCULLY (SONHANDO): Porque eu tenho medo de abrir os olhos e ver que tudo isso é só um sonho. Medo de não te ver mais do meu lado quando abri-los. MULDER (ACARICIANDO O ROSTO DELA): Não é um sonho, Dana. Se existe um sonho aqui, esse sonho é você. Me guiando pro mais perfeito mundo da fantasia.... e eu sempre vou estar do seu lado, eu quero envelhecer com você e quero que você envelheça comigo. Eu te quero tanto.... tanto! Scully abraça-se nele. MULDER: Vem! Vamos tomar café. Os dois levantam-se da cama e caminham de mãos dadas até a cozinha. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Sede do FBI, Segunda; 9:10am. Depois de terem levado a maior bronca de Skinner pelo atraso, Mulder e Scully arrumavam a bagunça dentro do armário de arquivos. Scully pára por alguns instantes. Olha prá Mulder que está compenetrado na tarefa. De repente ele pára e olha prá ela. Scully está pálida e leva as mãos a boca. Sai correndo rumo ao banheiro. Mulder fica sem entender nada. Quando ela volta ele a olha preocupado. MULDER (PREOCUPADO): O que foi, Dana? Você está pálida. SCULLY (ENRUGANDO O CENHO): Eu não sei, Mulder. Mas não estou me sentindo bem e.... Ela pára de falar de repente. Leva as mãos a cabeça. Mulder se aproxima e Scully desaba desmaiada nos braços dele. MULDER (ACARICIANDO OS CABELOS DELA): Scully, fala comigo! Scully! Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Hospital Memorial, Segunda, 13:15pm. Mulder havia levado Scully ao hospital. Ficou preocupado com a possibilidade do câncer dela ter voltado. Estava parado em frente ao leito dela velando seu sono. Ela dormia tranquila e serena. Acariciou o rosto dela com as costas da mão e sorriu levemente. Mulder sentou em uma cadeira ao lado do leito dela. Ficou admirando a mulher adormecida. A mulher que amava mais que tudo na vida. A companheira de todas as horas, aquela que estava ao seu lado prá rir e chorar. E que agora seria a mãe de seu filho. As lágrimas escorriam por sua face enquanto a olhava. Scully mexeu o rosto e demorou um pouco a abrir os olhos. Quando os abriu viu Mulder chorando. Tocou sua face levemente e ele fechou os olhos, sentindo o toque dela. MULDER (SORRINDO): Oi dorminhoca! Como se sente? SCULLY (SUSSURRANDO): Melhor! MULDER (PEGANDO NAS MÃOS DELA): Dana, eu preciso passar lá no Boreau, mas eu volto logo, ok. O Frohike está aí, se você precisar de alguma coisa fala prá ele me ligar que eu venho correndo, tá bom? SCULLY (SORRINDO): Tá. MULDER (APAIXONADO: Eu amo você! SCULLY (APAIXONADA): Amo você, também! Mulder beijou os lábios dela e saiu do quarto. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXX Apartamento do Mulder, Segunda, 14:11pm. Scully havia ligado prá Mulder dizendo que estava saindo do hospital. Ela havia recebido alta e pediu ao Frohike que a levasse para o apartamento de Mulder. Estava sentada no sofá a espera dele. A porta se abriu e Mulder adentrou. MULDER (BEIJANDO OS LÁBIOS DELA): Oi querida! E então, o que o médico disse? SCULLY (OLHANDO NOS OLHOS DE MULDER): Mulder eu não sei como te contar. Também não sei como aconteceu, mas.... eu.... estou grávida! MULDER: ???? SCULLY (IMPACIENTE): Diz alguma coisa! MULDER (DECIDIDO): Case-se comigo, Dana! SCULLY (CHOCADA): Não era isso que você deveria dizer. Você tinha que perguntar "tem certeza" e eu diria "tenho". (SORRINDO) Mas você é o Estranho Mulder, mesmo! MULDER (ACARICIANDO OS CABELOS DELA): Você disse que a única coisa que faria você casar seria gravidez. Você está grávida, pronto! Case-se comigo! (RINDO) Achou que não iria acontecer, né? Não importa como ou o que aconteceu, o que importa é que nós vamos ter um filho, Dana. Um filho meu e seu! Scully sorriu. MULDER (RINDO): Eu vou interpretar esse sorriso como um sim! Scully abraçou-se nele. Mulder apertou o corpo dela contra o seu e beijou-lhe os cabelos. Afastou-se dela pegou seu rosto entre as mãos. Beijou-lhe os lábios demoradamente. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Apartamento do Mulder, Um mês depois.... Sábado, 18:31pm Foi tudo muito rápido. A gravidez, o casamento, tudo. Mas ela se sentia feliz. Pela primeira vez na vida, Scully se sentia completamente feliz. Tinha ao seu lado o homem que amava e agora iria ter um bebezinho, que ela não sabia como aconteceu, mas iria ter um filho do homem que sempre sonhou. Estava sentada no sofá assistindo TV, quando a porta se abriu. Seus lábios formaram um lindo sorriso ao contemplar a face do homem que havia chegado. MULDER (SENTANDO-SE AO LADO DELA E BEIJANDO-LHE OS LÁBIOS): Oi querida! Como foi seu dia? SCULLY (DESANIMADA): Um tédio só! Sem você meu dia nunca é bom. MULDER (SORRINDO APAIXONADO): Que gracinha! Minha ruivinha tá sentindo falta do Estranho aqui, tá? SCULLY: Convencido! Não se sinta o rei da cocada preta, Mulder! MULDER (RINDO): Linda! (BEIJO NOS OLHOS) Linda! (BEIJO NA TESTA): Linda! (BEIJO NOS LÁBIOS) Linda! Linda! Linda! Eu te amo! SCULLY (MANHOSA): Quero colinho! Seu filho também! MULDER: Vem aqui, vem anjinho! Scully aconchega-se nos braços dele. Como era bom sentir aqueles braços ao redor de seu corpo. Aqueles braços fortes e desejáveis. (NOTA DA AUTORA: COMO EU QUERIA SER A SCULLY! FECHEM OS OLHOS E IMAGINEM VOCÊS NOS BRAÇOS DESSE PEDAÇO DE MAU CAMINHO! EU ME IMAGINO TODOS OS DIAS. A TÉA É QUE É SORTUDA! FALEI DEMAIS DE NOVO!). Mulder apertou-a forte entre seus braços como se ela fosse uma criança desprotegida precisando de apoio. O médico de Scully havia dito a ele que mulheres grávidas precisam muito de carinho, pois se sentem muito carentes. E Mulder estava disposto a dar quanto carinho fosse preciso. Adorava aquela mulher, mais que sua própria vida. Sentiu a respiração regular dela em seu pescoço e constatou que já havia pego no sono. Levantou-a nos braços com cuidado prá não acordá-la e levou-a para o quarto. Colocou o pequeno corpo em cima da cama, tirou-lhe os sapatos e cobriu-a delicadamente. Beijou-lhe os lábios com carinho e ficou ali um tempão perdido em pensamentos e naqueles cabelos ruivos que agora suas mãos tocavam em carícias apaixonadas. Sorriu. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Apartamento do Mulder, Quinta, 6:34pm. Mulder despertou. Abriu os olhos lentamente acostumando-se com a claridade que vinha da janela do quarto. Sentiu os braços de Scully sobre seu corpo e tocou-os delicadamente. Olhou prá ela e tocou-lhe a barriga como se pudesse sentir seu filho ali dentro. Retirou os braços dela de seu corpo carinhosamente e levantou-se da cama, ajeitando o corpo de Scully confortavelmente na cama. Foi tomar banho. Mulder saiu do banheiro com a toalha enrolada na cintura. Scully havia despertado e olhava prá ele sorrindo. Mulder sorriu e aproximou-se dela beijando-lhe os lábios demoradamente. MULDER: Bom dia, meu amor! SCULLY: Bom dia! MULDER (SORRINDO): Prá variar eu tô atrasado! SCULLY (MANHOSA): Ah não! Fica comigo, fica! MULDER: Não posso querida. Quem vai sustentar nosso filho? SCULLY: Tá bom, então. Mas não demora muito. Me liga? MULDER: Ligo. Prometo. Ela sorriu e Mulder foi se trocar. Algum tempo depois ele já estava pronto, impecavelmente vestido em um terno preto e camisa branca. Tomou seu café junto com Scully, beijou-lhe os lábios e seguiu seu destino. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Apartamento do Mulder, Quinta, 9:47am. A campainha toca. Scully vai ver quem é. E qual não é seu susto ao ver Bill parado do lado de fora do apartamento com uma sacola nas mãos. BILL (RECEOSO): A mamãe me contou sobre sua gravidez. Meus parabéns, Dana. SCULLY (FRIA): Obrigada! BILL: Eu posso entrar prá conversar.... só um pouquinho? Scully deu passagem prá que Bill entrasse. Fez sinal prá que ele se sentasse no sofá. Bill entregou-lhe a sacola. BILL: Prá você. Quer dizer pro meu sobrinho. SCULLY (AINDA FRIA): Obrigada! Ela abriu o embrulho e viu um macacão amarelo claro lindo com desenhos de vários ursinhos empinando pipa. Ficou emocionada. Seus olhos encheram-se de lágrimas. BILL: Dana me desculpe. Eu sei que você está magoada comigo, eu entendo isso, mas eu estou aqui com o coração aberto te pedindo desculpa. Eu até aceito aquele.... o Mulder na família se a sua felicidade depender disso. Eu sei que você o ama e sei que ele a ama também. Me perdoa, Dana. Por favor me perdoa! Bill começou a chorar diante dela. Dana levantou o rosto, que até então estava abaixado, e encarou o irmão. SCULLY: Eu.... perdôo você, Bill. Bill sorriu e apertou a irmã, num abraço de reconciliação. De repente, Scully desvencilhou-se do abraço e levou as mãos a barriga contraindo o cenho e sentindo muita dor. Bill olhou preocupado a irmã se contorcer e gritar na sua frente. Percebeu que ela sangrava e muito. Levantou-se depressa, pegou a irmã nos braços e levou-a ao hospital. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Hospital Memorial Quinta, 9:53am. Fox Mulder adentrou a recepção do hospital como um louco. MULDER (NERVOSO): Dana Scully, por favor! RECEPCIONISTA: Quarto 103. Mulder chegou a porta do quarto e do lado de fora havia um pequeno sofá vermelho, onde Bill e Margareth estavam sentados esperando notícias. Mulder olhou prá Bill com raiva. MULDER (ENFURECIDO): O que você fez com ela! Seu desgraçado, se você encostou um dedo nela, eu acabo com você! BILL (OFENDIDO): Eu não fiz nada. Eu fui me desculpar e ela começou a passar mal. Eu chamei você logo em seguida. MAGGIE (LEVANTANDO-SE): Fox, por favor. Vamos respeitar a Dana que está lá dentro, tudo bem? Mulder meneou a cabeça afirmativamente. O médico saiu de dentro do quarto. Os três se aproximaram dele. MULDER (RECEOSO): E então, Dr.? Como ela está? DR. SANDERSON: Ela está bem. Não se preocupem. Está tudo bem com o bebê. A única coisa é que ela está um pouco fraca e vai ficar um pouco enjoada devido ao exame que foi feito, de resto está tudo ótimo. Os três sorriram ao mesmo tempo. DR. SANDERSON: Ah! Antes que eu me esqueça, você quer saber o sexo do seu filho? MULDER (ENTRE LÁGRIMAS): Quero! DR. SANDERSON: É um garotão! Eu tenho uma foto dele, quer ver? Mulder afirmou com a cabeça e o Dr. Sanderson lhe mostrou o exame de ultra sonografia. Havia a fotografia de um feto todo encolhido. MULDER: Eu posso falar com a Dana? DR. SANDERSON: Pode, claro! Mulder entrou no quarto. Scully dormia tranquila. Fox aproximou-se dela e ajeitou uma mecha de cabelos ruivos que lhe cobriam o rosto. Dana abriu os olhos serenamente. Mulder sorriu prá ela. MULDER (SORRINDO): Oi! Como é que sente? SCULLY (SONOLENTA): Um pouco enjoada! Foi o Bill quem me trouxe prá cá? MULDER: Foi! Foi ele sim. Ele fez alguma coisa com você, Dana? Me diz a verdade, não tente protegê-lo! SCULLY: Não, Mulder. Ele não me fez nada. Foi até em casa prá me pedir desculpas. MULDER: Tá. Eu acredito em você, anjinho. SCULLY (PEDINDO GENTILMENTE): Mulder promete prá mim que não vai brigar com ele? Hã? Promete? Ele foi em casa me implorando prá desculpá-lo, até chorou. Disse que aceitaria você na família se minha felicidade dependesse disso. (ACARICIANDO O ROSTO DELE) Promete.... heim.... meu docinho de coco? MULDER (RINDO): Docinho de coco, Dana? Tá eu vou tentar! Scully olhava fixamente nos olhos dele, implorando. MULDER (VENCIDO): Tá bom, tá bom! Eu prometo! Scully sorriu e Mulder também. Maggie entrou no quarto acompanhada de Bill. MAGGIE (SORRINDO): Como se sente, filha? SCULLY (SORRINDO): Enjoada! Muito enjoada! Acho que o Júnior tá com fome, será que alguém podia me arrumar alguma coisa prá comer? Os três sorriram e continuaram conversando animadamente. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxx Um ano depois.... Residência de Margareth Scully, Sábado, 12:32pm. A família toda estava reunida e almoçando na luxuosa residência da família Scully. Dana e Fox haviam se casado em uma maravilhosa cerimônia realizada na praia. Scully deu a luz a um menino saudável que tinha os cabelos castanhos como o pai e olhos azuis como a mãe. Se chamava Daniel e estava com quatro meses agora. O chorinho vindo da sala fez com que Scully se levantasse e fosse até ele que dormia no carrinho. SCULLY (PEGANDO O FILHO NO COLO): O que foi? Heim? Scully beijou as bochechas gordinhas e rosadas do filho e aconchegou-o em seu colo, chacoalhando de um lado pro outro. Mulder aproximou-se deles e beijou o rosto de Scully, acariciando os cabelinhos do filho, que havia parado de chorar e dormia tranquilamente com a chupeta na boca, nos braços de Scully. MULDER (ABOBADO): Ele é lindo, não? Nosso filho é lindo! SCULLY (SORRINDO): É sim. É muito lindo! MULDER (SÉRIO): Eu amo vocês, sabia? SCULLY (SÉRIA): Sabia! Nós também! Mulder abraçou Scully com carinho, fazendo carícias com as mãos nos braços dela que apoiavam o corpinho frágil do bebê. Beijou os cabelinhos dele e os lábios de Scully. O amor que existia ali era mais forte que tudo e que todos. Um amor puro! "Um amor puro" Djavan. O que há dentro do meu coração Eu tenho guardado prá te dar E todas as horas que o tempo tem prá me conceder São tuas até morrer E a tua estória, eu não sei Mas me diga só o que for bom Um amor tão puro que inda nem sabe A força que tem É teu e de mais ninguém Te adoro em tudo, tudo, tudo Quero mais que tudo, tudo, tudo Te amar sem limites Viver uma grande estória Aqui ou noutro lugar Que pode ser feio ou bonito Se nós estivermos juntos Haverá um céu azul Um amor puro Não sabe a força que tem Meu amor eu juro Ser teu e de mais ninguém Um amor puro....