Título: "Christmas" Autora: Déia Mulder E-mail: deiamulder@ig.com.br Disclaimer: Infelizmente não me pertencem. Categoria: Shipper Classificação: uns 12 anos, sei lá. Sinopse: Cansado de esconder seus sentimentos por Scully, Mulder resolve presenteá-la com um Natal bem especial. Nota da Autora: essa fic vai especialmente para minha amiga Thamara Fraga, Thami essa é prá você! Galera, um feliz Natal prá todo mundo, repleto de alegrias, conquistas, saúde e muita paz, o resto vem com o tempo e com muita luta. Um beijo especial para minha prima, também excer, Gracieli. Gra, muita sorte nos exames! Tudo há de dar certo, ok! "Christmas" Apartamento do Mulder, 24 de dezembro, 16:02pm. Mulder estava esparramado no sofá com uma das pernas caindo para fora dele. Vestia calças jeans e camiseta branca. A TV estava ligada, mas nem prestava atenção nela. Seus pensamentos estavam em outro lugar, ou melhor, em uma pessoa, mais precisamente em uma ruivinha céptica que há alguns anos lhe roubara o coração, a alma, os pensamentos. Ele tinha o olhar perdido, seus lábios formavam um leve sorriso ao lembrar-se do rosto dela e só de pensar que uma hora dessas ela já havia chegado a casa da mãe, seu coração ardia de tanta saudade. Resolveu sair para andar um pouco, esfriar a cabeça e tentar parar de pensar nela. Pegou a tradicional jaqueta de couro preta e saiu, fechando a porta do apartamento 42. As ruas estavam todas iluminadas com luzes brancas e as casas e lojas enfeitadas com árvores de natal. Fox Mulder andava pelas ruas observando as pessoas. Algumas faziam compras, outras apenas passeavam de mãos dadas com seus respectivos pares, outras andavam sós como ele. Ele pensava em como o Natal era mágico. O mundo fica diferente, as pessoas mais humanas, as ruas mais alegres. A felicidade só não invadia seu coração que estava cansado de ser solitário. A solidão, as vezes, o assustava. Parou para atravessar a rua e percebeu que duas crianças, um menino e uma menina, ambos loiros, de mãos dadas e com não mais de seis anos, o olhavam sorrindo. Mulder retribuiu o sorriso. MENINA (MEIGA): Não jogue fora sua felicidade. MENINO (MEIGO): O verdadeiro espírito do Natal é estarmos ao lado de quem nós amamos. MENINA (MEIGA): Você está muito próximo da felicidade! MENINO (MEIGO): Não tenha medo. Nem lute contra esse sentimento chamado amor! Mulder escutava as crianças catatônico. Como elas sabiam exatamente o que ele sentia? As crianças saíram correndo, ainda de mãos dadas, felizes e num piscar de olhos, sumiram no meio da multidão. Mulder saiu do transe e olhou prá trás. Ficou olhando algum tempo e se deu conta que não havia comprado nada de presente de Natal para a Scully. A loja atrás de si lhe deu uma ótima idéia. Resolveu seguir o conselho das crianças, afinal crianças não tem maldade alguma e já estava mesmo na hora dele revelar seus verdadeiros sentimentos para Scully e nada melhor que o clima natalino para fazer isso. Entrou na loja cheio de esperanças e com um sorriso de menino nos lábios. Residência de Margareth Scully, 24 de dezembro, 16:47pm. Dana Scully experimentava alguns vestidos prá saber qual deles usaria à noite. Tentava imaginar qual deles Mulder gostaria mais. Ela sorriu. Margareth percebeu. MAGGIE (SE FAZENDO DE BOBA): Pensando em que, filha? SCULLY (VOLTANDO A SI E DISFARÇANDO): Em nada especial mãe, porque? MAGGIE (FELIZ DA VIDA): Era no Mulder que você pensava, não era? Olha filha, você sabe que eu adoro o Mulder e iria ficar muito feliz se você se casasse com ele. SCULLY (INDIGNADA): Casar, mãe! Que maluquice é essa. Eu e o Mulder apenas somos colegas de trabalho, nada mais. MAGGIE (DESCONFIADA E DEBOCHADA): Colegas de trabalho, né. Sei! Scully olhava prá ela assustada. Será que era tão evidente assim o que ela sentia? Dizem que quando estamos apaixonados nossos olhos nos entregam. Será que isso é verdade? Ela continuava entretida com os vestidos e tentou parar de pensar em Mulder. O que ele estaria fazendo agora? Apartamento de Mulder, 24 de dezembro, 17:15pm. MULDER: Então está tudo certo? MULHER (OFF DO OUTRO LADO DA LINHA): Tudo certo, senhor Mulder. As chaves estarão disponíveis assim que vocês chegarem. MULDER (SORRINDO): Está bem, então. Muito obrigado e feliz Natal. MULHER: Feliz Natal pro senhor também. Mulder desligou o telefone e tratou de se preparar para o mais difícil. Inventar qualquer coisa para tirar Scully da casa da mãe. Como não conseguiu pensar em nada, resolveu fazer alguma coisa mais original, algo mais parecido com o que o Estranho Mulder faria. Teve uma idéia ótima. Residência de Margareth Scully, 24 de dezembro, 18:45. Scully estava deitada em sua cama. Resolveu descansar um pouco antes da ceia de Natal. Olhos abertos, pensamentos distantes. O rosto de Mulder não saía de sua mente. Parecia que ela o sentia por perto. Seu coração apertou de repente. Ela sentia o cheiro dele em cada aspirada de ar. Fechou os olhos. Escutou um barulho na janela e os abriu rapidamente. Acendeu a luz do abajur e olhou para a janela. Percebeu um vulto muito conhecido. Sorriu. Vestiu o robe de seda branca, puxou a cortina e abriu a janela. A cena que viu foi a mais linda e a mais engraçada do mundo. Mulder estava em cima de uma escada com um sorriso enorme no rosto. Scully sorriu ao vê-lo, parecia mais aliviada. PAUSA PARA NOTA DA AUTORA: COMO MULDER CONSEGUIU LEVAR UMA ESCADA DEBAIXO DO BRAÇO POR UMA RUA CHEIA DE GENTE EU NÃO SEI. MAS GALERA, ISSO É FICÇÃO E EM FICÇÃO PODE TUDO E ACONTECE AS MAIS IMPOSSÍVEIS COISAS. VOLTANDO À HISTÓRIA: SCULLY (SORRINDO): Mulder o que faz aqui? E em cima de uma escada? MULDER (SORRINDO, DEBOCHADO): Eu vim aqui raptar você. Eu sei que você odeia festas em família, então, é pegar ou largar! Scully pensou um pouco e depois resolveu aceitar o suposto rapto de Mulder. SCULLY: Espera um pouco que eu vou deixar um bilhete para minha mãe. Mulder balançou a cabeça afirmativamente e Scully caminhou até a escrivaninha do quarto e começou a escrever o bilhete. Mulder a observava com um sorriso terno nos lábios. Pulou a janela e entrou no quarto. Scully sorriu. SCULLY (SORRINDO): Me sinto como uma adolescente, Mulder. MULDER (SORRINDO): Nem me fale. A autora doida dessa fic me fez vir até aqui carregando uma escada em baixo do braço. Estou com dores pelo corpo todo. Mas, enfim, o que eu não faço por você. Não precisa se trocar, vai assim mesmo. SCULLY (INDIGNADA): Mas Mulder, eu estou de camisola. Eu não posso sair assim pela rua. Mulder não pensou duas vezes, pegou Scully no colo e desceu as escadas. SCULLY (RINDO FEITO BOBA): Mulder de todas as coisas estranhas que você já fez, essa foi a melhor. Mulder sorriu diante ao comentário dela. Ele abriu a porta do carro para Scully entrar. Ela entrou e fechou a porta. Mulder fez o mesmo. SCULLY (CURIOSA): E então, prá onde vai me levar? MULDER: Surpresa, Dana! Ambos sorriram. Mulder deu partida no carro e saiu em direção ao tal lugar que era surpresa. Residência de Margareth Scully, 24 de dezembro, 19:19pm. Enquanto nossos agentes partiam para o local surpresa de Mulder, o irmão chato e sargentão de Scully estava furioso. BILL (IRRITADÍSSIMO): Como é que é? Saiu com aquele pervertido, louco e tarado por mocinhas indefesas?! Você endoidou mãe, eu vou atrás dela agora! MAGGIE (COMEÇANDO A SE IRRITAR): Bill fique calmo que a Dana já é bem grandinha e sabe se cuidar sozinha. E depois, o Mulder é um cavalheiro, não é nada disso que você disse. BILL (AINDA IRRITADO): Cavalheiro?! Cavalheiro?! Aquele cara é doido varrido, isso sim. Margareth balança a cabeça negativamente e sai da sala, deixando Bill falando sozinho. (NOTA DA AUTORA: ETA SUJEITINHO CHATO ESSE BILL. SE EU TIVESSE UM IRMÃO MALA DESSE AFOGAVA NA PRIVADA SEM DÓ!) Hotel Meridian, 24 de dezembro, 20:21pm. Mulder e Scully entraram no luxuoso hotel todo enfeitado com árvores de natal e pisca-pisca no roll de entrada. O lugar era lindo, com peças feitas em mármore, assim como o balcão de recepção. Scully ficou tão impressionada, que nem percebeu os olhares curiosos prá cima dela, afinal ela estava de camisola. MULDER (EDUCADAMENTE): Boa noite, eu fiz uma reserva hoje a tarde, meu nome é Fox Mulder. RECEPCIONISTA (OLHANDO DESCONFIADA PARA SCULLY): Claro, Sr. Mulder. Quarto 802. Aqui está a chave. Onde está a mala de vocês? Mulder pegou a chave das mãos da recepcionista. MULDER (SORRINDO AMAVELMENTE): Muito obrigado! Não se preocupe, nós não temos malas! Scully segurou um sorriso. Enquanto caminhava ao lado de Mulder e do funcionário do hotel em direção ao quarto. O funcionário, abriu a porta do quarto e deixou que os dois entrassem. Mulder deu uma gorjeta prá ele. O funcionário agradeceu e saiu. Mulder fechou a porta do quarto e olhou prá Scully sorrindo. SCULLY (SORRINDO FELIZ): Este era o local surpresa, Mulder. É lindo! MULDER (SORRINDO TAMBÉM): Sabia que iria gostar. O quarto era enorme e de frente pro mar. Era possível ouvir o barulho das águas se movendo lá embaixo. A cama era bem aconchegante (QUE SUJESTIVO, HEIM!). SCULLY: Mulder o que foi que te deu de me trazer prá cá assim, sem mais nem menos? MULDER (DEBOCHADO): Ah! Scully, é Natal. Nada como o espírito do Natal prá fazermos coisas estranhas. (SUSPIRO). Na verdade resolvi seguir um conselho. SCULLY (CURIOSA): Conselho?! Que conselho Mulder?! MULDER: Deixa prá lá, Scully. Vamos aproveitar! Mulder sorriu debochado e Scully tentava entender o que ele queria dizer com "aproveitar". Mulder andou até perto do som e colocou uma música bem romântica. Depois pegou duas taças e colocou champanhe. Olhou para Scully que olhava distraída pela janela as águas do mar. Se aproximou dela e entregou uma das taças à ela, que sorriu. MULDER (SÉRIO): Noite bonita, não! SCULLY: É.... muito bonita! MULDER (ERGEUENDO A TAÇA PARA O AR): Um brinde ao nosso Natal diferente! Scully ergueu sua taça também e eles brindaram, sorvendo em seguida o líquido dela. Mulder olhou apaixonado nos olhos de Scully. Scully, sem graça, abaixou o rosto. Mulder segurou na ponta do queixo dela e ergueu seu rosto. Ficaram se olhando durante alguns minutos ao som da música. Mulder pegou a taça das mãos dela e colocou em cima da mesa ao lado da sua. MULDER (APAIXONADO, PEGANDO NAS MÃOS DELA): Dança comigo, senhorita Dana Scully? Por favor! Ela sorriu e aconchegou seu corpo no dele, fechando os olhos. Mulder fechou os olhos também aspirando o perfume que emanava dos cabelos dela. Desceu sua mão até a curva da espinha dela. Scully sentiu um arrepio percorrer-lhe o corpo todo. Mulder lentamente deslizou o rosto pelos cabelos dela ainda de olhos fechados, esfregou os lábios em seu rosto e tocou a boca dela com os lábios semi-abertos. Scully abriu os olhos assustada, mas quando olhou o rosto dele, tão lindo, tão ao seu alcance, os fechou novamente e resolveu se entregar. Mulder delicadamente colou sua boca na dela, sentindo um tremor percorrer-lhe todo o corpo. Trocaram um beijo terno e calmo. Ele abriu os olhos e olhou Scully que ainda tinha os olhos fechados. Ela sorriu abrindo os olhos lentamente. Ambos se olharam. Mulder, não conseguindo mais controlar seus impulsos, puxou delicadamente Scully pela nuca e os dois trocaram um beijo ardente, cheio de desejo, um beijo feroz e ao mesmo tempo apaixonado. Mulder devorava os lábios de Scully e acariciava suas costas. Scully tinha as mãos presas aos cabelos dele. Aos poucos, Mulder desamarrou o robe que Scully usava e deixou que ele deslizasse pelos seus ombros até cair no chão, interrompeu o beijo. Olhou nos olhos dela sério como pedindo permissão para prosseguir. Ela olhou no fundo dos olhos dele dando-lhe permissão. Mulder tomou Scully nos braços e a levou prá cama aos beijos. A deitou por sobre os lençóis macios e ficou por cima dela. Scully tentava, com as mãos trêmulas retirar a camiseta que ele vestia. Mulder ajudou, retirando a camiseta e atirando longe. Scully arranhava as costas nuas dele com as unhas e ele respirava ofegante. Mulder beijava o pescoço dela e sussurrava em seu ouvido "Eu te Amo". Ele retirou a camisola que ela usava deixando-a nua. Desceu seus lábios pelo colo dela, enquanto ela fechava os olhos, embriagada de desejo. Desceu suas mãos até a barriga dela e acariciou delicadamente. Subiu os lábios novamente procurando a boca dela, implorando por seus beijos. Scully desabotoou a calça dele e desceu o zíper deixando-o apenas com a cueca boxer. Entrelaçou as pernas ao redor da cintura dele e acariciava as pernas dele, subindo e descendo os pés. As mãos grandes e fortes de Mulder acarinhando seu corpo fazia com que ela soltasse pequenos suspiros de prazer. (NOSSA! É BOM PARAR POR AQUI, MINHA MENTE ANDA MUITO FÉRTIL!) Lá fora a lua brilhava por entre as nuvens. Hotel Meridian, 24 de dezembro, 11:47pm. Os fogos começavam a se agitar no céu. Scully que dormia agarrada ao peito de Mulder, despertou olhando a janela que brilhava com a chuva colorida lá de fora. Mulder despertou também e pegou nas mãos de Scully fazendo-a levantar- se. Mulder vestiu apenas a cueca boxer e Scully vestiu a camiseta dele. Caminharam até a janela e ficaram olhando os fogos. MULDER (SÉRIO): Scully, eu preciso lhe entregar algo que eu comprei de presente de Natal prá você. SCULLY (SÉRIA): Eu não preciso de mais nada Mulder. Você já me deu o melhor presente do mundo: VOCÊ. Mulder sorriu emocionado. Se distanciou dela e pegou um pequeno embrulho de dentro do bolso da calça e entregou prá ela. Scully olhou nos olhos dele por um tempo e depois desembrulhou o presente deixando à mostra a pequena caixinha de veludo vermelha. Abriu lentamente a caixinha e viu um anel de ouro com pedras de brilhante reluzindo a luz dos fogos que vinha lá de fora. Olhou prá ele sem palavras. MULDER (SÉRIO): Eu não quero que você pense que eu vim aqui predestinado a fazer o que fizemos agora a pouco. Eu... te trouxe aqui prá... prá... Scully quer casar comigo? Scully arregalou os olhos. MULDER (SÉRIO): Eu te amo, Dana. Quero passar o resto da minha vida com você. Chega de perder tempo escondendo esse sentimento. Nós nos amamos e temos que ficar juntos.... a não ser que você não queira! SCULLY (EMOCIONADA): É claro que eu quero, seu bobo. Quero passar o resto da minha vida com você! Mulder colocou o anel no dedo dela e trocaram um beijo apaixonado. Hotel Meridian, 25 de dezembro (dia de Natal!) 7:01pm. Mulder saia do banheiro com uma toalha enrolada na cintura. Os cabelos molhados penteados para trás com alguns fios lhe caindo sobre a testa (QUE SONHO, MEU DEUS!), o corpo ainda úmido por causa do banho. Ficou parado alguns instantes admirando Scully dormindo. Foi se aproximando, chegou bem perto, sentou na cama ao lado dela e beijou seu rosto carinhosamente, acarinhando seu rosto com as costas da mão. MULDER (CARINHOSO): Acorda, dorminhoca.... anjinho! an...ji...nho! Scully sorriu e se virou na cama. Olhou prá ele e acariciou seu rosto com a ponta dos dedos. Mulder sorriu prá ela, com olhar apaixonado. MULDER: Você vai ficar aí o dia inteiro? SCULLY (MALICIOSA): Você não quer ficar comigo, aqui o dia inteiro? Mulder sorriu insinuante e a puxou delicadamente pelas mãos levantando da cama. Scully sentou-se na cama, esfregando os olhos. Olhou prá frente e percebeu a linda mesa de café da manhã. Abriu um sorriso enorme e olhou prá Mulder. Mulder pegou na mão dela e a conduziu até a mesa. Puxou a cadeira prá ela se sentar e sentou-se também ao lado dela. Scully encontrou uma folha branca dobrada com uma rosa branca sobre ela em cima da mesa e pegou, aproximou a rosa do nariz e aspirou seu perfume. Em seguida, desdobrou o papel. Nele havia algo escrito com a letra de Mulder. Scully começou a ler o papel. "Só tu De todas que me beijaram, De todas que me abraçaram, Já não me lembro, nem sei! São tantas as que me amaram, São tantas as que eu amei! Mas tu - que rude contraste! Tu que jamais me beijaste, Tu - que jamais abracei, Só tu nesta alma ficaste De todas as que eu amei." SCULLY (DERRUBANDO LÁGRIMAS): É lindo Mulder. Obrigada. Você me deu o melhor Natal de toda a minha vida. Eu amo você. Muito. MULDER (ENXUGANDO O ROSTO DELA COM OS DEDOS): Eu também amo você. E não importa onde estejamos, seja num hotel luxuoso como este, ou no porão do FBI, eu vou continuar te amando, como jamais amei ninguém em toda a minha vida. Scully sorri entre lágrimas e coloca sua mão em cima da mão dele que se encontrava acariciando seu rosto. Mulder se aproxima lhe beija ternamente, primeiro no rosto, depois seus olhos e finalmente desce prá sua boca. Os dois trocam um beijo mais do que apaixonado. E passaram o Natal inteiro assim, namorando, se divertindo. Com certeza seria este o primeiro de muitos natais que passariam na companhia um do outro. The End.