Autora: Nívia Duarte Ramos ALERTA: Esta fic é inspirada em alguns episódio da 8º temporada. N.E: Nota da Escritora quando tiver que levantar alguma suspeita para a fic ficar mais interessante. Sinopse: Um medico pode ter criado uma pessoa geneticamente perfeita? Que quando machuca ou corta em um instante cicatriza os ferimentos e a vida continua como nada teve acontecido. Será que estamos perto dessa perfeição? Será que deu certo? Laboratório Santa Fé Agosto 1994 Aparece um cientista, era o Dr. Michael fazendo uma fertilização em vitro. Foca-se um óvulo e um espermatozóide fazendo assim uma fecundação perfeita e rápida fora do comum. Um rapaz fazia as anotações de tudo o que o médico com os olhos fixos no microscópio dizia o que acontecia. - Meu bom amigo Jack, anote ai. Fecundação completada. O rapaz olha um pouco assustado e pergunta. – Dr. Michael tão depressa assim achei que levava algum tempinho. O Dr. Michael olha para ele e diz. – Essa vai ser diferente. ARQUIVO X ATIVIDADE PARANORMAL GOVERNO NEGA TER CONHECIMENTO A VERDADE ESTÁ LÁ FORA CRIAÇÃO DISTRIBUIÇÃO FOX FILMES DO BRASIL VERSÃO BRASILEIRA VTI RIO Washington D.C. Dias atuais 8:30 am Scully estava sentada em sua mesa revisando algumas anotações que fizera para fechamento de um caso que ela e o Mulder trabalharam, quando o telefone tocou ela atende. - Agente Scully. Do outro lado da linha uma voz masculina responde: - Agente Scully Eu sou Dr. Jack Smith trabalhei como assessor do doutor Calderom no Centro Infantil de Sam Diego. Você veio passar o Natal na casa da sua mãe e se envolveu no caso de homicídio cometido contra a Srª Sim. Lembra... A filha dela tinha um câncer muito raro no qual você já teve. No momento de silêncio, Scully coloca a mão na testa e responde positivamente: - Claro que me lembro.- deu um suspiro profundo de lembrança – em que posso ajuda-lo Dr. Jack. - Preciso que venha para Sam Diego. Há uma coisa que preciso lhe mostra é muito importante. Novamente ela responde positivamente, balançando a cabeça em positivo e murmuro afirmando. - Obrigado. Estou te esperando no aeroporto. Completa Dr. Jack desligando o telefone. Aeroporto de Sam Diego 11:30 am Um homem com uma placa com o nome "Agente Dana Scully Wa". Ela estende o braço para o comprimento. -Sou a Agente Scully. Você deve ser o Dr. Jack? O homem com a placa responde: - Sim. Fiquei com medo que mandar um representante, pois estou com muito serviço no laboratório, quase não deu para vir. Scully com um sorriso respondeu – não tem problema Dr. Jack. - Por favor me chame de Jack, esse negocio de 'Doutor' não faz meu tipo. Meus amigos me chamam de Jack, só os pacientes me chamam de doutor. Ela afirma com a cabeça e pergunta. - Qual é o assunto que queria me fala Jack. Com um forte suspiro ele diz: - Venha comigo que vou te mostrar. Laboratório Santa Fé 11:45 am - É por aqui Agente Scully. Ele abre a porta convidando-a para entrar. Scully olha ao redor diz com elogio. - Jack o seu laboratório é muito grande o que você faz? – Pergunta olhando os tubos de ensaio e o microscópio em cima da mesa. - Bom- responde colocando seu jaleco- Eu sou embriologista, e minha função é fecundação em vitro. Acho o máximo – completou com um sorriso de orgulho, e disse mais – É bom a gente realizar sonhos de mulheres que não podem ter filhos e dar um empurrão a natureza para que esse sonho se realize. Scully responde com a cabeça positivamente, mas um ar de tristeza vem logo depois, ela se lembrou que não podia ter filhos e ficou um pouco triste, mas Dr. Jack percebeu e mudou de assunto. Jack chama a garota. – Miranda!!!. Uma voz responde no fundo – Sim. Tio Jack - Tio Jack – Scully pergunta com um olhar de graça. - Pode vir aqui um minuto por favor - completou- Ela foi criada me chamando de tio A garota veio andando com passadas apresada para saber o que o tio queria. - Chamou tio Jack. - Chamei sim Miranda. Quero que conheça a Agente Especial Dana Scully do FBI. - Muito prazer Agente Dana Scully. – Estendendo a mão ao cumprimento. - O prazer é meu Miranda. – Diz Scully com um sorriso. - O que aconteceu tio Jack? – perguntou a garota curiosa. - A agente Scully é cientista e veio aqui me ajudar em um projeto. - Ela é cientista? – Perguntou Miranda com curiosidade e admiração. - Sou sim. - Miranda, - interrompe o tio na empolgação da sobrinha - Eu tenho que trabalhar agora, depois dou tempo de você e a agente Scully conversar ta bom. - Ta bom- responde um pouco triste pelo tio lhe corta a empolgação. Foi um prazer Agente Scully. - Igualmente. Até mais. Scully acena com a mão um adeus. - Agente Scully pode vir comigo quero te mostra algo, que não vai acreditar. Doutor Jack vai na frente enquanto Scully observando o lugar o segue para ver até uma porta preta. - É aqui – diz Jack abrindo a porta com uma chave estranha.- Pode entrar. Scully entra e vê uma tv e um vídeo cassete. -Acho que eu te chamei para me ajudar em uma coisa, não foi? - Sim, diz Scully. - Pois bem, diz Jack, quero que veja uma coisa. Jack anda em direção a tv e o vídeo cassete e pega uma fita e coloca no aparelho de vídeo e um imagem começa aparecer. Ele aponta para um senhor de cabelos grisalhos e diz: - Este é um cientista o nome dele Michael Krovisky. Foi meu chefe de setor quando eu trabalhava de estagiário de biologia nesse laboratório. Ela percebe um rapaz novo e pergunta: - É você Jack? - É sim, responde com um sorriso. - O que vocês faziam antes neste laboratório? Pergunta Scully. - Trabalhávamos para o governo era um projeto secreto com o nome de 'Project: Soldier'.A função principal era criar soldados perfeitos capazes de se curar rapidamente. Com uma inteligência e força fora do comum, seus sentidos eram apuradíssimos, capaz de decorar estratégias gigantescas em menos tempo. A gestação dura no mínimo 4 meses na encubadeira. - Para qual finalidade? Pergunta meio assustada. - Para defesas do presidente e embaixadores de outros países que vinham visitar no nosso país.Tivemos um probleminha com um embaixador de Nova Deli não queremos que isso repita. Com o Congresso das Nações Unidas temiam o pior. - Não lembro disso. Diz Scully franzindo a testa. - É tivemos que abafar o caso se não.... - Isso é horrível. - Sim. – Ele passa a mão na testa e complementa.- Dr. Michael, não queria continuar, mas teve uma, eu disse uma, que saiu diferente. - Uma. – Scully virando a cabeça para a direita como se tivesse que ouvir denovo. - É a Miranda. O Dr. Krovisky que deu o nome a ela em homenagem a mãe. Como cientista e medica o que me diria sobre ela. Scully começa a relatar. - Jovem um pouco mais de 22 anos, cabelos castanhos, olhos claros simpática com vontade de aprender. O que mais poderia dizer... uma garota saudável. Com uma mancha creio ser de nascença no braço direito. Jack ligou a tv de novo e mostrou uma encubadeira, com uma criança dentro, e falou. - Esta é Miranda. O vídeo foi feito em 1994. Ela tem uma mancha no braço direito. Scully franziu a testa e discordou com a idéia. - Não mesmo isto é impossível. Jack apontando para a porta disse: - Você a viu. Você viu a mancha no braço dela. O que acha é, um sonho? Era isso que o governo queria, soldados em tempo recorde. - Como o Dr. Jack me achou? Pergunta Scully meio que duvidosa e com medo. - O Agente Mulder me procurou. Quando você estava doente ele mostrou uns óvulos e me disse que eram seus e queria saber se estavam bem, eu disse que com o tempo de encubação já não prestavam. Scully abaixou a cabeça e afirmou a narração. - Ele me disse isso mesmo no escritório há um tempo atrás. - Agente Scully preciso de sua ajuda para tirar Miranda daqui. Ela corre risco de vida se ficar mais algum tempo aqui. – Jack pede o favor a Scully com os olhos temendo a vida da garota. - O que você quer que eu faça Dr. Jack? – Pergunta com curiosidade - Quero que leve Miranda para Washington ela vai fazer uns testes que aptidão como ela sempre quis. Ninguém sabe que ela vai para lá só você e eu. - Ela já sabe que vai? - Sabe, disse para ela que vinha uma cientista me ajudar num trabalho e que ai para Washington para completá-los. Depois de uma longa conversa entre o Dr. Jack e a Agente Scully. Ele mostra vídeos da evolução deste de 1994 até 2000. Scully não acredita no que vê e pede as fitas para var a autenticidade delas. Entregando-as ele chama a garota para arrumar as malas. - Miranda, arrume suas coisas daqui a dez minutos a Agente Scully vai sair. - Ta bom, com um suspiro e com um olhar triste completou, estou indo. - Ela não ta muito feliz em ir . Diz Scully olhando para Jack com um sorriso meio tímido. - Miranda sempre se preocupou comigo porque sou cardíaco e ela me lembra dos remédios que tenho que tomar. – com um sorriso curto completa, é uma excelente garota. Com as malas prontas e já estavam na porta quando ela chegou perto e disse: - Estão prontas tio. Com olhos cheio de lágrimas. - Não fique assim. O tio abraça a garota como que se fosse conforta-la. Eu vou tomar os remédios direitinho prometo. Palavra de escoteiro. Impondo continência com apenas os três dedos na testa arrancando da garota e de Scully um sorriso. - Eu não quero ir tio. Abaixou a cabeça e deixou uma lágrima cair. - Miranda, já conversamos sobre esse assunto tá. Levantando o rosto da garota e enxugando as lágrimas completa, - Vai ficar tudo bem. Scully pega uma das malas e se despede de Jack. - Então vamos. Miranda a ver a mala que ela ia pegar disse: - Essa você não vai agüentar é pesada. Só tem livros. Scully com um passo atrás. - Tudo bem. Qual que tem roupas? Com que tentando quebrar o gelo naquele momento. A garota riu e mostrou uma outra mala. – Essa daí. Quando Scully pega diz. – Só roupa? Tem certeza que não tem livros aqui? A menina sorriu em direção a ela responde afirmando com a cabeça. – Só tem roupa. O silêncio era grande naquele momento e foi interrompido com advertência de Jack. - Se apresem, se não vão perder o vôo. Miranda abraça seu tio sussurrando no ouvido. Te Amo tio Jack. Eu vou voltar. Jack responde com lágrimas em seus olhos eu também Miranda. Aeroporto de San Diego 13:30 pm Scully via que a menina ficou muito abatida que tinha que deixar o tio para traz. Tentando puxar conversar perguntou. - Está com fome Miranda. Miranda com o olhar fixo no chão no susto perguntou elevando a cabeça rapidamente – O que? - Perguntei se está com fome. - Não obrigada. Fiz um lanche antes de sair. Washington D.C. Hotel Flash Tower 15:30 pm Ao chegar no hotel Miranda pegou o cartão onde seu tio tinha colocado o nome do gerente que quando chegasse lá o chamasse. E assim o fez. Confirmou alguns dados e o gerente entregou a chave do quarto para ela. Miranda olhou para traz e viu Scully sentada no sofá olhando uma criança brincando e perguntou. - Agente Scully não quer subir um pouco. Quando Scully ia responder seu telefone tocou. - Scully. Atende. Mulder! O que foi! Mulder do outro lado da linha. – Venha para o escritório agora temos um caso. Scully aproxima de Miranda e agradece. – Não posso. Mas volto mais tarde para conversarmos. Scully estende a mão para se despedir. Prédio do FBI Washington D.C. 16:00 pm - Mulder! Scully chega e se informa com o que está acontecendo. - Scully recebi uma ligação de Oregom é de Billy Mailes, lembra dele? - Lembro ele foi abduzido em 1993. Ele está bem? - Acho que não. Temos que ir para lá. Antes disso os agentes passaram pelo agente de contas disseram que eles estavam gastando muito e não faziam nada. E eles foram mesmo assim como aconteceu no episódio Réquiem (7x21). De volta para o hotel, na recepção quando Miranda ia para seu quarto ela recebeu um pacote estava endereça a ela e o remetente era seu tio Jack. Entrou no elevador com o pacote na mão pensativa tentava entender o que era aquilo. Entrar no quarto e coloca as coisas encima da cama agradece o jovem que ajudou e fecha a porta, abre o pacote e nele tinham uma fita de vídeo e uma agenda já passada alguns anos. Viu a data e que era de 1994 murmurou - Essa é velha. Colocou a fita no vídeo e começou aparecer uma imagem. Era seu tio Jack que começou a falar: - Oi Miranda, você deve está se perguntando o que significa isso – Miranda com os olhos atentos não entendendo o porque daquilo. Pois bem preste bastante atenção no que vou te dizer. Esta agenda que você está segurando é a história da sua vida. Não perca isso. Trate como se fosse sua vida. Porque é e responde suas perguntas sobre o porque você é tão especial. Aja o que houver não mostre isso ninguém nem mesmo a Agente Scully é particular seu. Miranda eu amei você como uma filha, sei muitas das vezes não fui o tio que poderia ser, sempre o trabalho em primeiro lugar. Bom fico aqui pensando em você. Outra coisa Miranda, aja o que houver não venha para San Diego se disserem para você que eu morri não venham procure minha prima o nome dela é Anita Donavass ela é médica pediatra o Hospital Infantil de Washigton. Fique segura ai. Não desobedece a Agente Scully ouviu mocinha.Se cuida. A fita acaba e Miranda já chorando tenta achar um meio de encontra a agente Scully mas não consegue. Liga para o escritório e disseram que ela estava em Oregom. Agradeceu a telefonista negando que não queria deixar recado. Desligou e lembrou do que seu tio tinha falado. Miranda ficou com medo e ao mesmo tempo pensativa se lia o diário mas quando ia lê-lo pensa ´Tudo o que eu creditava sobre meus pais..... acho melhor'. Então resolveu sair foi a biblioteca mais próxima e ali ficou a tarde inteira lendo sobre tudo o que achava interessante, revistas, jornais. A recepcionista ficou admirada quando ela pegou cinco livros e leu-os os cinco a tarde. Quando saiu da biblioteca, já estava escurecendo, viu uns quatro de rapazes tentando assaltar um outro. Miranda foi em direção a eles e gritou: - Não quer brigar com gente do seu tamanho ou então uma briga mais justa uma contra quatro. O rapaz se deu de valente e respondeu: - A gatinha quer que eu brigue com você? Quer que eu amarre minhas mãos? – disse no tom de deboche. - Acho que não. Pegou o cara pelo pescoço e jogou no meio dos outros três, e continuou. Alguém mais?!! Os outros saíram correndo e gritavam. – Vamos embora daqui, cara, isso não para nós!! Miranda estendeu a mão para o rapaz e perguntou se ele estava bem com um olhar de impressionado disse: - Estou bem, nossa! Que foi aquilo? Você é forte hem!! Miranda abaixou a cabeça e de forma negativa respondeu. – Eles que são pesados. E riu depois de estender a mão ao jovem caído perguntando o nome – Qual seu nome? - Me chamo Roberts. Mas pode me chamar de Rob. - Muito prazer sou Miranda. - Você é nova por aqui? - Sou, sou sim. Vim a trabalho ajudando meu tio. - É. E o que ele faz? - Ele é bioquímico. Faz esses fertilizantes para agricultores. Os dois jovens começaram a andar e a um ponto eles pararam. Roberts apontou a uma janela com um gatinho sentado nela. - É ali. - O que - ela pergunta procurando o que ele avia apontado. - É ali que eu moro. Frajola está me esperando. Não quer entrar. Miranda sorriu. –Não. Obrigada. Talvez uma outra hora. E ao finalizar completa. - Vê se não se mete em encrencas, talvez não posso está por perto para ajuda-lo. O rapaz faz sinal de continência. – Sim Senhora. Obrigado por ter me ajudado. Foi um prazer conhece-la. - O prazer foi meu. – se despedem com um aperto de mão. Hotel Fhash Tower Dois dias depois 8:00 am Ao entra no hotel, Miranda recebe um recado da Agente Scully pedindo desculpas por não poder ficar e conversar e que na volta de Oregon elas conversariam. Miranda entra para seu quarto se aprontando para deitar.Pegou o telefone e pediu o serviço de quarto para trazer um copo de leite morno para ir deitar. O pedido foi atendido, ela tomou o copo de leite e deitou na cama. Minutos mais tarde começaram a aparecer imagens de uma criança em uma cama de hospital com mangueiras de soros e outros medicamentos, a criança se debatia gritando, por ajuda. Na cama, Miranda se debatia de soltava gemidos de não me solta socorro e de repente Miranda solta um grito levando o corpo da cama assustada e toda suada soltou um grito. – NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOO. Sua respiração ficou cada vez mais forte e ofegante as mãos suavam e tremiam. Sentou-se no sofá e ficou com agenda do Dr. Michael no colo pensando se lia ou não. Quando ia ler ouviu batidas na porta. Ela foi em direção a porta e olhou para o olho mágico e viu um mensageiro. Abriu a porta e disse: - Sim. - Eu ouvi uns gritos e vim verificar se está tudo bem. Pergunta o segurança do hotel. - Ta eu só tive um pesadelo, tudo bem. responde Miranda. - Qualquer coisa é só chamar. Ela agradece com um sorriso e volta a dormir. Com isso os pesadelos ficam cada vez mais forte. Ela quase não dorme. Pela manhã Miranda acorda e desce para tomar café e faz as coisas rotineiras vai a livraria e a biblioteca. No caminho encontra Rob que lhe convida para um passeio ela aceita e ambos caminham para o Central Parque. - Eu adoro criança. Você não Miranda. Rob pergunta para a garota com o olha fixo em seu rosto. - Eu. Miranda abaixa a cabeça e responde. – Na verdade não é que eu não goste, mas é que acho não ter aquela coisa com criança, entende. Ela coloca uma mecha de cabelo atrás da orelha e da um sorriso tímido. E veio uma bola em sua direção uma garotinha correndo atrás. Na correria ela tropeça e cai. Miranda com pena corre e ajuda a criança dizendo palavras de carinho e logo depois a menininha sai correndo e rindo de novo. - Você não tem jeito?! – Diz Rob com um ar de piada. E por lá ficaram a tarde inteira. No fundo passava a música do grupo The Corrs – Beathless. Foram ao museu, teatro, cinema, quando deram já era tarde. Ela olha para o relógio de diz: - Nossa como tempo voa quando se está divertindo!! E já se passaram das oito da noite. Em frente ao hotel Miranda se despede de Rob dando-lhe um beijo no rosto em forma de agradecimento e completa. – Adorei o dia, obrigada. Rob coloca a mão no rosto e responde. – Não foi nada. Se quiser posso passar para te pegar no mesmo horário, tudo bem! - Ta bom. Responde ela. Quando ela entra no hotel vê a Agente Scully sentada no sofá lendo revista e se aproxima de com um gesto a cumprimenta. - Boa Noite, Agente Scully! - Boa Noite Miranda. E trago noticias de San Diego. Miranda interrompe dizendo: - Eu tentei falar com o tio Jack e não consegui, aconteceu alguma coisa. De repente o rosto da garota que se transparecia felicidade ficou pálido e preocupativo e tornou a perguntar. Agente Scully aconteceu alguma coisa com meu tio? Scully abaixa a cabeça e responde no momento longo de pausa. - Seu tio foi encontrado morte no laboratório depois de ter sido revisado por completo. Ela foi sentando devagar com as mão no rosto e com os olhos cheios de lagrimas diz no meio do choro que não podia ser verdade e senta no sofá. Scully senta ao lado tentando conforta-la, pois lembrara de quando perdeu seu pai. Com a mão no ombro da garota dizia: - Eu vou ficar aqui com você esta noite, esta bem? - O que aconteceu? Pergunta no meio do choro. - Bom. Pelo laudo da autopsia, ele teve um ataque muito forte.Ele disse que sofria do coração, não era? - Era. Responde enxugando as lágrimas e completa. - Mas e a questão do laboratório esta revirado? - Alguém deve ter entrado depois disso e.... Scully ficou na dúvida e leva a garota para o quarto. No quarto Scully a convida a deitar-se na cama para se acalmar que ela ia contar tudo. As duas sentaram e Scully foi narrando o que o relatório policial de San Diego tinha descrito. Mirando rapidamente levantou da cama e questionou: - Foi para isso que meu tio me mandou para Washington. Ele sabia o que ia acontecer. Mirando olha ao seu redor vê a fita e a agenda em cima da mesa e completa: - Meu tio me enviou isso antes mesmo dele morrer. E disse que se alguma coisa acontecesse com ele era para mim ficar aqui, mas tenho que ir para San Diego cuidar do funeral essas coisas. Scully no momento diz que a prima com o nome de Anita ia cuidou das coisas por lá e então se ele mandou você ficar aqui é porque você pode esta correndo risco. Vou chamar uma equipe de segurança. Neste momento ela sente um pouco tonta e senta rapidamente na cama, Miranda corre para ajuda-la. - Tudo bem Agente Scully. O que aconteceu? Fiquei sabendo que estava no hospital você já está melhor.? Quer que chame um médico. - Estou bem.Eu só fiquei um pouco tonta, mas tudo bem. Com um copo de água de ofereceu a Scully. Ela toma e agradece. Pela manhã Miranda esta sentada em um sofá que dá para uma vista da parte da cidade com a agenda na mão começou a olha para Scully com um sorriso meio tímido no caso em questão, Scully estava deitada na cama dormindo e ela observava com um olhar na paisagem e outro na Scully. Ela acorda. Miranda pergunta se ela esta melhor. Afirma com a cabeça e achando graça diz: - Estou muito boa para vigiar. Acho que o caso se inverteu. - Quer comer alguma coisa. - Não Obrigada. Que horas são? - 7:30. - Nossa tenho que ir para casa trocar de roupa e ir trabalhar. Não conseguiu dormir, não é? - Não é isso. Tenho pesadelos diários então não consigo dormir direito, então sento e leio. - Eu volto mais tarde. Não volte para San Diego, esta bem? - Tudo bem eu não volto. Afirma com um olhar triste. Prédio do FBI 8:00 am Skiner e Scully estão sendo interrogados pelo desaparecimento do Agente Mulder. (Esta parte vocês já conhecem né. Scully conhece o Dogett e joga água na cara dele e começam a investigar o desaparecimento do Mulder). Scully liga para o hotel e procura pela garota, o gerente responde de ela saiu com um rapaz e que mais tarde estarão de volta. Scully agradece e volta para o trabalho. No Central Park, Rob tenta consolar a nova amiga e diz que para ficar tranqüila que ia acabar tudo bem e estaria do lado dela para o que der e vier. A garota agradece a força que ela passa para ela e continuam a caminhada.Em frente ao hotel os jovens se despedem. Ela coloca a mão no rosto e com os olhos cheio de lagrimas se despede com um rápido adeus. Na portaria, ela recebe um recado de Scully que ai ficar fora uns tempos por motivos de trabalho. Miranda pega o jornal e levanta na primeira parte e estava escrito com letras grandes. AGENTE DO FBI DESAPARECE MISTERIOSAMENTE. Ela leva o jornal e lê a reportagem. O tempo passa e as coisas vão mudando. Miranda muda para outro apartamento em um prédio perto da Scully e começa a trabalhar ajudando o senhorio nas tarefas do prédio em que mora. Concerto de canos de água de luz e coisinhas pequenas. O senhorio pede a ajuda de Miranda para colocar uma antena no prédio. - Miranda, você pode me ajudar a colocar essa antena no telhado do prédio? - Claro. E sobe com a antena para monta-la no telhado. Chegando lá viu o carro e Scully saído dele e grita por ela. – SCULLY.... Scully olha procurando ao redor. – Aqui em cima, completa. - O que está fazendo ai. Pergunta olhando para o alto. - Estou ajudando o senhorio a colocar um antena nova no prédio. A outra a recepção não estava muito boa. Reponde. - Cuidado hem. Com um tom de preocupação. Miranda acena dizer adeus, e de repente Scully ouvi um barulho de estouro. Ela olha para cima e vê fumaça. Corre para dentro do prédio procurando o senhorio para dizer que aconteceu alguma coisa lá no telhado. Chegando lá vê Miranda caída no fundo da clara bóia Scully chama por ela e não responde e liga para emergência e Miranda responde. – Estou bem. Não se preocupe. Com isso ouvi-se ruídos de ossos como estivessem saído do lugar e completa. – É , é, acho que desloquei o ombro mas o resto tudo bem. - O que aconteceu, Miranda. Pergunta Scully. - A antena fechou um curto circuito e estourou e me jogou para cá. - Sente alguma coisa Miranda. Pergunta o senhorio. - Não Sr. Fernandes, tudo bem, estou ótima. - Miranda vou levar você para o hospital, só por precaução tudo bem? - Tudo bem pra mim. Estou ótima. No hospital foram tiradas radiografias para saber se quebrou alguma coisa ou traumatismo na cabeça, mas nada foi constatado. O médico pergunta a Scully e ela é a mãe dela. Ela responde que não. A mãe já morrera fazia tempo e que ela não tinha parentes vivos. Miranda ficou sentada na cadeira de exame esperando a sua liberação, quando começou a ter umas visões de um lugar parecido com aquele hospital. O médico vinha em direção em sua direção (em câmera lenta conversando com Scully) e ela começou a gritar dizendo: - Fiquem longe de mim. Eu não fiz nada. Por que fazem isto comigo? Cadê minha mãe eu quero ela aqui. Socorro. Scully e o médico seguravam-na sem sucesso, então o médico chamou alguns enfermeiros para ajudar a segurar a garota, que parecia ter a força de 10 homens juntos. Depois de muito esforço, com a ajuda de Scully aplicou um sedativo em Miranda que de repente caiu em sono profundo. Momentos depois ela acorda e ainda sonolenta olha para Scully sussurro. - Mamãe, veio me tirar daqui? Scully se próxima dela e responde: - Miranda, sou eu Scully. Tudo bem agora ninguém vai te fazer mau eu não vou deixar. Termina passando a mão no rosto e alisando os cabelos da garota e ela volta a dormir. No dia seguinte Scully liga para o hospital para saber noticias dela a enfermeira responde que terá alta hoje pela manhã. Scully vai ao hospital para saber se estava tudo bem quando seu telefone toca ela atende. - Scully! - Scully sou eu Agente Dogett. Preciso de sua ajuda na procura do Agente Mulder, temos informações sobre um garoto que você conheceram em Oregon. Ele disse que viu óvnis (com um tom bem sarcástico) já que é nosso trabalho... - Tudo bem Agente Dogett, eu te encontro em uma hora. - Tudo certo te encontro no escritório. - Vou passar no hospital para ver uma pessoa que sofreu um pequeno acidente não demoro. Desliga. No hospital Miranda olha pensativa pela janela que dava uma vista linda da cidade Scully bate na porta. – Pode entrar. - Está pronta para ir? - Estou. Responde um pouco envergonhada depois do acontecido. Scully tentando tirar a culpa da garota pergunta o que aconteceu ontem que nem ela entendeu. - Eu tenho pesadelos, é por isso que não durmo muito bem. Como se alguém fizessem teste comigo. - Que tipo de testes? Pergunta meio que curiosa. - Eu não sei. As vezes sinto dores como se fossem reais e..... eu não te chatear com coisas boas. Você tem que achar se parceiro, não é? - Como sabe disso? - Li uma reportagem no jornal. Dizia que um agente do FBI tinha desaparecido misteriosamente em Origon. Vou pra casa. - Não acho melhor você ir para minha casa. - Não, não. Scully eu não quero dar trabalho eu vou ficar bem. - Não vai ser trabalho nenhum. É até bom um vídeo cassete está estragado você pode consertar. As duas dão risadas. Miranda aceita fazendo positivamente com a cabeça. Scully deixa a garota no seu apartamento e volta para o trabalho. Miranda olha em volta com o ar de admiração e sussurra um comentário. – É o tipo de casa que sempre quis ter. Scully, agradeço o que está fazendo por mim mas não será necessário.A agente olha para Miranda e aponta para o vídeo em cima e uma mesa e diz. – É aquele ali. Ela começa a rir e responde com a cabeça que sim.Então Scully sai para trabalhar antes recomenda.- Miranda, se eu não aparecer esta noite, não se preocupe eu vou está fora por um tempo. - Esta tudo bem. É seu trabalho não é? Outra coisa Scully, preciso de fita VHS teste se ele está realmente bom. - Ali , apontando para um armário, dentro daquele armário deve ter umas fitas de filmes pode usar está bem. - Tudo bem. Tchauzinho Scully saiu para tentar encontrar o amigo e parceiro desaparecido em Oregon. Miranda se despediu ajudando com sua bagagem apesar de não ser muita esperando a entrar dentro do carro despediu com um aceno de adeus. Entrando viu o vídeo com defeito em cima da mesa e começou a trabalhar nele. Abriu e para começo limpou o cabeçote de leitura e outras coisas que estavam pendentes em certo aparelhos eletrônicos. - Ufa!! Terminei, agora vamos ver se de um posso montar dois. E deu um sorriso de alivio. Olhando ao redor procurando o armário onde Scully tinha dito onde estavam as fitas. Achando pegou qualquer uma para testa se o aparelho estava funcionando. Surpresa vê o Dr. Michael Krovisky apresentando o vídeo, com um olhar meio de não está entendendo muita coisa pergunta para si mesma o que estava acontecendo e começa a fazer uma narração sobre o projeto 'Project: Soldier' que era constituir um soldado que podia ser capaz de se curar rapidamente, gravar estratégias, ter seus sentidos apuradíssimos. Miranda via aquele vídeo e não acreditava que ela era parte do projeto e Scully também fez parte sem saber que estava nele. O vídeo também mostrava a evolução dela com tanta rapidez. Que lembrou da agenda e pegou para ler denovo uma parte que envolvia Scully e foi comparar quando de repente batem na porta, ela foi olhar era a mãe de Scully Sra Margarett Scully abriu a porta. - Dana.. e foi interrompida com um susto. Quem é você e o que está fazendo no apartamento da minha filha? Miranda ficou um pouco desconsertada com a presença da mãe de Scully e no meio de uma gagueira tentou explicar. - Sua filha pediu para vigiar o apartamento dela, meu nome é Miranda. Ela deve ter falado de mim, porque sempre falou bem da senhora. Margarett com o olhar meu desconfiado entra no apartamento e liga para a filha. Do outro lado da linha Scully atende. - Scully! - Dana sou eu. - Mamãe, o que você está fazendo no meu apartamento? - Eu é te pergunto, o que essa garota ta fazendo no seu apartamento logo agora no seu estado. Scully coloca a mão no rosto e responde com a voz cansada. – Ela é sobrinha de um amigo que morreu a um tempo e me pediu para eu ficar com ela um tempo não vai demorar muito. Margarett não gostando muito da idéia responde que sim meio que desconfiada. - Está bem. e desliga o telefone e ao olhar a garota está totalmente sem graça com o acontecido. Margarett pede desculpas e se explica porque Scully quase não diz nada sobre a vida dela pessoal. - Tudo bem Sra Scully eu entendo. E alem do mais você veio ver sua filha e encontra outra pessoa no apartamento dela até eu me assustaria se tivesse filhos. - Miranda, qual é o nome do seu tio? Dana me disse que... Miranda interrompe. - Que meu tio tinha morrido. O nome dele era Jack Smith, ele era embriologista lá em San Diego. - San Diego, eu moro lá. Não lembro muito dele. - Ele não era muito conhecido por lá. Ficava mais fora do que na cidade. - Você o que faz? - Eu sou estudante e trabalho no edifício em frente a esse na parte da manhã e na parte da tarde trabalho neste e a noite estudo. E foi prolongando conversa até que a mãe de Scully ficou acostumada com ela. Na saída Margarett se despediu pedindo a Miranda que colocasse água nas plantas todo dia pela manhã ela aceita com positivamente com a cabeça e se despede acenando com a mão. No outro dia Miranda ainda confusa com o descobrimento de sua vida o que ela realmente era foi trabalhar junto com o senhorio no prédio onde mora. Sr. Fernandes pergunta se ela está bem depois do tombo do telhado ela diz que sim, mas sua cabeça estava longe depois de ter descoberto essas coisas e durante suas tarefas ficou um pouco triste mas ao mesmo tempo feliz porque se não tivesse aqueles dons não estaria ali. Na volta para o apartamento de Scully, Miranda recebeu uma encomenda. Para sua surpresa era o berço que Scully comprou para seu filho que ia nascer então Miranda entendeu porque a mãe tinha dito 'você nesse estado'. Miranda não perdeu tempo e montou o berço no quarto dela e arrumou todo para a chegada de Scully quando termina o telefone toca. Miranda atende. – Alô. - Miranda sou eu Scully. Ela estava com a voz como que estava chorando, Miranda percebe. - Scully, é você? O que aconteceu sua voz... tudo bem. Scully do outro lado morde os lábios para dizer entre as lagrimas que estará de volta em dois dias. Aeroporto de Washington D.C. Dois dias depois Miranda esta esperando Scully e o Skinner quando vê Rob por lá. - Rob. Que surpresa. O que faz aqui? - Eu estou esperando minha mãe ela chega nesse vôo de Oregon. - Que legal. Miranda vê Scully sendo amparada por Skinner e se preocupa e pede desculpas a Rob e vai em direção aos dois e vê Scully chorando olha preocupada e pergunta o que tinha acontecido. - Mulder foi encontrado morto na floresta de Oregon. Miranda não acredita e fica sem fala e Skinner completa. – Leve-a para casa. - Vamos Scully. Chegando no apartamento, Miranda levou Scully para o quarto dela e mostrou o berço montado com alguns enfeites. Chorando Scully agradece e pergunta como ficou sabendo e tinha sido a mãe dela que tinha contado, Miranda responde que não que quando voltou do serviço viu a encomenda chegando e deduziu que mãe tinha dito que se preocupava com você. Scully agradece e sente na cama e começa a chora dizendo que o funeral vai ser amanhã pela manhã e pergunta se Miranda ia com ela, a garota responde que sim com convicção que ia. No funeral Miranda fica perto de Scully tentando ajudar na hora mais difícil pois sabia que quando o seu tio morrera não podia estar perto para dizer um último adeus. Vendo que sua nova amiga estava inconsolada, foi dar uma volta com seu amigo Rob que nesse momento deu um apoio maior para as duas. - Não entendo Rob, foram a procura do Agente Mulder com a certeza que o encontraria vivo. Rob responde na tentativa de conforta-la. – Sabe Miranda, eu sempre quis ser agente federal não só do FBI, da CIA, forças armadas americana, mas um dia eu desistir de tudo porque percebi que para isso tinha muitos riscos, colocar famílias que sonho em ter em risco, acho que não compensa. Miranda escuta Scully chamando- a . - Tenho que ir olhando para Rob com os olhos em lagrimas. Scully agradece a presença de Rob. Dentro do carro Miranda estava ao volante quando Scully pergunta quem era o rapaz que estava com ela.Era um amigo que conheci quando cheguei em Washington Salvei-o de ser assaltado e daí ficamos amigos. Responde, mas em um instante ela olha para o retrovisor do carro e percebe que uma Vam preta a está seguindo, e continua sem dar o alarme a Scully para não a preocupar ainda mais. Então de repente param no sinal, Miranda ver a Vam abrindo a janela e aparece uma pistola. Ela grita cobrindo Scully. - CUIDADO, ABAIXE, - cobrindo Scully com a intenção de protege-la . E tiros são dados contra as duas um acerta em Miranda no braço e o carro dispara na frente. Ela se levanta rapidamente e sai do carro tentando olhar se tinha placa ou coisa parecida. Dentro do carro Scully continuava abaixa a pedido de Miranda. Scully olha para a garota e diz que ela tinha sido atingida. Miranda olha se ferimento e diz que foi de raspão. Scully discorda e pede que a garota vá al hospital. No hospital Scully conversa com Miranda sobre o acontecido. - O que foi aquilo Miranda, porque eles fizeram isso, não é os rapazes que você impediu o assalto do seu amigo? - Não tenho certeza que não. - E então o que eles queriam? - Essa é a pergunta que vale 1 milhão de dólares. Diz Miranda com um tom de comédia Algum tempo de pois... No dia seguinte, Miranda acorda e percebe que Scully se olha no espelho observando o crescimento do seu filho e nota que já está começando a aparecer. E ali fica olhando até então Scully perceber sua presença. - Bom dia . Não vi que estava ai. Miranda entrega um pacote para ela. – Comprei isso pode precisar, vai chegar em um estágio que roupa nenhuma vai te servir. - Miranda, não precisava. Nossa, essa bata é linda. Obrigada. - Fico feliz que tenha gostado. Bom vou trabalhar se precisar de alguma coisa para o apartamento é só ligar. Ela sai indo em direção a outro edifício onde lá trabalha ajudando o senhorio. Mais a frente encontra com seu amigo Rob onde conversando por pouco tempo e marcando par irem ao cinema. Três meses depois...... Scully está se vestindo,quando viu a bata no seu guarda roupa e vestiu, ela gostou e foi trabalhar chegando lá ficou sabendo Skinner pediu para falar com ela em seu escritório. - Agente Scully tenho que um garoto é o Billy Miles foi encontra no meio do oceano. Um grande silêncio tomou conta do ambiente. Scully percebeu que tinha algo de errado e perguntou. - O que mais senhor . - Agente Mulder esta no mesmo hospital. Os olhos da agente brilharam de um modo como nunca brilhou e saindo as presas batendo a porta. No seu apartamento, Miranda terminava de consertar o encanamento da cozinha quando o telefone toca era Scully dizendo que seu amigo e parceiro tinha voltado dos mortos e que estava no Memorial Washington Hospital e pediu se ela pudesse ir para lá. Na saída ela encontra Rob que não entendendo o que estava acontecendo pergunta: - O que aconteceu, Miranda. Ela pega o rapaz pelo braço e na presa reponde: - Mulder foi encontrado. Está no Memorial Washington Hospital. Rob para e pergunta. Ele não era o cara do funeral? - É sim. - Como pode? Ele agora é um zumbi? Miranda olha para ele de não acreditando no que ele acabará de dizer. No Memorial Washington Hospital, Miranda tenta achar Scully e chega no quarto onde Mulder está e vê ela sentada em um sofá acariciando a mão dele. - Como ele está? - Suas funções estão boas, mas o vírus....Scully para quando Rob entra no quarto - Tudo bem Scully ele me trouxe aqui. - Um vírus muito forte está em seu sistema. Scully é chamada pelo Agente Doggett E os dois jovens ficam dentro do quarto, quando Miranda respira fundo e pergunta para Rob. - Já tirou sangue de outra pessoa? - Eu. Apontando para ele mesmo. Eu não. Tenho até medo de tirar para fazer exames de rotina. - Rob, vem comigo. Miranda tenta encontrar o ambulatório e Rob fica sem saber o porque da pergunta daí viram uma porta e estava escrito LAMBUTORIO . Entra os dois jovens, olhando ao redor tentando achar os instrumentos para a retirada do seu sangue. Encontrando-os começou a retirada. - Rob, amarre este garote no meu braço. Não Rob, esse é o antebraço. O braço é esse aqui. Apontando para o lugar certo. – Bem agora peque a seringa de me dá. Rob não ficou muito satisfeito com a cena e pediu para sair. - Espera. Preciso de sua ajuda agora, depois de ter terminado, - desamarre o garote. E sim o rapaz fez. – Não temos muito tempo. - Muito tempo de que? Pergunta o rapaz meio a uma confusão de idéias. – Não entendi, o que você vai fazer com isso? - Isso, levantado a seringa, pode salvar a vida o Agente Mulder. - Seu sangue? É muita louca. E os dois saíram do ambulatório direto para o quarto do Mulder. - Rob fique na porta de olho para que ninguém entre está bem. Ele concorda fazendo sim com a cabeça. Miranda entra no quarto, e faz como o planejado e no mesmo instante Rob bate na porta dizendo que vinha alguém em direção do quarto, era Skinner. Saindo Miranda se depara com ele e o cumprimenta e sai os dois. E depois acontece tudo aquilo no episódio, Krycek com a vacina e tudo mais... Mais tarde na sala de espera, Scully da as boas noticias que Mulder vai ficar bem e que o vírus que estava em seu sistema de alguma forma foi controlado. Rob olha para Miranda com olha de espanto. Scully percebe. - O que foi Rob? O que aconteceu - Não é nada, é que eu fui no velório de Agente Mulder e não estou acreditando no que estou ouvindo. - Scully eu vou para meu apartamento quer alguma coisa do seu roupas ou coisas assim? - Sim Miranda, quero sim traga para mim algumas roupas vou ficar aqui esta noite. - Tudo bem.Rob você vem. - Claro. Responde o Rob meio que confuso no que acabara de ouvir. Na direção do carro Rob tenta puxar conversa sobre o assunto. - Olha, não entendi nada o que aconteceu no hospital hoje. Estou confuso. - Rob você já ouviu falar em clonagem? - Já porque. - Eu sou diferente - Diferente como? - Rob, Você tem pai e tem mãe, tem uma irmã, ou seja uma família não é? Pois eu tive uma pessoa que foi meu pai. Você foi gerado e eu fui criada. - Ta falando daquele negocio de fertilização artificial? - Mais ou menos. A questão não é esta, mas o que aconteceu comigo. Eu descobrir quem eu sou de verdade. - Como assim. Ele pergunta meio que desconfiado. - Se acalme, não sou alienígena não e nem zumbi sugadores de cérebro. Meu sistema imunológico é forte o suficiente para acabar com qualquer vírus desde uma gripe comum até o Hanta vírus. - O que?!! Grita ele meio de pavor e de incredulidade - Calma, já chegamos vamos lá dentro eu termino. No apartamento. Miranda pega uma faca na gaveta do armário e levanta em direção de seu braço e dá um corte, Rob fica um pouco enojado e grita como se a dor fosse nele. - Ei vai com calma ai. - Tudo bem, agora olhe. O ferimento fecha em instantes. - Mas, mas, - ele fica sem fala no momento. - Sou capaz de decorar qualquer coisa com mais rapidez que o normal. Meus sentidos são apuradíssimos. Miranda pega algumas roupas no quarto de Scully e chama-o para ir, meio que um pouco catatônico com o que acabara de ver. - Rob precisamos ir, Rob. - Hum, claro vamos.... No hospital, Miranda entra no quarto do Mulder, e vê Scully com a cabeça deitada no colo do Mulder. Ela deixa a mala e sai dizendo baixinho que ia voltar para a sala de espera quando ela pedi para esperar e ia lhe dizer algo. - Miranda, obrigada por ter me ajudado nesta hora tão difícil e... - Mam.... É meu prazer ajudar. Essa foi quase hem. - Do que está falando. - Do seu amigo, quase que ele foi enterrado vivo, mas no final deu tudo certo. Eu vou voltar para meu apartamento, seu encanamento está pronto, funcionando que uma beleza. - Ta! Obrigada. Te vejo depois. Tchau. Miranda sai junto com seu amigo.Chegando no seu apartamento, ela convida Rob para entrar.Ele aceita. Na cozinha, quanto ela fazia um café, e Rob olhava uma faca em cima da mesa e começou a falar sobre o que acontecer. - Até agora estou meio confuso, com tudo que você me contou, Miranda. - É por isso que te chamei aqui. Rob eu fui criada e não gerada, como já disse. - Porque eles fizeram isso com você? - Eu não sei. Tudo é que eu sei esta em um diário muito bem guardado comigo. Bom ele conta que era para um projeto do USA sobre soldados que se curavam com rapidez, decoravam estratégias e nunca falhavam em suas missões é tudo que eu sei. - Bom para ter te criado, precisou de uma doadora e um doador. Mãe e Pai. Você sabe disso. - É eu sei. É ai que ta. Eu sei quem são, mas sei se teria coragem de contar. - Por que não? - Porque eu os colocariam as vidas deles em risco. - E para mim que sou seu amigo, você contaria? - Rob. Não me leve a mal,mas eu não posso. - Você não pode ou não quer. - É questão não é essa, eu confio em você mas tenho medo.... entende. - Claro, tudo bem espero que um dia possa contar para eles. Bom eu já vou - Tão cedo estou um pouco cansado e tenho que trabalhar amanhã. Boa noite Miranda. - Boa noite Rob. Pela manhã Miranda viu a bicicleta de Rob e pensou que ele estava atrasado para o serviço e resolveu chamá-lo. Subiu em seu apartamento e antes de bater na porta observou que ela estava meio aberta e entrou chamando pelo nome dele. E de repente aparece um homem pela suas costas, mas ela foi mais rápida e deu um soco na cara dele. Pela uma segunda vezes ele tentou, mas ela foi mais rápida e pegou um abajur que esta ali perto de deu na cabeça dele, por fim ele desmaia. No telhado, Miranda amarrou o estranho pelo pé de cabeça para baixo colocando-o fora do beiral do telhado. Ele começa a acordar e com um grito de pavor, a garota indo em sua direção e com um ar meio de sarcástico pergunta: - Aonde está o rapaz do apartamento? - Vai pro inferno. - Eu acho que você não esta em uma posição boa para dizer isso. Aonde esta o rapaz do apartamento. - Eu já disse vai pro inferno. Ouvindo isso Miranda segura a corda solta um pouco e o sujeito dá um grito de terror e junto respondendo a pergunta. - Foi o Max - Quem é Max? - Ele me pediu para pegar um diário de um tal Dr. Jack e disse que estava com você ou com seu amigo. - Como você sabe desse diário. - Ele era um dos cientista que estavam naquele projeto do governo e... por favor não me deixe cair - Escute bem o que eu vou te dizer, diz para o Max que se ele machucar o meu amigo o diário vira cinzas. Na mesma hora ela pega a corda e solta o homem, ele cai no telhado e sai correndo. Em um balcão, Rob está amarrado com alguns ferimentos de e o Max o interrogava junto com seus capangas. E chega o capanga que todo cheio de hematomas, Max vira para ele e pergunta: - E o diário? - Ele não estava lá senhor, mas uma garota até muito forte para idade e tamanho dela... - Que garota? - A amiga dele e disse que se machucar o rapaz o diário vira cinzas. - É ela... - Ela quem. - Ela é a construção do Dr. Michael. O nome dela é Miranda. - E levantando uma foto dela. No apartamento de Rob Miranda tenta planejar como ia fazer para salvar a vida de seu amigo, quando e o telefone era Max combinando a troca do diário pelo amigo e de repente Scully entra no apartamento e vê tudo desarrumado e saca seu arma chamando por Miranda e a resposta e imediata. - O que aconteceu aqui. Miranda sentada segurando o diário, responde com os olhos cheio de lágrimas – Eles levaram o Rob por causa disto aqui – levantando o diário. - E o que é isso - É um diário que contam uma experiência genética e ele quer em troca do Rob. - Por que não me disse vou chamar reforço. - NÃO, NÃO – grita ela pegando o telefone na mão de Scully - Por que não? É mais seguro. - Não se chamar a policia vão mata-lo. Eu vou lá - De jeito nenhum você não vai sozinha não, eu vou com você. - Scully, você tem que ficar lá no hospital com seu amigo esperando alguma coisa e ele pode precisar de você lá. Não se preocupe comigo ta. - Não eu vou com você. - Ta bom já que está insistindo vem. - Aonde é no balcão perto daqui. No balcão, as duas sacam as armas, Miranda olha para Scully e para a sua barriga e vê uma ondulação,era o bebe mexendo e com um sorriso discreto e junto teve uma idéia . - Scully, pode me dar uma das suas algemas. - Porque? - Posso precisar. Você tem duas não tem? - Tenho sim, toma. Na mesma hora Miranda algema Scully no volante do carro. - Desculpa Scully, mas eu não vou colocar a sua vida em risco nem a do seu bebê. E sai do carro Scully começa a grita por ela. - Miranda volta aqui me solta. Scully tentando se soltar. Ela começa a subir pelas grades do balcão até chegar no telhado, no carro Scully furiosa, mas impressionada com a proeza dela e se pergunta.Como ela consegue isso. Chegando no telhado ela vê o Rob por uma clara bóia. Ela pega uma corda de escalda e a marra uma ponta no cinturão e a outra em um dos canos de ferro que ligam o aquecedor. E de lá ela pula quebrando o vidro os capangas de Max começaram a atirar mas em vão, Miranda com um tiro certeiro em cada um, mas ela levou um de raspão no braço. Do lado de fora, Scully ouvia os tiros, quando alguém chega perto e quebra o vidro com um chave, essa pessoa corta as algemas e tira Scully do carro levando ela para dentro. No balcão Miranda ajudar Rob a se levantar. - Tudo bem Rob. pergunta dando apoio para seu amigo - Estou, mas o que aconteceu aqui? - Vamos não temos muito tempo. De repente aparecer Max com a Scully de refém e voz meio que cínica responde: - Há tem sim. - Solta ela Max. Eu sei o que você quer. - Se sabe, então passa pra cá. - Deixe os dois irem e eu te entrego o diário. - Por que? Acha que eu deixaria a filha se separar da sua mãe? - Cala boa Max. - Há . ela não sabia. Desculpe. No mesmo tom cínico completa. – Achei que tinha contado, tanto tempo com o diário achei que tinha contado a verdade. - Que verdade? Pergunta Scully curiosa . Do que ele ta falando Miranda. - Eu falo, já que Miranda não vai contar eu conto. - Você não se atreveria. - Há não! Se abri a sua boca eu acabo com ela. Agente Scully, lembra que foi seqüestrada pelo Duane Barry e você foi submetida a testes eu era um dos médicos. Eu Dr. Michael Krovisky, seu queridinho tio Jack todos estavam envolvidos neste projeto. Sabe como eu fui apontado no projeto um mero assistente.Tecnicamente e biologicamente Scully, esta garota é sua filha, como Emily Sin. O projeto foi um sucesso. - Como você tem certeza. Pergunta Miranda com o olhar fixo em Max. - Você é geneticamente prefeita. Nenhum vírus pode com seu sistema imunológico. - Max deixa os dois irem o negócio é entre nos dois eles não tem nada haver com isso. Não eu quero assim. - Então ta. Miranda levanta o diário e acende um isqueiro e aproxima dele e completa – Se não deixarem os dois irem isso vira cinzas. - Você não teria coragem. Sua vida está ai. Começa a se preocupar o vilão. - Então deixe os dois irem Max. - Max solta Scully e os deixa ir. Miranda fica olho a olho com ele - Mirando eu não sem você. Diz Rob ao seu lado. - Rob tem que sai daqui e leve Scully para um hospital para ver se está tudo bem com ela e o bebê. Eu vou sair dessa. E ele dá um beijo nela e sai. - Agora me dá o diário garota. - Aqui está. Ela entrega o diário e sai. - Hahahahaha! Uma risada medonha saiu da boca de Max. É minha toda minha. Abraçando o diário com se tive encontrado algo muito valioso, mas quando ele abre o diário é acionada uma bomba que explodiu tudo. Na mesma hora que Miranda sai do balcão e é arremessada a uns 3 metros do local. Rob e Scully ouviram o estouro e volta, na mesma hora. Scully liga para emergência e dá o endereço. Chegando lá viram Miranda caída no chão muito ferida e desacordada. Vamos leva-la para o hospital. Diz Scully para Rob. Rob pega a garota e colocada cuidadosamente no banco de traz e se dirigem para o hospital mais próximo. Hospital John Kennedy Scully grita para os médicos que estavam no hospital. – Garota muito ferida cortes profundos perdeu muito sangue e esta desacordada a mais de vinte minutos. - Você é a mãe? Pergunta a enfermeira para Scully . - Sou. Responde positivamente certa do que estava dizendo. - Preciso que me de algumas informações. Enquanto Scully conversava com a enfermeira, Rob chegou meio que tentava procurar as palavras para dar uma noticia a Scully. - Scully, Miranda entrou em um coma profundo. No momento de pausa Rob continuou.- Não se sabe se ela vai sobreviver, porque ela perdeu muito sangue. Os dois se sentam e Scully começa a conversar com Rob. - Porque ela não me contou? Você sabia Rob? - Sabia. Ela ficou com medo de colocar a sua vida e a seu filho em risco, no entanto é a vida dela que está em jogo agora. Você não quer ser examinada. - Porque? - Ela me pediu. E depois dessa agitação toda, dar uma olhadinha não mata ninguém. Depois de ter passado duas horas de espera de noticias, o telefone da Scully tocou era sua mãe dizendo que estava chegando para ajuda-la na no chá de bebe. - Mãe, eu já estou indo. Rob eu tenho que ir, pode ficar aqui para me dar noticias este é o numero do meu telefone celular e o outro é da minha casa a qualquer hora pode ligar. - Tudo bem. Tchau. Em sua casa Scully mais tinha sua mente para o hospital do que para o chá de bebe, sua mãe percebe pergunta o que está acontecendo. Ela responde que são coisa do trabalho e que já esqueceria. Sua mãe aceita e continua. Hospital Memorial Washington Duas semanas depois Depois de tudo que aconteceu, o nascimento do bebe da Scully, Rob vai ao apartamento de Scully. Ele bate na porta. Scully vai atender - Rob como está passando. - Estou bem. Eu vim ver como estão as coisas por aqui. - Estão bem. E Miranda como está? - Na mesma. Os médicos acham que ela não vai se recuperar. Se recuperar pode perder uns dos sentidos. Scully convida o rapaz para entrar e coloca o William para dormir e o telefone toca. Ela atende era do hospital dizendo que a garota que ela tinha levado a duas semanas atrás estava acordando e chamando pela mãe. Scully olha para Rob com um olhar de espanto respondendo que já estava indo para lá. Rob levantou a mão e disse: - Eu vou para o hospital. Fique aqui cuidando do seu filho, eu ligo mandando noticias. No hospital a enfermeira soa o alarme e Rob chegam na mesma hora. - O que está acontecendo? Pergunta. - Uma paciente desapareceu. Precisamos encontra-la. - Que paciente. – Perguntou Rob em um impulso de curiosidade. - É uma garota que chegou aqui a duas semanas.Estava em coma profundo e... Rob vai em direção a quarto onde Miranda estava não encontra nada. A policia foi acionada. Minutos depois Scully chega no hospital, Rob estava sentado na sal de espera quando vê Scully se aproximando dele. - O que aconteceu Rob? - Miranda desapareceu. - O que? - Miranda desapareceu. Em um momento de pausa continuou. - Como pode uma garota ter estado em coma profundo e simplesmente desaparecer. Você recebeu uma ligação do hospital dizendo que ela tinha acordado e chamado pela mãe. - Você sabe que ela é diferente. - É eu sei. Rob segurando o diário. Eu sei que ela é diferente. Scully senta ao lado do rapaz quando ele começa a narrar uma conversar que os dois tiveram. - E ela pediu que se acontecesse alguma coisa com ela, pediu para que este diário ficasse com você. Scully pega o diário e sussurra. – Ela vida dela que esta aqui, não sei se posso, Rob. - Porque não. Você é a mãe dela biológica, tem direito de saber o que aconteceu durante esse temo, não acha? Scully ainda meio confusa pergunta. – Ele não explodiu junto com aquele galpão e você sabe... - É mais, no lugar do diário verdadeiro colocou uma bomba e o diário ela transferiu para uma agenda velha, ela aproveitou a capa o conteúdo está salvo, Miranda é esperta. Um policial aproxima dos dois. - O local não tem pista nenhuma. Se foi secreto o cara disfarçou bem as pistas não encontramos nada Agente Scully. - O hospital deve ter um sistema de segurança de vídeo podemos ver as fitas. Comenta Scully Vou começar a providenciar mais rápido possível. Scully levanta e vai em direção a gerencia do hospital. No vídeo da segurança não deu nada de anormal. Os movimentos dos enfermeiros entrando e saindo dos quartos, o gerente interrompe fazendo uma observação. Se ela tivesse sido seqüestrada nós saberíamos. Ninguém sai desse os hospital sem ser visto. Rob levanta e diz que vai dar uma volta pelo hospital. Ele nota os enfermeiros tirando os lençóis dos quartos e teve uma suspeita de como ela teria saído. - Scully vem ver uma coisa. Ela levanta e vai em direção a ele - O que foi. O que você viu. - Olha, os enfermeiros tirando os lençóis dos quartos. Scully entendeu o que o rapaz quis dizer e pediu ao gerente para onde iriam as roupas do hospital. - Elas são levadas para uma lavanderia especializada. É uma empresa que fica só para esse serviço. - Qual a rota? Bem, o caminhão passa por vários hospital na principal. Os dois saem as presas tentando achar o caminhão da lavanderia. Em uma das paradas Miranda sai da porta de traz como um dos enfermeiros e entra pelo hospital, mas sai pela porta dos fundos. Ela pega uma tesoura de cirurgia e corta os cabelos deixando-os curtos para tentar um disfarce para não ser reconhecida. Com uma roupa que pegou no hospital em que ficou, viu US$20,00 no bolso e pensou para um começo de fugitivo ta bom. Comprou uma tinta para o cabelo e pintou de preto bem escuro. N.E: Isso faz lembrar aquela cena do filme A Experiência , mas o começo dessa fic é qualquer no mesmo estilo só a menina não mata, mas também não é tão boazinha. No outro dia, Rob estava no prédio trabalhando quando um garoto chegou e lhe entregou um papel que dizia: Se cuida e de Scully também. Miranda. Rob olhou para o garoto e perguntou: - Quem te deu esse papel? O garotinho aponta para um lado onde não havia ninguém. - Quem era? Você sabe como a pessoa era. O guri faz sinal de que não. Rob dá uns trocados para ele e sai. Rob foi ao apartamento de Scully e freneticamente batendo na porta. A mãe de Scully foi atender e no susto pergunta: - Sra. Scully, Scully esta em casa? - Sim, esta dando banho do William. Entra vou chamá-la. - Dana, tem um rapaz querendo falar com você. Scully responde no banheiro.- já vou mamãe. E ela vem com William no colo. – O que aconteceu Rob. - Recebi isso no trabalho hoje. Scully passa William para mãe. – Quando foi isso. - Agora tem uns dez minutos. Scully lê o bilhete e entrega para o rapaz com ar de triste. - Rob, com a minha licença não posso de ajudar nesse caso ele foi fechado.Ela não tem parente ninguém para se comunicar alguma coisa. Agora é só esperar. Eu sei você gosta dela mas, se for um seqüestro eles vão ligar ou para mim ou para você. Sinto muito. Ele sai com os olhos cheios de lagrimas e se vira para trás dizendo, - Eu mesmo vou encontra-la. - Rob não faça isso.Ela diz tentando impedi-lo Ele sai batendo a porta. Margarett entra na sala segurando William e perguntando o que tinha acontecido. - Só um coração procurando o outro mamãe. Responde pegando o William. A noite chega e Scully vai colocar William para dormir depois de um passeio no parque. Ela percebe que tem alguém no quarto e olha para um lado e não vê ninguém. Achando que era algum vulto foi saindo. Um estranho entra no quarto era Max com seu olhar de ódio tentar pegar o menino. Mesma hora Miranda entrar tentando impedi-lo. - Nem pense Max. - Você acha que eu ia deixar ficar assim, não vai não. - Max o seu negocio é entre nós dois. Deixe o garoto em paz. Eu tenho o que você quer. - E eu tenho o que você quer, Miranda. Agora cadê o maldito diário. - Ele explodiu. - Eu sabia que aquela não era o diário, mas para deixar tudo interessante, resolvi aceitar o jogo. Uma caçada não é, não é o que você queria. Eu fui ao hospital para matar você mas, preferir assim é mais divertido. Na mesma hora Scully entra no quarto e Max aponta a arma para Scully. Em um reflexo Miranda se joga em cima de Max e ela grita com Scully. - DANA TIRA O WILLIAM DAQUI. Scully mais que depressa pega-o e sai do apartamento. Lá os dois brigavam feito cão e gato. Em uma hora Max pegou Miranda pelo pescoço e disse: - Você se achar mais forte do que eu. Somos a mesma criação. Eu sou o que restou na última remessa. Miranda com poucas forças indagou. - E eu sou da primeira. Deu um chute lá em baixo que ele caiu no chão gemendo de dor, completa. – Eu te vi no hospital seu idiota. Estou lá faz duas semanas. Quando tentava me matar eu reagia porem estou mais forte agora para acabar com isso. E deu outro chute nele. Ele segurou o pé dela e a jogou na sala. Quando ele sacou a arma ficaram punho a punho. Miranda tentando segurar o punho dele para não atirar ele no dela na mesma tentativa. Lá na rua, Scully encontra Rob. - Precisamos chamar a policia, Rob. - O que aconteceu, Scully. Cadê William? - Com o vizinho do andar de baixo.Miranda esta lutando com Max. - Mas ele não morreu na explosão? - Acho que ele tem a mesma entidade de cura que a Miranda. Na mesma hora, enquanto Rob tinha ido chamar o policia ouviu dois tiros. Scully grita. MIRANDA. Rob sai do telefone e corre atrás de Scully, pedindo para ir com calma.No apartamento Scully vê Miranda no chão toda machucada com um tiro na barriga sangrando muito. Ela vai em direção dela. Miranda está me ouvindo. Por favor minha filha fala comigo. Em um sussurro. - Acabou mamãe, vocês estão salvos agora Scully olha para Max e vê o um tiro na nuca e vê uma vértebra de aço que foi esmagada pela bala. Rob, entra no apartamento e vê a situação pega o telefone e liga para a emergência. Na saída da ambulância, Scully media os sinais vitais estavam caindo rápido e pediu ao motorista para ir mais rápido. Miranda olha meio que os olhos abertos para Scully até fecha-los. Hospital Memorial Washington Cinco dias depois Miranda estava se arrumando quando Rob entra para vê se ela estava pronta para partir. Está pronta para sair daqui? Estou. Responde com um sorriso. Na saída do hospital, Miranda vê Scully com William no colo, Mulder. Ela não acredita e diz para Rob. Não estou acreditando. Essa é sua família Miranda. Agora você não esta mais sozinha. Ela vai em direção a eles e da um forte abraço neles. E ele vão saindo enquanto a tela se escurece.